flash

Existem diversas razões para não fotografar ou filmar espetáculos (a não ser que você seja um fotógrafo contratado para isso ou alguém da companhia fazendo um registro daquela obra efêmera).

Eu não entendo a pessoa que paga caro por um ingresso e se contenta em assistir um show em um quadradinho menor do que o televisor que tem em casa (no televisor, ao menos ela teria closes, cortes para os melhores ângulos, melhor som, etc).

Todo esse esforço para gravar uma apresentação que, por estar mal gravada e com baixa qualidade de som, ela jamais verá novamente.

Fique em casa. O pay per view é mais barato e menos cansativo que isso.

As pessoas estão tão hipnotizadas pela facilidade de preservar os momentos para a posteridade que não os estão vivendo mais.

O problema é quando um tatu desses resolve estragar a experiência dos outros e a performance dos artistas usando o flash e aquele sonzinho irritante de câmera que (a não ser que seja uma câmera dSLR de fato) é totalmente desnecessário.

O flash não funciona numa situações dessas por diversos motivos:

  • não tem alcance além de poucos metros: nunca entendi nas aberturas dos jogos olímpicos aqueles flashs todos espocando
  • se tiver alcance, estraga a iluminação, a concentração dos atores e das pessoas que estão realmente interessadas no evento; o simples fato de haver uma tela de celular ligada já é perturbador em muitos casos

Mas isto é minha visão de leigo. Se quiser mais motivos, dados por uma profissional da fotografia, leia no Dicas de Fotografia:

Sobre o autor: Alessandro Martins

Sou o editor deste blog. Trabalhei como jornalista em Curitiba de 1995 a 2008, quando fui demitido e passei a me dedicar a escrever apenas na internet, em blogs e mídias sociais. Agora estou publicando minha newsletter que tem milhares de leitores: assine!