Livros para baixar, do portal Domínio Público: não violam direitos autorais.

Aquele site, do Governo Federal Brasileiro, só fornece diversos livros que já estão com direitos autorais liberados, segundo as leis brasileiras.

De fato, o download de livros só é legal no Brasil se as obras estiverem em estado de cessão de seus direitos. Abaixo eu listei aproximadamente 100 livros online para baixar grátis e, no final, um link para você ver a lista completa por ordem de procura no site mantido pelo Ministério da Cultura.

Baixar livros grátis é um tema complexo: muita gente não gosta de ler no computador ou mesmo no tablet ou no celular – principalmente se forem livros em PDF para baixar -, porém é sempre uma boa opção para quem quer ter um primeiro contato com a obra e finalmente comprar livros online ou nas lojas físicas.

Recentemente, até mesmo Paulo Coelho descobriu esse comportamento, liberando do download de livros de sua autoria. Ele afirmou que sabia que, se os leitores começassem a ler as suas obras, conhecesse as suas obras, haveria uma maior possibilidade de que essas pessoas os comprassem. O quanto é válido esse discurso, realizado por um autor de sucesso, que vende milhões de livros todos os anos, é algo a se pensar.

Por questões legais e contratuais com nossos patrocinadores, não posso colocar autores brasileiros recentes para download grátis, pois isto violaria direitos autorais. Por favor, não insista. Tenho certeza de que você encontrará facilmente outros sites na internet que não têm os mesmos escrúpulos, até mesmo indexados pelo Google. Ou seja: o meu é apenas um dos muitos sites que tem livros para baixar grátis, mas existem muitos outros com acervos mais amplos (ainda que nem sempre legais).

Aos poucos, estou passando os livros para baixar grátis para o Livros e Afins (isto é copiando-os do Domínio Público para meu servidor). Assim, mesmo que o Domínio Público deixe de existir, você terá uma outra opção para fazer o download dos livros, pelo menos dos mais procurados.

A lista de 2000 mil livros para baixar grátis

Os livros online para download grátis estão por ordem de maior procura: os mais populares primeiro e os menos populares por último.

Portanto, para procurar POR ORDEM ALFABÉTICA vá até o site Domínio Público. Não me peça para colocar o download de livros grátis em ordem alfabética pois não é esta a intenção.

Como ainda não transferi todos os livros, no final da lista há um link para a fonte, onde você pode encontrar o restante das obras disponíveis.

  1. A Divina Comédia - Dante Alighieri
  2. Poemas de Fernando Pessoa - Fernando Pessoa
  3. Mensagem - Fernando Pessoa
  4. Dom Casmurro - Machado de Assis
  5. Poesias Inéditas - Fernando Pessoa
  6. A Cartomante - Machado de Assis
  7. Cancioneiro - Fernando Pessoa
  8. Do Livro do Desassossego - Fernando Pessoa
  9. A Carteira - Machado de Assis
  10. O Pastor Amoroso – Fernando Pessoa
  11. A Igreja do Diabo – Machado de Assis
  12. Os Lusíadas – Luís de Camões
  13. A Carta – Pero Vaz de Caminha
  14. O Guardador de Rebanhos – Fernando Pessoa
  15. Memórias Póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis
  16. A Metamorfose - Franz Kafka
