13 de setembro de 2009 | Publicado na Categoria Dicas de sites sobre livros e outras coisas | 6 Comentários »
- Pássaros e música – Um repórter fotográfico brasileiro estava lendo jornal, no interior do Rio Grande do Sul, olhou pela janela e reparou nos pássaros sentados nos fios e visualizou uma partitura. Tirou uma foto e enviou para um amigo músico, que resolveu reproduzir o som formado pelos pássaros no fio. Ouça o resultado (eu desconfio um pouco se é verdade ou montagem, mas… vá lá, acreditar numa coisa legal dessas não me prejudica)
- Guardar livros, pra quê? – Doe-os. É muito melhor e faz bem.
- Como fazer um livro oco – Para guardar dinheiro, jóias ou outras coisas secretas
- Folha cria regras para seus jornalistas no Twitter – Maior jornal impresso do país, a Folha de S.Paulo enviou comunicado a todos os seus jornalistas esta semana criando regras de conduta para a atuação de seus profissionais em blogs e no Twitter
- Os 3 porquinhos versão Mano – Detalhe da trilha sonora da historinha…
- Não gosto de plágio: um blog que protege os tradutores – A tradição costuma dizer: Tradutore, traditore. Tradutor, traidor. Mas na verdade, essa classe é mais sofrida que a dos goleiros. O trabalho só aparece quando eles erram. E, quando são plagiados ou tem seus direitos violados, ninguém costuma ligar. Este blog relata casos desse tipo.
- Quando Shakespeare invade o automobilismo – Em qual outro esporte um atleta teria a frieza de colocar em risco a própria vida para obter benefícios?
- Livro: objeto sagrado. Ou não! – Para os amantes corteses o ser físico de um livro é sacrossanta sua forma é inseparável do conteúdo, seu dever como amante é a adoração platônica. Já para os amantes carnais as palavras de um livro são sagradas, mas o papel, a tinta, o tecido, o papelão, a cola, a linha e a tinta que as contém são um mero receptáculo e como tal não representa nenhum sacrilégio tratá-los de qualquer forma. A rispidez no uso não é sinal de desrespeito mas de intimidade
- Repensando a universidade brasileira – 1a Parte – Artigo sobre a necessidade de se acabar com a pilantragem nos concursos públicos para professor nas universidades públicas
- Nova Aguilar lança, em dois volumes, obra completa de Guimarães Rosa – A Nova Aguilar, em parceria com a Nova Fronteira, manda para as livrarias uma nova edição revisada de João Guimarães Rosa: ficção completa, que reúne em dois volumes a totalidade da produção ficcional do escritor mineiro: a estreia com Sagarana, depois Manuelão e Minguilim, No Urubuquaquá, no Pinhém, Noites de sertão (o ciclo de novelas que integra Corpo de baile), a obra-prima Grande sertão: veredas, e os contos de Primeiras estórias, Tutaméia, Estas estórias e Ave, palavra. A coletânea de poemas Magma, de publicação póstuma, não está incluída na edição. Tampouco textos dispersos publicados na imprensa.
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A Rede Globo fez o mesmo.
Não só a Folha, mas a globo.com também. Afe!
Publiquei um post sobre isso no meu blog profissional: http://www.carlamartins.com
Olá! Cá estou eu, correndo novamente o risco de ser considerada a chata do blog com posições reacionárias (hehehe). Mas indo direto ao ponto, a Folha determinou duas coisas: uma da qual discordo veemente e outra até bastante acertada.
A primeira (errada) é a proibição de que os jornalistas divulguem posições político-partidárias. Se o twitter/blog do jornalista é pessoal, ele não representa a Folha nestes veículos também. Até porque ele é o próprio produtor de seu conteúdo, a não ser que o site seja hospedado no do Jornal ou sua manutenção em host externo seja custeada por este. Nesse caso, se for um blog interno na Folha, sinto muito, o Capitalismo é assim mesmo, ninguém lhe forçou a vender sua força de trabalho intelectual para aquela empresa, mas se o fez, infelizmente, vai ter de se adequar as regras do jogo, já que a instituição disponibiliza espaço virtual para divulgação de suas idéias.
Quanto à vedação de divulgação de contéudo exclusivo, aí tudo bem! Ora, não seria justo que um escritor, por exemplo, licenciasse uma obra para uma editora e, logo em seguida, a disponibilizasse gratuitamente na internet. Seria desleal não só com a editora, mas principalmente com aqueles que pagaram para adquirir o produto. Se a uol/folha decidiram restringir o acesso à informação é uma escolha deles (se isso é positivo ou não, é outros quinhentos).
Bom, é isso! Continuo na leitura do seu excelente blog (faço sempre um catch up de final de semana, por isso os ‘comentários atrasados’) :) hehehe!
Helena,
creio que tem razão. De fato, não foi a toa que escolhi as palavras do título.
Abraços!
Neh!Sou da mesma opnião ,Helena, creio que usar da informação que é publicada no jornal não é etico,porem impedir de expressar sua opnião e posição em seu proprio espaço na internet , que é pessoal, e não estão representando a empresa neste espaço.
=]
Por que eu tambem nao tenho fotinha no coments ?!! hehe
Gostei daquele livro oco.Tem um comentario(creio eu que o unico) que levantou uma questão interessante.Dá para guardar ‘fumo’ nele ehehe garoto esperto esse!