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	<title>Comentários sobre: O que Schopenhauer pensa sobre blogs</title>
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	<description>É para gostar de ler.</description>
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		<title>Por: Lady Cronopio</title>
		<link>http://livroseafins.com/o-que-schopenhauer-pensa-sobre-blogs/comment-page-1/#comment-9405</link>
		<dc:creator>Lady Cronopio</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Sep 2007 13:48:12 +0000</pubDate>
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		<description>Dos diversos instrumentos utilizados 

pelo homem, o mais espetacular é sem 

dúvida, o livro. Os demais são extensões 

de sua visão; o telefone é a extensão de 

sua voz; em seguida, temos o arado e a 

espada, extensões de seu braço. O livro, 

porém, é outra coisa: o livro é uma extensão 

da memória e da imaginação&quot; (Jorge Luís 

Borges).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Dos diversos instrumentos utilizados </p>
<p>pelo homem, o mais espetacular é sem </p>
<p>dúvida, o livro. Os demais são extensões </p>
<p>de sua visão; o telefone é a extensão de </p>
<p>sua voz; em seguida, temos o arado e a </p>
<p>espada, extensões de seu braço. O livro, </p>
<p>porém, é outra coisa: o livro é uma extensão </p>
<p>da memória e da imaginação&#8221; (Jorge Luís </p>
<p>Borges).</p>
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		<title>Por: Lady Cronopio</title>
		<link>http://livroseafins.com/o-que-schopenhauer-pensa-sobre-blogs/comment-page-1/#comment-9403</link>
		<dc:creator>Lady Cronopio</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Sep 2007 13:40:09 +0000</pubDate>
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		<description>Brilhante!
Acho de uma atrocidade sem tamanho esta coisa do Tempo...
Ainda ontem à noite, após uma jornada de 14h de trabalho, deitada na rede e olhando um céu bem grande e estrelado sobre a minha cabeça, eu pensava na lista interminável de livros que tenho pra ler e como não aguentaria nem uma linha sequer àquela altura...  comentei com meu amado: &quot;Quando eu morrer, me compre um caixão enorme e coloque alguns livros pra que eu me distraia na viagem&quot;.
Ele riu. Mas eu não estava brincando. Muito me angustia esta quantidade de leituras pra tão pouca vida.
Adorei o post.
Curto muito o Arthur com sua pseudoantipatia.
&quot;Meia palav&quot;
Demais, né não?
Beijos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Brilhante!<br />
Acho de uma atrocidade sem tamanho esta coisa do Tempo&#8230;<br />
Ainda ontem à noite, após uma jornada de 14h de trabalho, deitada na rede e olhando um céu bem grande e estrelado sobre a minha cabeça, eu pensava na lista interminável de livros que tenho pra ler e como não aguentaria nem uma linha sequer àquela altura&#8230;  comentei com meu amado: &#8220;Quando eu morrer, me compre um caixão enorme e coloque alguns livros pra que eu me distraia na viagem&#8221;.<br />
Ele riu. Mas eu não estava brincando. Muito me angustia esta quantidade de leituras pra tão pouca vida.<br />
Adorei o post.<br />
Curto muito o Arthur com sua pseudoantipatia.<br />
&#8220;Meia palav&#8221;<br />
Demais, né não?<br />
Beijos</p>
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		<title>Por: Nem só de nerdice vive um blog &#124; Escrita Torta em Linha Reta</title>
		<link>http://livroseafins.com/o-que-schopenhauer-pensa-sobre-blogs/comment-page-1/#comment-4150</link>
		<dc:creator>Nem só de nerdice vive um blog &#124; Escrita Torta em Linha Reta</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Apr 2007 00:05:08 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Alessandro Martins. - Sobre livros e o hábito da leitura. O artigo que destaco é &#8220;O que Schopenhauer pensa sobre os blogs&#8220;. Uma pequena reflexão sobre os tipos de escritores&#8230; [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Alessandro Martins. &#8211; Sobre livros e o hábito da leitura. O artigo que destaco é &#8220;O que Schopenhauer pensa sobre os blogs&#8220;. Uma pequena reflexão sobre os tipos de escritores&#8230; [...]</p>