  17. Este mundo da injustiça globalizada - José Saramago
  18. Americanas - Machado de Assis
  19. A Cidade e as Serras - José Maria Eça de Queirós
  20. A Mão e a Luva - Machado de Assis
  21. A Volta ao Mundo em 80 Dias - Júlio Verne
  22. O Alienista - Machado de Assis
  23. A Esfinge sem Segredo - Oscar Wilde
  24. Poemas Inconjuntos - Fernando Pessoa
  25. Auto da Barca do Inferno - Gil Vicente
  26. Poemas de Álvaro de Campos - Fernando Pessoa
  27. O Banqueiro Anarquista - Fernando Pessoa
  28. Arte Poética - Aristóteles
  29. A Causa Secreta – Machado de Assis
  30. O Guarani – José de Alencar
  31. Os Maias – José Maria Eça de Queirós
  32. Poemas Inconjuntos – Fernando Pessoa
  33. A Escrava Isaura – Bernardo Guimarães
  34. O Crime do Padre Amaro – José Maria Eça de Queirós
  35. A Volta ao Mundo em Oitenta Dias – Júlio Verne
  36. A Princesa de Babilônia – François-Marie Arouet (Voltaire)
  37. Poemas em Inglês – Fernando Pessoa
  38. Poemas Selecionados – Florbela Espanca
  39. Auto da Barca do Inferno – Gil Vicente
  40. Don Quixote. Vol. 2 – Miguel de Cervantes Saavedra
  41. Os Sertões – Euclides da Cunha
  42. Amor de Perdição – Camilo Castelo Branco
  43. Poemas de Álvaro de Campos – Fernando Pessoa
  44. A Ela – Machado de Assis
  45. Esaú e Jacó – Machado de Assis
  46. A Carteira – Machado de Assis
  47. O Cortiço – Aluísio Azevedo
  48. O Navio Negreiro – Antônio Frederico de Castro Alves
  49. Poemas de Ricardo Reis – Fernando Pessoa
  50. Missa do Galo – Machado de Assis
  51. A Igreja do Diabo – Machado de Assis
  52. Dom Casmurro – Machado de Assis
  53. Eu – Augusto dos Anjos
  54. Adão e Eva – Machado de Assis
  55. Helena – Machado de Assis
  56. Poemas de Ricardo Reis – Fernando Pessoa
  57. Noite na Taverna – Manuel Antônio Álvares de Azevedo
  58. Iracema – José de Alencar
  59. Os Maias – José Maria Eça de Queirós
  60. A Causa Secreta – Machado de Assis
  61. Memórias Póstumas de Brás Cubas – Machado de Assis
  62. Quincas Borba – Machado de Assis
  63. Canção do Exílio – Antônio Gonçalves Dias
  64. Sonetos – Luís Vaz de Camões
  65. Americanas – Machado de Assis
  66. Adão e Eva – Machado de Assis
  67. Os Lusíadas – Luís Vaz de Camões
  68. Eu e Outras Poesias – Augusto dos Anjos
  69. O Abolicionismo – Joaquim Nabuco
  70. Primeiro Fausto – Fernando Pessoa
  71. A Mulher de Preto – Machado de Assis
  72. A Mensageira das Violetas – Florbela Espanca
  73. O Cortiço – Aluísio Azevedo
  74. Cartas D’Amor – José Maria Eça de Queirós
  75. Sermão da Sexagésima – Pe. Antônio Vieira
  76. A Dama das Camélias – Alexandre Dumas
  77. Lucíola – José de Alencar
  78. A Pianista – Machado de Assis
  79. O triste fim de Policarpo Quaresma – Afonso Henriques de Lima Barreto
  80. A Vida Eterna – Machado de Assis
  81. A chave – Machado de Assis
  82. A Segunda Vida – Machado de Assis
  83. A Chinela Turca – Machado de Assis
  84. A esfinge sem segredo – Oscar Wilde
  85. Cândido – François-Marie Arouet (Voltaire)
  86. O Crime do Padre Amaro – José Maria Eça de Queirós
  87. As Primaveras – Casimiro de Abreu
  88. As Vítimas-Algozes – Joaquim Manuel de Macedo
