A obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista nunca foi sinônimo de qualidade.
Ultimamente, inclusive, era uma moeda emitida por faculdades cujo lastro nem sempre era confiável mas que, ainda assim, pagava a entrada no mercado de trabalho.
Muitas instituições de ensino duvidosas surgiram com base nisso.
Com sua não obrigatoriedade, o diploma não deixa de existir e a necessidade de formação profissional também não: pelo contrário ambos são valorizados.
Ou as faculdades de jornalismo mostram a que vieram ou finalmente estará provado que eram meras impressoras de certificados.
E, antes que alguém pergunte: eu tenho um diploma de jornalista em algum lugar na gaveta de minha mesa. Em nenhum dos jornais em que trabalhei durante os 15 anos em que fui jornalista alguém pediu para vê-lo.
Só para completar o post, uma lista de países que exigem e não exigem diploma dos jornalistas:
Alguns dos que NÃO exigem: Alemanha, Argentina, Austrália, Áustria, Bélgica, Chile, China, Costa Rica, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Irlanda, Itália, Japão, Luxemburgo, Peru, Polônia, Reino Unido, Suécia e Suíça. Os que EXIGEM: África do Sul, Arábia Saudita, Colômbia, Congo, Costa do Marfim, Croácia, Equador, Honduras, Indonésia, Síria, Tunísia, Turquia e Ucrânia. FONTE: http://migre.me/7oOzf











