3 de janeiro de 2010 | Publicado na Categoria Dicas de sites sobre livros e outras coisas | 6 Comentários »
- GENIAL! A máquina mais inútil de todos os tempos – Nem Leonardo da Vinci pensou em algo assim
- Escritora chinesa enfrenta Google – Mian Mian admite desistir do pedido de indenização. Mas não abdica do pedido de desculpas público
- Mais livros popups – Lembram daquele livro popup de Alice no País das Maravilhas de que eu havia falado e mostrado o vídeo? A editora tem edições de outros livros infantis tão alucinantes e incríveis quanto.
- Jornal Público, de Portugal, não adota acordo ortográfico – Faltou um jornal com peito o suficiente aqui no Brasil para contrariar o acordo
- Comigo não, camaleão! – Livro infantil para baixar grátis, com texto de Evelyn Heine e ilustrações de Jean Galvão. Segundo a sinopse do livro: “A história foi publicada pela primeira vez no Jornal Divertudo e, em 1998, virou um livrinho infantil. Fala das aventuras de um camaleão, mudando de cor a toda hora, do mesmo jeito que o cabelo de muitas mulheres, mas por motivos bem diferentes. Textos curtos e as lindas ilustrações de Jean Galvão tornam o livro uma ótima leitura para crianças pequenas ou para as que estão começando a ler”
- National Library of Ireland – Site da Biblioteca Nacional da Irlanda
- Yeats e Freud em domínio Público – A partir de hoje os trabalhos do pai da psicanálise, Sigmund Freud, caem em domínio público. Além dele, os poemas e peças do irlandês William B. Yeats também passam a ser de todos nós. Não é demais lembrar, no entanto, que as traduções ainda não caíram em domínio público. Só vale para as obras na língua original
- A apresentadora Ophra está influenciando o mundo dos livros – Veja a prova nesta foto tirada em uma biblioteca dos EUA (não sei o quanto ela é fake ou quanto isso é relevante)
- Global Voices e Google lançam prêmio pela liberdade de expressão – Começam hoje, 29 de dezembro de 2009, as nomeações para o Breaking Borders [Derrubando Fronteiras, em tradução livre], um novo prêmio criado pelo Google e o Global Voices para distinguir projetos online, individuais ou em grupo, que sejam fora de série e demonstrem coragem, energia e habilidade quanto ao uso da internet para promover a liberdade de expressão
- Reformas ortográficas em outras línguas – Um estudo de Manuel Mendes de Carvalho sobre o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa e algumas reformas sofridas por outras línguas
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Olha, acho que o jornal que eu conheço não chegou a fazer um pronunciamento como o do jornal português, mas O Imparcial (São Luís-MA) simplesmente não adotou as novas regras, nem na versão online e nem na versão impressa!
Às vezes eu acho que o Público ainda não entendeu o Acordo Ortográfico. Aquela “alfinetada” sobre António ou Antônio não faz sentido algum, já que nomes próprios estão fora do acordo…
Esse acordo é uma palhaçada, além de tornar tudo facultativo, ainda por cima nossa academia publicou um vocabulário ortografico por conta própria.
Basicamente é como fazer uma reunião de condomínio sobre a cor da pintura das janelas. Na reunião, fica definido que todas as janelas serão da mesma cor. Então um único morador vai lá e pinta de verde, sem consultar os outros…
Bem, eu também tenho lá minhas reservas em relação ao acordo.
Por isso optei por não adotá-lo na publicação do livro de contos que acabo de publicar – “Pára-raio de Loucos” -, mesmo sabendo que, com tal atitude, estou diminuindo o “prazo de validade” de minha edição.
Pode até ser que minha atitude não tenha valia representativa, mas, de qualquer maneira, ela deixa registrada minha insatisfação em face desta medida.
Como se pode ler na página de informações do livro “Pára-raio de Loucos”:
Por idiossincrasia do autor, o presente livro não adota as regras estabelecidas pelo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990, que entrou em vigor no Brasil em 2009.
Oi, Alessandro!
O link para o post de livros popup está errado. O correto é: http://www.sabrinamix.com/2009/12/17/pop-up.
Você estava linkando um blog de testes.
Beijos e sucesso!!!