  89. A Harpa do Crente – Alexandre Herculano
  90. Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. – Fernando Pessoa
  91. Iluminuras – Arthur Rimbaud
  92. Alma inquieta – Olavo Bilac
  93. Amor de Perdição – Camilo Castelo Branco
  94. Uma Estação no Inferno – Arthur Rimbaud
  95. Helena – Machado de Assis
  96. Cinco Minutos – José de Alencar
  97. A Viuvinha – José de Alencar
  98. Contos Fluminenses – Machado de Assis
  99. Capítulos de História Colonial (1500-1800) – João Capistrano de Abreu
  100. O Primo Basílio – José Maria Eça de Queirós
  101. Memórias Póstumas de Brás Cubas – Machado de Assis
  102. O Elixir da Longa Vida – Honoré de Balzac
  103. Livro de Mágoas – Florbela Espanca
  104. O Alienista – Machado de Assis
  105. A Herança – Machado de Assis
  106. Contos – José Maria Eça de Queirós
  107. História da Literatura Brasileira: Fatores da Literatura Brasileira – Sílvio Romero
  108. Astúcias de Marido – Machado de Assis
  109. A Mulher de Preto – Machado de Assis
  110. Teoria do Medalhão – Machado de Assis
  111. A melhor das noivas – Machado de Assis
  112. Antes que Cases – Machado de Assis
  113. A Mão e a Luva – Machado de Assis
  114. Bom Crioulo – Adolfo Caminha
  115. A Carne – Júlio Ribeiro
  116. Poemas – Safo
  117. Andar a Pé – David Henry Thoreau
  118. Conto de Escola – Machado de Assis
  119. Farsa de Inês Pereira – Gil Vicente
  120. O Enfermeiro – Machado de Assis
  121. Til – José de Alencar
  122. Senhora – José de Alencar
  123. As Academias de Sião – Machado de Assis
  124. Caráter – Ralph Waldo Emerson
  125. A Sereníssima República – Machado de Assis
  126. O Alienista – Machado de Assis
  127. Sonetos e Outros Poemas – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  128. Memórias de um Sargento de Milícias – Manuel Antônio de Almeida
  129. A Desejada das Gentes – Machado de Assis
  130. Camões – Joaquim Nabuco
  131. Minha formação – Joaquim Nabuco
  132. Cartas D’Amor – O Efêmero Feminino – José Maria Eça de Queirós
  133. A Mão e a Luva – Machado de Assis
  134. Charneca em flor – Florbela Espanca
  135. Diário íntimo – Afonso Henriques de Lima Barreto
  136. A Semana – Machado de Assis
  137. A Pele do Lobo – Artur Azevedo
  138. Vozes d’África – Antônio Frederico de Castro Alves
  139. Almas Agradecidas – Machado de Assis
  140. Noite de Almirante – Machado de Assis
  141. Papéis Avulsos – Machado de Assis
  142. Aurora sem Dia – Machado de Assis
  143. A viúva Sobral – Machado de Assis
  144. Eterna Mágoa – Augusto dos Anjos
  145. A Carta – Pero Vaz de Caminha
  146. A Alma do Lázaro – José de Alencar
  147. Uns Braços – Machado de Assis
  148. Brás, Bexiga e Barra Funda – Alcântara Machado
  149. Os Dois ou o Inglês Maquinista – Luís Carlos Martins Pena
  150. Obras Seletas – Rui Barbosa
  151. Anedota Pecuniária – Machado de Assis
  152. Béatrix – Honoré de Balzac
  153. Anedota do Cabriolet – Machado de Assis
  154. Lira dos Vinte Anos – Manuel Antônio Álvares de Azevedo
  155. Amor com amor se paga – França Júnior
  156. Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional – Fundação Biblioteca Nacional
  157. O Navio Negreiro – Antônio Frederico de Castro Alves
