Harry Potter é Luke Skywalker
19 de abril de 2007 | Publicado na Categoria Cinema, Dicas de sites sobre livros e outras coisas, Livros e afins | 26 Comentários »
Encontrei nesse site que vende um livro para roteiristas.
Para quem conhece um pouquinho de Joseph Campbell não chega a ser novidade. O site dedicado à obra do pesquisador tem um fórum em português, caso você se interesse.
Mas o livro mais conhecido desse autor, não à toa, chama-se O Herói de Mil Faces. Nele você aprende que cada herói, na verdade, é um só herói.

É a velha intertextualidade, meu caro. A velha intertextualidade…
Ótimo post, Alessandro.
Eu adoro o Joseph Campbell, aquelas entrevistas feitas pelo Bill Moyers são sensacionais, ainda não li o livro O Herói de Mil Faces, mas pretendo comprar.
Agora mesmo estava pensando em Bastian Baltazar Bux, de A História Sem Fim. Ele no sótão do colégio não passa do Herói no ventre da baleia, uma das fases relatadas pelo Campbell… se formos olhar por esse ângulo, tudo não passa de uma mesma história contada de diferentes maneiras e com personagens diferentes, variações aqui e ali…
Abraços!
Bom vê-lo por aqui, Nick! Pois compre. Não irá se arrepender.
Abraços!
E num é que é mesmo?! :D
Acho que eu devia ter feito uma tradução em todo caso, ainda que nas coxas… o que acha, Neto?
Que barato!
Tenho a sensação de já ter lido o nome deste cara em algum lugar…
Não sei se é possivel, mas o Jorge Luis Borges fala muito disso em sua obra. Não sei se temporalmente é possivel, mas tenho a sensação de ter visto alguma citação dele na ultima obra que li do Borges…
Beijos
eeeeee! adorei haahha
mas eh isso mesmo! td uma forma onde so mudam os nomes e locais!
Bjo
Ei, Semy… que bom vê-la por aqui! Manifeste-se mais! Manifeste-se mais! ;-)… rs.
Beijos,
do Ale!
Não é impossível que eles tenham falado um do outro Maga, mas não lembro de nenhuma obra de Borges em que tenha acontecido isso… se lembrar, me avise…
Beijos!
Depois que você conhece o mito do herói, percebe como hollywood o explora. Posso dizer, sem medo de errar que 99% dos filmes de lá são calcados nele.
E é um mito que serve muito bem para o capitalismo: a exacerbação do eu.
Ou para a redenção. Qualquer coisa pode ser bem ou mal usada, acho…
Abraços, Norberto!
Isto me lembra aquele velho princípio: Nada se cria, tudo se copia :P Abraço!
Considerando que são duas histórias bem diferentes umas das outras (apesar da evidente similaridade), até que eles foram bem, não acha, Lika?
Beijos,
do Ale.
Muy buenooooooooooo
muy clarooo…
Saludos
Lacan Dropu
http://graciasporelrock.blogspot.com
buenisisma la comparacioon!!!
Saludos, Lacan!
De onde você é? É muito bom ver uma outra língua aqui além do português, meu caro!
Seja sempre bem-vindo…
Alê, acho dificil encontrar uma verdadeira originalidade. Ao escrever, sempre acabamos tocando (ainda que de leve) em “perfis” que já foram abordados em outra obra de diverso autor. Veja o Richard Bach (em Fernão Capelo Gaivota e Ilusões), não encontro ali nada que não tenha sido abordado em algumas fábulas. A meu ver, uma obra torna-se indispensável pelo modo que aborda temas conhecidos e este é o principal mérito da J. K. Rowling. Conseguiu conciliar num livro aquela cultura magia, criando um universo paralelo e compactando-o na sua linguagem de aventura. Claro que coincidências sempre vão existir. Abraços.
De fato, não peço originalidade absoluta. Apenas achei curioso, Mário…
Abraços!
Olá Alessandro… um comentário extra: ficou um tantinho ironica a indicação de post: ” 8 exercícios divertidos para escrever melhor e com mais criatividade usando seu livro favorito”
hehehehehheeh
beijos