Jerry Lewis e a máquina de escrever invisível

Eu já cheguei a ver na tevê um cara fazer esse mesmo número com essa mesma música sem sequer citar a autoria.

Engraçado que, com o passar do tempo, essa pantomima vai perder o significado, na medida em que as pessoas forem esquecendo ou deixando de saber o que era uma máquina de escrever, que sons elas faziam e até para que serviam.

Há quem não goste de Jerry Lewis. Eu gosto. Na minha infância, os filmes mais tradicionais das Sessão da Tarde eram dois: os de Jerry Lewis e os de Elvis Presley.

E Lassie, é claro.

Postado em Cinema.

Sobre o autor

Alessandro Martins

Alessandro Martins foi o criador do blog Livros e Afins. Trabalhou em jornais de Curitiba de 1995 a 2008, quando passou a se dedicar somente a blogs e em especial a este.

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