  158. Quincas Borba – Machado de Assis
  159. Espumas Flutuantes – Antônio Frederico de Castro Alves
  160. Poemas Irônicos, Venenosos e Sarcásticos – Manuel Antônio Álvares de Azevedo
  161. A “Não-me-toques”! – Artur Azevedo
  162. O Homem que Sabia Javanês e Outros Contos – Afonso Henriques de Lima Barreto
  163. A Semana – Machado de Assis
  164. A Carne – Júlio Ribeiro
  165. Memorial de Aires – Machado de Assis
  166. Antologia – Antero de Quental
  167. A Escrava Isaura – Bernardo Guimarães
  168. Seleção de Obras Poéticas – Gregório de Matos
  169. Via-Láctea – Olavo Bilac
  170. Contos Gauchescos – João Simões Lopes Neto
  171. A mulher Pálida – Machado de Assis
  172. Viagens na Minha Terra – João Batista da Silva Leitão de Almeida Garrett
  173. A Senhora do Galvão – Machado de Assis
  174. O Primo Basílio – José Maria Eça de Queirós
  175. Cícero – Plutarco
  176. Várias Histórias – Machado de Assis
  177. Carolina – Casimiro de Abreu
  178. A Moreninha – Joaquim Manuel de Macedo
  179. Livro de Sóror Saudade – Florbela Espanca
  180. Histórias da Meia-Noite – Machado de Assis
  181. O Ateneu – Raul Pompéia
  182. A Inglezinha Barcelos – Machado de Assis
  183. A Parasita Azul – Machado de Assis
  184. Confissões de uma Viúva Moça – Machado de Assis
  185. A última receita – Machado de Assis
  186. 14 de Julho na roça – Raul Pompéia
  187. Antes da Missa – Machado de Assis
  188. Os Escravos – Antônio Frederico de Castro Alves
  189. Outras Poesias – Augusto dos Anjos
  190. A Desejada das Gentes – Machado de Assis
  191. A Ama-Seca – Artur Azevedo
  192. O Mulato – Aluísio Azevedo
  193. Amor com amor se paga – França Júnior
  194. Cinco Mulheres – Machado de Assis
  195. A Ilustre Casa de Ramires – José Maria Eça de Queirós
  196. Balas de Estalo – Machado de Assis
  197. O Dicionário – Machado de Assis
  198. Dentro da noite – João do Rio
  199. A Alma Encantadora das Ruas – João do Rio
  200. O Ingênuo – François-Marie Arouet (Voltaire)
  201. Cinco minutos – José de Alencar
  202. O triste fim de Policarpo Quaresma – Afonso Henriques de Lima Barreto
  203. Contos de Lima Barreto – Afonso Henriques de Lima Barreto
  204. Sermão do Bom Ladrão (1655) – Pe. Antônio Vieira
  205. A Brasileira de Prazins – Camilo Castelo Branco
  206. Coisas que Só Eu Sei – Camilo Castelo Branco
  207. História da Literatura Brasileira – José Veríssimo Dias de Matos
  208. O livro D’ele – Florbela Espanca
  209. Conto de Escola – Machado de Assis
  210. A Dança dos Ossos – Bernardo Guimarães
  211. Confissões de uma Viúva – Machado de Assis
  212. O Sertanejo – José de Alencar
  213. Casa Velha – Machado de Assis
  214. Caso da Vara – Machado de Assis
  215. Cantiga de Esponsais – Machado de Assis
  216. O Mundo como Está – François-Marie Arouet (Voltaire)
  217. Cartas Chilenas – Tomáz Antônio Gonzaga
  218. A Orgia dos Duendes – Bernardo Guimarães
  219. As Religiões no Rio – João do Rio
  220. Como e por que sou Romancista – José de Alencar
  221. Aos Vinte Anos – Aluísio Azevedo
  222. Redondilhas – Luís Vaz de Camões
  223. As viagens – Olavo Bilac
  224. A Pata da Gazela – José de Alencar
