Yôga para atletas

Há poucos anos – talvez pouco mais de dez -, a idéia de yôga e a idéia de esportes eram distantes. E não havia razão para que isso acontecesse.

Embora o yôga não seja um esporte e nem tenha como meta contribuir para um melhor desempenho esportivo, nada impede que esse melhor desempenho esportivo aconteça graças às técnicas do yôga.

Leia este trecho do artigo do professor Nilzo Andrade:

Os alunos que surfam nos falam que suas manobras ficam mais fluidas, e o aumento da capacidade respiratória faz com que a passagem da arrebentação em mar grande fique mais fácil. Os escaladores percebem mais concentração na superação das vias e maior domínio emocional para as decisões. A moçada do skate consegue fazer monobras mais ousadas, superando seus limites. E, de uma maneira geral, comentam que o maior alongamento, flexibilidade e tônus muscular diminuem a incidência de entorces e lesões.

Algumas das melhores aulas que tive durante o Curso Seqüencial de Yôga Antigo, na Universidade Estadual de Ponta Grossa, foram com o professor Nilzo Andrade.

Ele é vice-presidente da Federação de Yôga do Paraná e foi responsável pela cadeira de Ética.

De maneira inteligente, ele usou os Yamas e Niyamas – prescrições e proscrições yôgins – para a matéria. Mas isto é assunto para um outro artigo.

Postado em Qualidade de Vida.

Sobre o autor

Alessandro Martins

Alessandro Martins foi o criador do blog Livros e Afins. Trabalhou em jornais de Curitiba de 1995 a 2008, quando passou a se dedicar somente a blogs e em especial a este.

Deixe seu comentário