No post anterior, falei de um texto Marcos Bagno que, além de escritor, é linguista (agora sem trema: que feio).
Ele é um cara que bate muito na tecla do preconceito linguístico. Grosso modo, preconceito linguístico consiste em menosprezar quem fala ou escreve fora da norma considerada culta.
Segundo o site:
Marcos Bagno vem se tornando conhecido por sua luta contra a discriminação social por meio da linguagem. Para ele, o preconceito lingüístico precisa ser reconhecido, denunciado e combatido, porque é uma das formas mais sutis e perversas de exclusão social.
O debate sobre isso não é novidade, lembro que, no tempo em que eu tive aulas com o Cristóvão Tezza, no curso de Jornalismo, na Universidade Federal do Paraná, já conversávamos sobre o tema. E, provavelmente, pensamentos a esse respeito vêm de ainda antes.
Separei alguns dos textos do site do Marcos Bagno para que você entenda melhor o conceito:
Este último é interessante. O gramático Luiz Antonio Sacconi é tão ferrenho em seus posicionamentos… ahn… gramaticais que chega a ser engraçado – o termo não é exato – e, em seu artigo, Bagno deixar claro qual é o seu posicionamento em relação a Sacconi.
Muitas vezes, o que chamamos de erro em Língua Portuguesa – e sobretudo como nos comportamos em relação a esse suposto erro – não passa de preconceito lingüístico.
Ou linguístico, pipocas.









