eBooks e eReaders: matéria sobre livros eletrônicos
3 de julho de 2009 | Publicado na Categoria Livros são divertidos | 4 Comentários »
Muito completa e desmitificadora esta matéria sobre livros eletrônicos do programa Espaço Aberto, da Globo News, compartilhada pelo blog Dois Espressos no YouTube.
Organizei-a em forma de playlist e, assim, você poderá assisti-la em uma sentada só sem ter de clicar em diversos links.

Olá, a matéria é realmente interessante, por tratar de livros e de como os lemos. Mas é claramente uma peça publicitária da Amazon, com uma breve inserção da Apple. Como vêm sendo a maioria das matérias a respeito do livro digital, infelizmente. Se tivermos que reter apenas uma das vantagens do velho e bom livro, ao menos essa temos: dizer que se está lendo um bom livro (de papel) não se confunde com mensagens publicitárias na indústria de celulose ou de tintas para impressão.
Aparentemente o amigo acima não assistiu o vídeo até o final. A terceira parte fala sobre o Sony Reader também, assinalando que esse e outros funcionam fora dos EUA, ao contrário do Kindle. A reportagem, para a média de outras que vemos no Brasil, sobre o assunto e-book, está excelente. O Jorge Pontual aproveitou o gancho da Amazon e falou muito bem dos e-books.
Eduardo,
Também gostei da matéria. Agrada quem gosta da novidade e quem gosta dos livros em seu formato tradicional. Espero que o Helion se anime a ver a matéria até o fim, agora que você contou mais um pedaço dela…
Abraços!
OK, retifico então: é também uma peça publicitária da Sony : )
Infelizmente estamos reduzidos a isso: a nos acomodarmos entre as iniciativas mercadológicas de três ou quatro grandes empresas que decidiram agora ser “imprescindível” ter o seu e-reader.
Vejam que não estou negando a utilidade ou mesmo a importância de recursos eletrônicos para armazenamento e leitura de livros. Eu mesmo procurarei adquirir um deles, quando achar acessível e conveniente.
Mas acho que as razões da publicidade estão, atualmente, em primeiríssimo plano nas avaliações desses produtos eletrônicos. Todas essas afirmações que as pessoas “não leem” mas que “seriam estimuladas a ler” só por dispor da mais nova rebimboca eletrônica, me parecem absolutamente desprovidas de fundamento. E as supostas vantagens de que é possível armazenar tantos milhares de livros, baixá-los em ínfimos segundos, acho tão pueris que não imagino como pessoas inteligentes possam levá-las em consideração. Quem pode ler no ritmo e no volume que essas engenhocas prometem proporcionar? Tempo, atenção, concentração, é disso que precisamos para poder ler mais e melhor. E ter de trabalhar mais para comprar a última engenhoca lançada, e gastar horas mergulhando na publicidade que busca vendê-la, sinceramente, não é a resposta.