Perguntei aos leitores, recentemente, como é o sistema de bibliotecas em suas cidades.
O leitor que se identifica como Léo Mariano publicou nos comentários uma declaração sobre as bibliotecas de sua cidade, Taubaté, cidade de Monteiro Lobato e, recentemente, definida como a Capital da Literatura Infantil.
Gostaria que os responsáveis por essa área na cidade dessem seu parecer e que outros moradores manifestassem sua opinião, confirmassem ou contrapusessem esta declaração:
Olá p/ todos. Onde moro, infelizmente todo o sistema bibliotecário é falido, sem exagero. A administração pública investe miséria, quando não, nada!, na estrutura de todas as bibliotecas, que são poucas. São poucas as bibliotecárias e bibliotecários, os funcionários são uns abnegados, mesmo! Não há um sistema informatizado e integrado de informações sobre livros e usuários. Não há aquisição de novos livros, como literatura contemporânea, para o acervo municipal, que vive de doações de livros ou de fácil e barata aquisição, como os de domínio cultural, ou mesmo de pouco valor cultural. Poucos são os livros contemporâneos de qualquer assunto nas prateleiras das bibliotecas. Nada contra clássicos de sebos, mas as vezes é necessário, e gostoso, se integrar ao mundo e/ou ler um clássico bonito e bem editorializado. Não há uma reforma ou prevenção estrutural em muitos dos prédios usados como bibliotecas. A biblioteca central tem uma goteria imensa no meio do salão de leitura. isso mesmo, uma goteria imensa em uma biblioteca. Não há investimento em parcerias ou na busca de recursos, na esfera estadual e/ou federal. Sabem onde moro? Em Taubaté, cidade de Monteiro Lobato,que, faz poucos meses, ganhou o título de cidade da literatura infantil. Titulo que só serviu e serve como marketing politico e efeito coca-cola para muitos representantes do executivo e do legislativo. Coisa concreta mesmo para a melhora do acervo e do espaço, neca de pitibiribá! E isso faz pra mias de anos. abs a todos.
Como o assunto é importante – considerando-se que se trata da “Capital da Literatura Infantil” -, gostaria de ouvir o outro lado, os responsáveis pelo sistema de bibliotecas da cidade, ou, por outro viés, declarações de moradores que infelizmente confirmem o depoimento do leitor Léo Mariano.








