O post anedótico sobre atendimento em livrarias parece ter se transformado em um ponto de encontro para histórias engraçadas do gênero.
Desta vez é a Anahí Flores quem nos conta uma história que, apesar de não versar sobre livrarias propriamente, está ligada às gafes culturais que podem nos atingir a todos a qualquer momento (em maior ou menor grau):
Bom, por falar destas coisas, vou contar outro caso bem engraçado, que vivi uns quinze anos atrais com uma amiga minha queridíssima, da qual obviamente não darei o nome.
Ia ter um concerto da ópera “A flauta mágica” num parque aqui em Buenos Aires, eu quis ir e convidei minha amiga a ir comigo. Contei que tratava-se de uma ópera super linda do Mozart, era uma boa oportunidade para ela entrar em contacto com este tipo de género.
Ela me escutava e parecia estar quase convencida de aceitar o convite, e então fez o comentário memorável:
“Mas… é o Mozart que vai dirigir a orquestra?”
Certamente Mozart estava resfriado no dia e os concertos a céu aberto não lhe eram recomendáveis. Outro regente compareceu e deu conta do recado.








