O poeta Diovanni Mendonça, da cidade de Contagem, em Minas Gerais, imprimiu estes sacos de pães com poesias e simpáticas gravuras.
Diovvani trouxe a literatura para o cotidiano, para a leitura à mesa, para pessoas que encontram-se inclusive distanciadas do hábito de ler. O texto chega às mãos com a simplicidade do pão, unido ao corriqueiro. A poesia deixa de ocupar o alto das torres e senta-se nos bancos, nas cadeiras, na mesa forrada por toalha de mesa poída e salpicada de farelos. A poesia amplia seu alcance envolta pela ludicidade e pelo improvável: encontrar poesia na repetição automática da compra de pães.










