Sidarta, de Herman Hesse, na Biblioteca Pote de Mel
25 de agosto de 2008 | Publicado na Categoria Bibliotecas | 7 Comentários »O cliente Ruy Barbosa da panificadora Pote de Mel deixou o livro Sidarta, de Hermann Hesse, como doação para a Bibliopote, a biblioteca livre em que você empresta um livro sem burocracia ou cadastro e devolve depois do tempo necessário.
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Sidarta é um livro muito bacana sobre como um sujeito – um indiano, no caso, mas poderia ser um brasileiro – que tenta buscar seu próprio caminho para o autoconhecimento e acaba encontrando de uma maneira um tanto inesperada depois de várias tentativas.
Mas, antes disso, disse ele ao encontrar Buda:
Obtiveste a redenção da morte! Ela te coube em virtude do teu próprio empenho, pelo método que é teu, pelo pensamento, pela meditação e pelo conhecimento, pela iluminação. Não a conseguiste através da doutrina! (…) A pessoa alguma, ó Venerável, poderás comunicar e revelar por meio de palavras ou ensinamentos o que se deu contigo na hora da tua iluminação! Ela contém muita coisa, a doutrina do esclarecido Buda. A numerosas pessoas indica o caminho para uma vida honesta, afastado do Mal. Mas há uma única coisa que não se acha nessa doutrina, por mais clara e veneranda que ela seja. Não nos é dado saber o segredo daquela experiência qeu teve o próprio Augusto, só ele entre centenas de milhares de homens.
Esse é um dos principais momentos do livro, quando Sidarta expõe porque só através da prática e das próprias vivências um homem pode encontrar o seu caminho. O caminho de outro homem, por mais iluminado que ele seja, não serve para você, não serve para mim, não serve para ninguém. E palavras são só palavras.

Um dos meus livros preferidos. Ótima adição à biblioteca!
Acho extraordinário este projeto de biblioteca livre. Muito sucesso, Alê!!!
Oi Ale! A biblioteca está cada vez melhor. Sidarta foi um dos maiores livros que li. Herman Hesse também é um grande escritor/pensador.
Parabéns!
Estava com saudades. Estou na estrada, sem net.
Beijos!!!!! :)
Mário, sua admiração me é muito cara. Espero conseguir mantê-la, mas pelo menos ela já está começada e cumprindo seu papel. Abraços!
Gustavo,
esse era um dos livros que eu tinha, mas não doei. Muito antiga a edição. Preferi manter por algum motivo… que bom que alguém doou. Abraços.
Daisy,
espero que mesmo desconectada, na estrada, esteja ligada àquilo que você tem de melhor, como sempre. Beijos do Ale.
Este livro é show de bola. Imperdível para quem quer se encontrar.