<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: Morte</title>
	<atom:link href="http://livroseafins.com/morte/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://livroseafins.com/morte/</link>
	<description>É para gostar de ler.</description>
	<lastBuildDate>Sun, 05 Feb 2012 20:07:36 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
<xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" />
	<item>
		<title>Por: Silvia H.M.Miranda</title>
		<link>http://livroseafins.com/morte/comment-page-1/#comment-20352</link>
		<dc:creator>Silvia H.M.Miranda</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Oct 2010 21:43:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.alessandromartins.com/2007/09/30/morte/#comment-20352</guid>
		<description>Boa noite, alguem tem: O Livro Sobre a Morte e o Morrer, completo para que eu possa baix&#225;-lo ???
Att
Silvia</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Boa noite, alguem tem: O Livro Sobre a Morte e o Morrer, completo para que eu possa baix&aacute;-lo ???<br />
Att<br />
Silvia</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: _Maga</title>
		<link>http://livroseafins.com/morte/comment-page-1/#comment-20351</link>
		<dc:creator>_Maga</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Oct 2007 03:46:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.alessandromartins.com/2007/09/30/morte/#comment-20351</guid>
		<description>Falei um pouco sobre morte (sob uma outra perspectiva) neste post:
http://metamorfosepensante.wordpress.com/2007/07/01/o-que-e-morte/

&quot;&quot;Pois bem, então morrerei.&quot; Mais cedo do que os outros, evidentemente. Mas todos sabem que a vida não vale a pena ser vivida. No fundo, não ignorava que tanto faz morrer aos trinta ou aos setenta anos, pois, em qualquer dos casos, outros homens e outras mulhres viverão, e isso durante milhares de anos. Afinal, nada mais claro. Hoje, ou daqui a vinte anos, era sempre eu quem morria. Neste momento, o que me pertubava um pouco no meu raciocínio era essa frêmito terrível que sentia em mim ao pensar nesses vinte anos que faltavam para viver. O que tinha a fazer era sufocar esta sensação, imaginando o que seriam os meus pensamentos daqui a vinte anos, quando, apesar de tudo, chegasse a hora. A partir do momento em que se morre, é evidente que não importa como nem quando.&quot; p. 117-118, Albert Camus, O Estrangeiro.


&quot;Pela primeira vez, em muito tempo, pensei em mamãe. Pareceu-me compreender por que, ao fim de uma vida, arrajara um &quot;noivo&quot;, porque recomeçara. Lá, também lá, ao redor daquele asilo onde as vidas se apagavam, a noite era como uma trégua melancólica. Tão perto da morte, mamãe deve ter sentido liberada e pronta a reviver tudo. Ninguém, ninguém tinha o direito de chorar por ela. Também eu me senti pronto a reviver tudo.&quot; p. 126, Albert Camus, O Estrangeiro.

&quot;Descobri o amor agora. E amar é a maior emoção de um homem pode sentir na vida. Não quero morrer; quero viver muito. Quero ser eterno. Pra você, que não ficou sabendo o que é amar, a morte não é uma dor, nem uma perda.&quot; p. 38, Alcione Araújo, Urgente é a Vida


&quot;O certo é que vivemos adiando todo o adiável; talvez todos saibamos profundamente que somos imortais e que, tarde ou cedo, todo homem realizará todas as coisas e saberá tudo.&quot; p. 115, Jorge Luís Borges, Ficções

&quot;O mais importante na vida é não ter morrido. Amo a vida, mesmo quando a odeio. Se tivesse sido consultado, não teria desejado vir ao mundo, mas, já que aqui estou, vou demorar-me tanto quanto possível. Viver é nascer lentamente. O homem procura a sua densidade, e não a sua felicidade. A consciência é uma doença. Ter um corpo é uma grande ameaça ao espírito.&quot;  Paulo Mendes Campos, Cronica: Como disso o homem, Livro: O Amor Acaba: crônicas líricas e existencialistas.

Ótimo post do Robson:
http://www.robsonfaggiani.com/blog/morte-e-vida-na-perspectiva-de-um-cetico/

