Meio que foi barbada ou pedra cantada.

O livro O Filho Eterno, de Cristóvão Tezza, venceu a Copa de Literatura Brasileira. O placar da final foi de 11 a 3 contra o oponente O Dia Mastroiani, de João Paulo Cuenca.

Confesso que não tenho muita paciência para ler as críticas e as resenhas da Copa, mas imagino que existam por ali muitas frases e idéias interessantes a respeito do que deva ser a literatura. Prefiro apenas ver os placarezinhos de cada jogo.

E, sim, eu gostei de ter lido O Filho Eterno.

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