  225. Capítulo dos Chapéus – Machado de Assis
  226. Casa de Pensão – Aluísio Azevedo
  227. Contos para Velhos – Olavo Bilac
  228. Esaú e Jacó – Machado de Assis
  229. Bons Dias – Machado de Assis
  230. Ubirajara – José de Alencar
  231. A mágoa do Infeliz Cosme – Machado de Assis
  232. As Bodas de Luís Duarte – Machado de Assis
  233. Lucíola – José de Alencar
  234. A Luneta Mágica – Joaquim Manuel de Macedo
  235. O Demônio Familiar – José de Alencar
  236. A Capital Federal – Artur Azevedo
  237. Auto da Alma – Gil Vicente
  238. 7 Canções – Salomão Rovedo
  239. Inocência – Visconde de Taunay
  240. O Enfermeiro – Machado de Assis
  241. Espumas Flutuantes – Antônio Frederico de Castro Alves
  242. O Juiz de Paz da Roça – Luís Carlos Martins Pena
  243. A idéia do Ezequiel Maia – Machado de Assis
  244. Coração, Cabeça e Estômago – Camilo Castelo Branco
  245. Papéis Avulsos – Machado de Assis
  246. A Casadinha de Fresco – Artur Azevedo
  247. Zadig ou o Destino – François-Marie Arouet (Voltaire)
  248. Um Homem Célebre – Machado de Assis
  249. A Confissão de Lúcio – Mário de Sá-Carneiro
  250. Felicidade pelo Casamento – Machado de Assis
  251. Marília de Dirceu – Tomáz Antônio Gonzaga
  252. A Viuvinha – José de Alencar
  253. Ayres e Vergueiro – Machado de Assis
  254. A Bela Madame Vargas – João do Rio
  255. A Conselho do Marido – Artur Azevedo
  256. As Forças Caudinas – Machado de Assis
  257. Noite na Taverna – Manuel Antônio Álvares de Azevedo
  258. Helena – Machado de Assis
  259. Antes da Rocha Tapéia – Machado de Assis
  260. Camões – Joaquim Nabuco
  261. A Condessa Vésper – Aluísio Azevedo
  262. Seleção de Obras Poéticas – Gregório de Matos
  263. Reliquiae – Florbela Espanca
  264. A Poesia Interminável – João da Cruz e Sousa
  265. A decadência da mentira (Trad. Max Gonçalves Leite Ferreira) – Oscar Wilde
  266. Canções e Elegias – Luís Vaz de Camões
  267. A Dívida – Artur Azevedo
  268. Juca-Pirama – Antônio Gonçalves Dias
  269. O Homem dos Quarenta Escudos – François-Marie Arouet (Voltaire)
  270. Juca-Pirama – Antônio Gonçalves Dias
  271. A Conquista – Coelho Neto
  272. Um Apólogo – Machado de Assis
  273. Marília de Dirceu – Tomáz Antônio Gonzaga
  274. O Livro de Cesário Verde – José Joaquim Cesário Verde
  275. Um Homem Célebre – Machado de Assis
  276. O Uraguai – José Basílio da Gama
  277. Diva – José de Alencar
  278. A Cruz Mutilada – Alexandre Herculano
  279. Quincas Borba – Machado de Assis
  280. O Relógio de Ouro – Machado de Assis
  281. A Alegria da Revolução – Ken Knab
  282. 345 – Artur Azevedo
  283. Brincar com fogo – Machado de Assis
  284. A Melhor Amiga – Artur Azevedo
  285. Um Tratado da Cozinha Portuguesa do Século XV – Anônimo
  286. Caramuru: poema épico do descobrimento da Bahia – José de Santa Rita Durão
  287. Memórias de um Sargento de Milícias – Manuel Antônio de Almeida
  288. Uma Senhora – Machado de Assis
  289. Clara dos Anjos – Afonso Henriques de Lima Barreto
  290. As Asas de um Anjo (Comédia) – José de Alencar
  291. A Campanha Abolicionista – José Carlos do Patrocínio
  292. O Velho da Horta – Gil Vicente
  293. Farsa do Velho da Horta – Gil Vicente
