O acaso e a borboleta

Amor, vingança, ódio, alegria, poder, de tudo, da natureza humana, dentro das infinitas repetições do ciclo da vida, pode-se produzir arte. Mas, nada – disso tudo que foi mencionado – é tão primordial e simples, quanto a solidão. Há os solitários e há os que sentem solidão. E há os que seguem adiante… Seguir em frente é o mais humano dos direitos, mesmo sendo solitário ou sentindo solidão.

De Tiago Americo e Fernanda Correa “Acaso Borboleta” realmente nos coloca para refletir sobre as etapas da vida.

Conferindo a ficha técnica da animação.

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Sobre o autor

Roberta Fraga

Crio seres imaginários, escrevo contos, costuro histórias.

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