- Wordtoys – Sem dúvida, o único defeito do site WordToys é – além de ser feito em flash – abrir inúmeras janelas enquanto por ele se navega, recurso extremamente irritante (se não gosta disso, nem clique no link). Quem indicou foi o Josafá Crisóstomo. O WordToys faz o que seu nome diz: brincadeiras com as palavras. Trata-se de um livro e cada parte corresponde a uma dessas brincadeiras. No capítulo Escreva Seu Próprio Quixote, por exemplo, o leitor é convidado a escrever algo, mas não importa o que digite, o resultado sempre será a obra de Cervantes. Uma clara referência ao conto Piérre Menard, o Autor do Quixote, de Jorge Luis Borges.
- A luta do Kindle contra o livro – Animação. Mas como o desenho animado afirma: imaginar que há uma lutra entre os ebooks e os livros tradicionais é uma bobagem. As duas mídias vão conviver durante muitas e muitas décadas ainda
- Lápis feitos de humanos cremados – Uma maneira de permanecer vivo nas palavras alheias
- Primeiro livro de poemas escrito por robô lançado em Coimbra – O robô ISU, criado pelo artista plástico Leonel Moura, inventou 100 poemas (via Vísceras Literária)
- Aparato para escrever – … e evitar a fadiga nos dedos. Cuidado… você pode ganhar a fama de excêntrico
- Harriet Klausner – A maior comentarista de livros da Amazon (artigo em inglês). (via Marco Carvalho)
Notas: brincadeiras com palavras e lápis feitos de humanos cremados
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