  294. Minha formação – Joaquim Nabuco
  295. Balas de Estalo – Machado de Assis
  296. Jogo do Bicho – Machado de Assis
  297. Poemas Humorísticos e Irônicos – João da Cruz e Sousa
  298. Micrômegas – François-Marie Arouet (Voltaire)
  299. Lira dos Vinte Anos – Manuel Antônio Álvares de Azevedo
  300. O Mulato – Aluísio Azevedo
  301. Cultura e Opulência do Brasil por suas Drogas e Minas – Pe. André João Antonil
  302. Fulano – Machado de Assis
  303. Iaiá Garcia – Machado de Assis
  304. O Segredo do Bonzo – Machado de Assis
  305. Conto Alexandrino – Machado de Assis
  306. A Arrábida – Alexandre Herculano
  307. Poemas Malditos – Manuel Antônio Álvares de Azevedo
  308. Idéias do Canário – Machado de Assis
  309. As Cartas de Amabed – François-Marie Arouet (Voltaire)
  310. Filosofia de um par de botas – Machado de Assis
  311. A história de Seny – A caminhada – Sylvia Senny
  312. Tu, só tu, puro amor – Machado de Assis
  313. Mariana – Machado de Assis
  314. Contos avulsos – Alcântara Machado
  315. Eurico, o Presbítero – Alexandre Herculano
  316. Suje-Se, Gordo! – Machado de Assis
  317. Ao Entardecer (contos vários) – Visconde de Taunay
  318. A Confissão de Lúcio – Mário de Sá-Carneiro
  319. Camões: discurso pronunciado a 10 de junho de 1880 por parte [sic] do Gabinete Português de Leitura – Joaquim Nabuco
  320. Os Sertões – Euclides da Cunha
  321. Minha formação – Joaquim Nabuco
  322. Paula – Machado de Assis
  323. A Casa Fechada – Roberto Gomes Ribeiro
  324. Miss Dollar – Machado de Assis
  325. O Judas em Sábado de Aleluia – Luís Carlos Martins Pena
  326. O Ateneu – Raul Pompéia
  327. Quinhentos Contos – Machado de Assis
  328. Estórias de Jenni – François-Marie Arouet (Voltaire)
  329. Elogio da vaidade – Machado de Assis
  330. Conjugo Vobis – Artur Azevedo
  331. O Seminarista – Bernardo Guimarães
  332. O Noviço – Luís Carlos Martins Pena
  333. Crisálidas – Machado de Assis
  334. O Homem que Sabia Javanês – Afonso Henriques de Lima Barreto
  335. Um Apólogo – Machado de Assis
  336. Profissão de fé – Olavo Bilac
  337. Um cão de lata ao rabo – Machado de Assis
  338. Via-Láctea – Olavo Bilac
  339. Poesias dispersas – Machado de Assis
  340. Viver! – Machado de Assis
  341. Lendas do Sul – João Simões Lopes Neto
  342. Cartas Chilenas – Tomáz Antônio Gonzaga
  343. Umas Férias – Machado de Assis
  344. Hoje sou um; e amanhã outro – Qorpo Santo
  345. Um esqueleto – Machado de Assis
  346. O Segredo de Augusta – Machado de Assis
  347. Longe dos Olhos – Machado de Assis
  348. O anjo Rafael – Machado de Assis
  349. Crônicas – Afonso Henriques de Lima Barreto
  350. O Gaúcho – José de Alencar
  351. Juca-Pirama – Antônio Gonçalves Dias
  352. Tropas e boiadas – Hugo de Carvalho Ramos
  353. Três tesouros perdidos – Machado de Assis
  354. Recordações do Escrivão Isaías Caminha – Afonso Henriques de Lima Barreto
  355. Mãe – José de Alencar
  356. História de uma lágrima – Machado de Assis
  357. O imortal – Machado de Assis
  358. Contos Fluminenses – Machado de Assis
  359. Eterno! – Machado de Assis
  360. Benedita – Machado de Assis
  361. O dialeto caipira – Amadeu Amaral
  362. Textos críticos – Machado de Assis