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		<title>Por: Para ler mais e melhor leia menos &#124; Alessandro Martins.</title>
		<link>http://livroseafins.com/o-que-schopenhauer-pensa-sobre-blogs/comment-page-1/#comment-4135</link>
		<dc:creator>Para ler mais e melhor leia menos &#124; Alessandro Martins.</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Apr 2007 15:36:41 +0000</pubDate>
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		<description>[...] O livro A Arte de Escrever, de Schopenhauer - que citei aqui em um artigo sobre blogs -, trata também da arte da leitura e dá algumas dicas sobre o assunto sob essa ótica: No entanto, a nossa cabeça é, durante a leitura, apenas uma arena de pensamentos alheios. Quando eles se retiram, o que resta? Em conseqüência disso, quem lê muito e quase o dia todo, mas nos intervalos passa o tempo sem pensar nada, perde gradativametne a capacidade de pensar por si mesmo - como alguém que, de tanto cavalgar, acabasse desaprendendo a andar. Mas é este o caso de muitos eruditos: leram até ficarem burros. Pois a leitura contínua retomada de imediato a cada momento livre, imobiliza o espírito mais do que o trabalho manual contínuo, já que é possível entregar-se a seus próprios pensamentos durante esse trabalho. Assim como uma mola acaba perdendo sua elasticiadade pela pressão incessante de outro corpo, o espírito perde a sua pela imposição constante de pensamentos alheios. E, assim como o excesso de alimentação faz mal ao estômago e dessa maneira acaba afetando o corpo todo, também é possível, com excesso de alimento espiritual, sobrecarregar e sufocar o espírito. Pois, quanto mais se lê, menor a quantidade de marcas deixadas no espírito pelo que foi lido: ele se torna como um quadro com muitas coisas escritas sobre as outras. Com isso não se chega à ruminação: mas é só por meio dela que nos apropriamos do que foi lido, assim como as refeições não nos alimentam quando comemos, e sim quando digerimos. Em contrapartida, se alguém lê continuamente, sem parar para pensar, o que foi lido não cria raízes e se perde em grande parte. Em todo caso, com o alimento espiritual ocorre a mesma coisa que com o corporal: só a qüinquagésima parte do que alguém absorve é assimilada, o resto se perde pela transpiração, respiração e, assim por diante. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] O livro A Arte de Escrever, de Schopenhauer &#8211; que citei aqui em um artigo sobre blogs -, trata também da arte da leitura e dá algumas dicas sobre o assunto sob essa ótica: No entanto, a nossa cabeça é, durante a leitura, apenas uma arena de pensamentos alheios. Quando eles se retiram, o que resta? Em conseqüência disso, quem lê muito e quase o dia todo, mas nos intervalos passa o tempo sem pensar nada, perde gradativametne a capacidade de pensar por si mesmo &#8211; como alguém que, de tanto cavalgar, acabasse desaprendendo a andar. Mas é este o caso de muitos eruditos: leram até ficarem burros. Pois a leitura contínua retomada de imediato a cada momento livre, imobiliza o espírito mais do que o trabalho manual contínuo, já que é possível entregar-se a seus próprios pensamentos durante esse trabalho. Assim como uma mola acaba perdendo sua elasticiadade pela pressão incessante de outro corpo, o espírito perde a sua pela imposição constante de pensamentos alheios. E, assim como o excesso de alimentação faz mal ao estômago e dessa maneira acaba afetando o corpo todo, também é possível, com excesso de alimento espiritual, sobrecarregar e sufocar o espírito. Pois, quanto mais se lê, menor a quantidade de marcas deixadas no espírito pelo que foi lido: ele se torna como um quadro com muitas coisas escritas sobre as outras. Com isso não se chega à ruminação: mas é só por meio dela que nos apropriamos do que foi lido, assim como as refeições não nos alimentam quando comemos, e sim quando digerimos. Em contrapartida, se alguém lê continuamente, sem parar para pensar, o que foi lido não cria raízes e se perde em grande parte. Em todo caso, com o alimento espiritual ocorre a mesma coisa que com o corporal: só a qüinquagésima parte do que alguém absorve é assimilada, o resto se perde pela transpiração, respiração e, assim por diante. [...]</p>
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