Testes com a câmara fotográfica nova

Acabei de comprar uma câmara fotográfica. Não chega a ser profissional, mas também não é amadora. A tal da Canon XTi é cheia de botõezinhos, os suficientes para eu não saber o que fazer com eles.

Durante o fim de semana, enquanto me recuperava de uma crise de pedra nos rins – nada grave, mas que me custou uns dias de molho -, pude testar ainda precariamente o que ela pode fazer.

O registro de imagens era a única coisa que me impedia de fazer artigos de um teor mais jornalístico.

Embora eu não ache que toda imagem valha por mil palavras ou que a palavra seja totalmente suficiente, considero que as duas coisas são bastante complementares e poupam os autores dos lugares comuns. Uma preenche os vazios da outra.

Bati centenas de chapas – adoro essa expressão antiga -, e brindo-os com algumas delas:

Lanterna japonesa na varanda de meu apartamento. Fica o ano todo florido. Na verdade essa foto é vertical, mas fiquei com preguiça de virá-la. Se quiser ver do jeito correto, você vai ter que fazer uma ginástica.

Júlia: também fica o ano todo florida.

Pra ela, isso é brincadeira.

Um exemplo de homem: João Francisco Martins, meu pai.

De fato, o fruto não cai tão longe da árvore: Aida (mãe de Júlia), Júlia e Dona Edith (avó de Júlia). Três amores.

Um basquete noturno: Júlia, Marco, Marcelo Hirota e Karla Pestana.

Postado em Fotografia.

Sobre o autor

Alessandro Martins

Alessandro Martins foi o criador do blog Livros e Afins. Trabalhou em jornais de Curitiba de 1995 a 2008, quando passou a se dedicar somente a blogs e em especial a este.

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