Tudo o que é obrigatório é um pé no saco.
Veja o que diz Pierre Bayard, autor de Como Falar de Livros Que Não Lemos sobre isso:
Quase todo mundo defende que uma pessoa precisa ler muito, mas nem todos lêem? Por quê?
É justamente essa obrigação de ter que ler que nos impede de chegar aos livros. Sacralizamos tanto os livros, o fato de ler e ter que guardar todas as informações e detalhes dos textos, que acabamos morrendo de medo das palavras e, então,… não lemos. Prefiro evitar todo tipo de “dever” ou “obrigação” sobre esse assunto. A leitura é um ato de liberdade. Não há como impor regras a ela.
A propósito, a visão que o autor do artigo em que foi publicada a entrevista tem dos livros e da leitura é muito próxima da minha.
Sei que livros são bons. Para mim e para você que vem até aqui ou assina meu feed.
Mas nem todos os livros são bons e, mesmo os bons, não são bons para todo o mundo.
Existem muitos caminhos para o desenvolvimento pessoal.
Para mim e para você, leitura é essencial.
Mas leitura não é essencial em absoluto. Eu tento respeitar o caminho – ou o descaminho – alheio.











