A Roberta Fraga compartilhou hoje um link com a foto de uma minibiblioteca cercada pela neve.
Foi então que descobri o projeto Little Free Library.
E, assim, também quero ver pequenas bibliotecas como essa em frente a casas aqui de Curitiba, com livros disponíveis para qualquer um que queira tomá-los emprestados.
Claro que em menos de dez minutos de dizer que queria fazer isso já ouvi duas ou três vezes que isso não daria certo no Brasil.
Mas eu já devo ter contado por aqui que essa frase foi um dos principais motivadores para a criação da Bibliopote.
A Bibliopote é uma biblioteca que funciona na Panificadora Pote de Mel, onde você pode tomar livros emprestados sem pedir para ninguém, sem carteirinha e sem prazo de devolução. Nos mesmos moldes que quero que funcionem as novas minibibliotecas livres.
Marceneiro
Para isso preciso de um marceneiro disposto a criar e a realizar pelo menos 10 destas minibibliotecas. Não precisam nem ser como as do site. Podem ser mais simples, desde que capazes de suportar a exposição clima e proteger os livros.
Se não encontrar nenhum que esteja disposto a doar seu trabalho, pretendo pagar por elas.
Mas devo dizer que há muitas vantagen
No caso da doação, o projeto de minibibliotecas levará o nome do marceneiro ou marcenaria.
Desde que foi criada em 2008, a Biblioteca Pote de Mel, foi tema de inúmeras reportagens na TV, nos jornais impressos e revistas.
Este ano, participei do TEDx Curitiba, um evento independente ligado ao TED, como palestrante – ao lado de personalidades como Jaime Lerner e Marcelo Rosenbaum – falando sobre a Bibliopote.
Ou seja: participar dessa ideia pode divulgar e enobrecer sua marca e o seu trabalho.
Para isso, não há nenhum tipo de burocracia a ser cumprido: apenas fazer as minibibliotecas.
Locais
Tão logo eu tenha as minibibliotecas, livros bons são muito fáceis de conseguir.
Falta encontrar casas na frente das quais essas minibibliotecas ficarão. Precisam ser casas de pessoas de Curitiba que acreditem no poder de circulação dos livros e que, acima de tudo, sejam desprendidas, para que não venham a se importar com aqueles livros que não voltem. Isso acontece com muitos dos livros, mas está previsto e não deve afetar a ideia: que não é focada em acervo, mas circulação.
Tudo que terão de fazer é receber as doações que certamente chegarão, garantir que a caixinha nunca fique vazia e carimbar todas as novas doações com instruções semelhantes a estas.
Você
Você me ajuda a encontrar um marceneiro?
Gente que está adotando a ideia















