O presídio do massacre vira biblioteca

A Biblioteca São Paulo é inaugurada hoje onde funcionava a Casa de Detenção do Carandiru, prisão onde 111 presos morreram em 1992.

  • investimento de R$ 12,5 milhões (R$ 10 milhões do Estado e R$ 2,5 milhões do Ministério da Cultura)
  • 30 mil livros
  • mesas reguláveis, que se adaptam a qualquer tamanho de cadeira de rodas,
  • folheadores automáticos de páginas, para aqueles que perderam os movimentos das mãos, e também computadores adaptados.
  • Usuários cegos terão ainda mil títulos de “audiobooks”
  • um equipamento que, automaticamente, é capaz de transpor obras literárias convencionais para faixas de áudio ou placas em braile
  • horário expandido de atendimento – até as 21h de segunda a sexta, e até as 17h, aos sábados, domingos e feriados
  • programação de cursos e oficinas, voltada inclusive para temas que não estão ligados à literatura, como o grafite
  • espaço próximo ao metrô
  • projeto arquitetônico diferenciado
  • uma varanda com espaço para shows e saraus e um auditório
  • cem computadores, com livre acesso à internet, dezenas de jogos eletrônicos
  • na área para jovens e crianças: poltronas coloridas e pufes dividem espaço com estantes baixas -projetadas sob medida- nas quais livros, discos e filmes ficam misturados e expostos diretamente ao público

(via Bibliotecários Sem Fronteira)

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Sobre o autor

Alessandro Martins

Alessandro Martins foi o criador do blog Livros e Afins. Trabalhou em jornais de Curitiba de 1995 a 2008, quando passou a se dedicar somente a blogs e em especial a este.

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