  363. Poemas Escolhidos – Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)
  364. Singular Ocorrência – Machado de Assis
  365. Ressureição – Machado de Assis
  366. Último Capítulo – Machado de Assis
  367. Esaú e Jacó – Machado de Assis
  368. Mateus e Mateusa – Qorpo Santo
  369. O Cônego ou Metafísica do Estilo – Machado de Assis
  370. Auto da Festa de São Lourenço – Pe. José de Anchieta
  371. O Touro Branco – François-Marie Arouet (Voltaire)
  372. Verba Testamentária – Machado de Assis
  373. O seminarista – Bernardo Guimarães
  374. Casada e viúva – Machado de Assis
  375. Relíquias da Casa Velha – Machado de Assis
  376. À Margem da História – Euclides da Cunha
  377. Suspiros Poéticos e Saudades – Domingos Gonçalves de Magalhães
  378. Entre Santos – Machado de Assis
  379. To be or not to be – Machado de Assis
  380. O Mulato – Aluísio Azevedo
  381. As Pupilas do Senhor Reitor – Júlio Dinis
  382. Frei Simão – Machado de Assis
  383. Uns Braços – Machado de Assis
  384. Filmer – H.G. Wells
  385. Trio em Lá Menor – Machado de Assis
  386. Fernando e Fernanda – Machado de Assis
  387. Correspondência de Machado de Assis – Machado de Assis
  388. Os Ouvidos do Conde de Chesterfield e o Capelão Goudman – François-Marie Arouet (Voltaire)
  389. Flor anônima – Machado de Assis
  390. Evolução – Machado de Assis
  391. Noite na Taverna – Manuel Antônio Álvares de Azevedo
  392. Caramuru – José de Santa Rita Durão
  393. Memorial de Aires – Machado de Assis
  394. Woyzeck – George Büchner
  395. Maria Cora – Machado de Assis
  396. O Empréstimo – Machado de Assis
  397. Quem conta em conto… – Machado de Assis
  398. Casa, não casa – Machado de Assis
  399. Sermão de Santo Antônio – Pe. Antônio Vieira
  400. Macário – Manuel Antônio Álvares de Azevedo
  401. O Moço Loiro – Joaquim Manuel de Macedo
  402. Encarnação – José de Alencar
  403. O Oráculo – Machado de Assis
  404. Desencantos – Machado de Assis
  405. Casa velha – Machado de Assis
  406. Ex Cathedra – Machado de Assis
  407. Galeria Póstuma – Machado de Assis
  408. O Anel de Polícrates – Machado de Assis
  409. A Normalista – Adolfo Caminha
  410. Críticas Teatrais – Machado de Assis
  411. O Ateneu – Raul Pompéia
  412. Uma carta – Machado de Assis
  413. Viver – Machado de Assis
  414. Histórias sem Data – Machado de Assis
  415. Decadência de dois grandes homens – Machado de Assis
  416. Cinco minutos – José de Alencar
  417. Sermão do Mandato (1643) – Pe. Antônio Vieira
  418. Tratado da Terra do Brasil: História da Província Santa Cruz a que Vulgarmente Chamamos Brasil – Pero de Magalhães Gândavo
  419. Na Academia Brasileira de Letras – Machado de Assis
  420. Lição de Botânica – Machado de Assis
  421. O Livro de uma Sogra – Aluísio Azevedo
  422. Inocência – Visconde de Taunay
  423. Duas Juízas – Machado de Assis
  424. Eu sou a vida; eu não sou a morte – Qorpo Santo
  425. A Viuvinha – José de Alencar
  426. Metafísica das Rosas – Machado de Assis
  427. O anjo das donzelas – Machado de Assis
  428. A Marquesa de Santos – Paulo Setúbal
  429. O Homem – Aluísio Azevedo
  430. O contrato – Machado de Assis
