A VI Feira Literaria Internacional de Paraty (Flip) acabou. Confesso que, de início, não me interessei pelo evento – e ele acontece desde 2003 – por temer que ele fosse excessivamente acadêmico.
Quem me conhece sabe que há muito meus relacionamentos com os livros e aquilo que vem dentro deles – em geral, literatura – é mais informal que formal.
Nem sempre foi assim, mas reconheço que o caminho contrário vinha tirando o prazer que eu sentia ao ler.
O Eduardo Carvalho fez a cobertura da Flip pelo segundo ano e, a esse respeito, tem algumas palavras a favor do evento.
E o público da Flip não é composto exclusivamente por intelectuais, acadêmicos. O legal é que é um evento que atrai uma variedade incrível de pessoas – estudantes, bibliotecários, banqueiros, empresários, professores, etc. –, que não imagino se reunindo com facilidade em outros ambientes. E talvez esse seja o seu maior mérito: atrair pessoas gostam sinceramente de ler, mas que não por isso acham que a vida está trancada numa biblioteca.
O que me faz pensar em, no ano que vem, conhecer Paraty.