Memento Morri</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Falei um pouco sobre morte (sob uma outra perspectiva) neste post:<br />
<a href="http://metamorfosepensante.wordpress.com/2007/07/01/o-que-e-morte/" rel="nofollow">http://metamorfosepensante.wordpress.com/2007/07/01/o-que-e-morte/</a></p>
<p>&#8220;&#8221;Pois bem, então morrerei.&#8221; Mais cedo do que os outros, evidentemente. Mas todos sabem que a vida não vale a pena ser vivida. No fundo, não ignorava que tanto faz morrer aos trinta ou aos setenta anos, pois, em qualquer dos casos, outros homens e outras mulhres viverão, e isso durante milhares de anos. Afinal, nada mais claro. Hoje, ou daqui a vinte anos, era sempre eu quem morria. Neste momento, o que me pertubava um pouco no meu raciocínio era essa frêmito terrível que sentia em mim ao pensar nesses vinte anos que faltavam para viver. O que tinha a fazer era sufocar esta sensação, imaginando o que seriam os meus pensamentos daqui a vinte anos, quando, apesar de tudo, chegasse a hora. A partir do momento em que se morre, é evidente que não importa como nem quando.&#8221; p. 117-118, Albert Camus, O Estrangeiro.</p>
<p>&#8220;Pela primeira vez, em muito tempo, pensei em mamãe. Pareceu-me compreender por que, ao fim de uma vida, arrajara um &#8220;noivo&#8221;, porque recomeçara. Lá, também lá, ao redor daquele asilo onde as vidas se apagavam, a noite era como uma trégua melancólica. Tão perto da morte, mamãe deve ter sentido liberada e pronta a reviver tudo. Ninguém, ninguém tinha o direito de chorar por ela. Também eu me senti pronto a reviver tudo.&#8221; p. 126, Albert Camus, O Estrangeiro.</p>
<p>&#8220;Descobri o amor agora. E amar é a maior emoção de um homem pode sentir na vida. Não quero morrer; quero viver muito. Quero ser eterno. Pra você, que não ficou sabendo o que é amar, a morte não é uma dor, nem uma perda.&#8221; p. 38, Alcione Araújo, Urgente é a Vida</p>
<p>&#8220;O certo é que vivemos adiando todo o adiável; talvez todos saibamos profundamente que somos imortais e que, tarde ou cedo, todo homem realizará todas as coisas e saberá tudo.&#8221; p. 115, Jorge Luís Borges, Ficções</p>
<p>&#8220;O mais importante na vida é não ter morrido. Amo a vida, mesmo quando a odeio. Se tivesse sido consultado, não teria desejado vir ao mundo, mas, já que aqui estou, vou demorar-me tanto quanto possível. Viver é nascer lentamente. O homem procura a sua densidade, e não a sua felicidade. A consciência é uma doença. Ter um corpo é uma grande ameaça ao espírito.&#8221;  Paulo Mendes Campos, Cronica: Como disso o homem, Livro: O Amor Acaba: crônicas líricas e existencialistas.</p>
<p>Ótimo post do Robson:<br />
<a href="http://www.robsonfaggiani.com/blog/morte-e-vida-na-perspectiva-de-um-cetico/" rel="nofollow">http://www.robsonfaggiani.com/blog/morte-e-vida-na-perspectiva-de-um-cetico/</a></p>
<p>Memento Morri</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: J@de</title>
		<link>http://livroseafins.com/morte/comment-page-1/#comment-20350</link>
		<dc:creator>J@de</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Oct 2007 12:51:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.alessandromartins.com/2007/09/30/morte/#comment-20350</guid>
		<description>Gosto muito do jeito que vc escreve, mas, desculpe, eu sofro de tanatofobia, não li...
Beijos!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gosto muito do jeito que vc escreve, mas, desculpe, eu sofro de tanatofobia, não li&#8230;<br />
Beijos!!!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lady Cronopio</title>
		<link>http://livroseafins.com/morte/comment-page-1/#comment-20349</link>
		<dc:creator>Lady Cronopio</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Oct 2007 12:19:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.alessandromartins.com/2007/09/30/morte/#comment-20349</guid>
		<description>Sem dúvida, um belo e bem escrito texto, sobre um assunto que no mais das vezes faz a  gente cair no melodrama ou na dureza desnecessária.
Aqui, Ale, você conduziu bem as palavras, sendo objetivo e terno a um só tempo.
Li este livro há pouco, tentando fazer uma catarse de coisas que me ocorreram há tempos e que desdizem um pouco uma das suas afirmativas:
&quot; O único que não pode evitar o contato diário com ela é quem de fato vai morrer&quot;.
Trabalhei por 14 anos como pediatra intensivista em uma UTI de grande porte, e o convívio diário com a &quot;indesejada das gentes&quot; levou-me a recantos da mente ainda para mim desconhecidos.
Adoeci e tive que me afastar da especialidade.
Hoje trabalho em emergências e ambulatórios . Ela ainda me  ronda, mas com menos frequência. Sei que não posso vencê-la, mas não costumo deixar barato.
E assim minha pendenga com a desdita um dia terá fim, mas só quando for a minha vez.
Até lá nos olhamos através dos sofrimentos dos petizes em emergências deste mundo véio sem porteira...
Beijos e aquela coisa toda.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sem dúvida, um belo e bem escrito texto, sobre um assunto que no mais das vezes faz a  gente cair no melodrama ou na dureza desnecessária.<br />
Aqui, Ale, você conduziu bem as palavras, sendo objetivo e terno a um só tempo.<br />
Li este livro há pouco, tentando fazer uma catarse de coisas que me ocorreram há tempos e que desdizem um pouco uma das suas afirmativas:<br />
&#8221; O único que não pode evitar o contato diário com ela é quem de fato vai morrer&#8221;.<br />
Trabalhei por 14 anos como pediatra intensivista em uma UTI de grande porte, e o convívio diário com a &#8220;indesejada das gentes&#8221; levou-me a recantos da mente ainda para mim desconhecidos.<br />
Adoeci e tive que me afastar da especialidade.<br />
Hoje trabalho em emergências e ambulatórios . Ela ainda me  ronda, mas com menos frequência. Sei que não posso vencê-la, mas não costumo deixar barato.<br />
E assim minha pendenga com a desdita um dia terá fim, mas só quando for a minha vez.<br />
Até lá nos olhamos através dos sofrimentos dos petizes em emergências deste mundo véio sem porteira&#8230;<br />
Beijos e aquela coisa toda.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