  431. Diana – Machado de Assis
  432. Poema da Virgem – Pe. José de Anchieta
  433. Linha Reta e Linha Curva – Machado de Assis
  434. Encher tempo – Machado de Assis
  435. Ubirajara – José de Alencar
  436. Os Dois Amores – Joaquim Manuel de Macedo
  437. Páginas Recolhidas – Machado de Assis
  438. Seleção de Obras Poéticas II – Gregório de Matos
  439. Quem Boa Cama Faz… – Machado de Assis
  440. Primas de Sapucaia – Machado de Assis
  441. Como se inventaram os almanaques – Machado de Assis
  442. Manuscrito de um Sacristão – Machado de Assis
  443. Poemas de Fagundes Varela – Luís Nicolau Fagundes Varela
  444. O Velho Senado – Machado de Assis
  445. Hoje Avental, amanhã Luva – Machado de Assis
  446. Inocência – Visconde de Taunay
  447. Mônica – Machado de Assis
  448. Vênus! divina vênus! – Machado de Assis
  449. Marcha Fúnebre – Machado de Assis
  450. Ao Correr da Pena – José de Alencar
  451. Uma Visita de Alcebíades – Machado de Assis
  452. Curta história – Machado de Assis
  453. Na Arca – Machado de Assis
  454. A Retirada da Laguna – Visconde de Taunay
  455. História comum – Machado de Assis
  456. Pílades e Orestes – Machado de Assis
  457. História do Futuro, Vol. I – Pe. Antônio Vieira
  458. Os Bruzundangas – Afonso Henriques de Lima Barreto
  459. O corpo feminino em debate – Maria Izilda Santos de Matos
  460. Não Consultes Médico – Machado de Assis
  461. Uma Lágrima de Mulher – Aluísio Azevedo
  462. O Protocolo – Machado de Assis
  463. Lágrimas de Xerxes – Machado de Assis
  464. Quem Casa, Quer Casa – Luís Carlos Martins Pena
  465. O País das Quimeras – Machado de Assis
  466. Paula -Machado de Assis
  467. Últimos Sonetos – João da Cruz e Sousa
  468. Entre 1892 e 1894 – Machado de Assis
  469. O Rei dos Caiporas – Machado de Assis
  470. A relíquia – José Maria Eça de Queirós
  471. Auto da Índia – Gil Vicente
  472. Demônios – Aluísio Azevedo
  473. O Caçador de Esmeraldas – Olavo Bilac
  474. O Mandarim – José Maria Eça de Queirós
  475. Onze anos depois – Machado de Assis
  476. Dívida Extinta – Machado de Assis
  477. Os Sonhos d’Ouro – José de Alencar
  478. Vidros quebrados – Machado de Assis
  479. Uma noite – Machado de Assis
  480. Relíquias da Casa Velha – Machado de Assis
  481. Francisca – Machado de Assis
  482. Uma águia sem asas – Machado de Assis
  483. Os deuses de casaca – Machado de Assis
  484. O que são as moças – Machado de Assis
  485. Jucunda – Machado de Assis
  486. Ernesto de Tal – Machado de Assis
  487. Falenas – Machado de Assis
  488. Memorial de Aires – Machado de Assis
  489. Identidade – Machado de Assis
  490. Auto da Alma – Gil Vicente
  491. Viagem à roda de mim mesmo – Machado de Assis
  492. O Último dia de um poeta – Machado de Assis
  493. O Mambembe – Artur Azevedo
  494. Luís Soares – Machado de Assis
  495. O machete – Machado de Assis
  496. O Bobo – Alexandre Herculano
  497. O Diplomático – Machado de Assis
  498. Um Erradio – Machado de Assis
  499. O astrólogo – Machado de Assis
  500. Iaiá Garcia – Machado de Assis
  501. O Bispo Negro – Alexandre Herculano
  502. O Cemitério dos Vivos – Afonso Henriques de Lima Barreto
  503. Momento literário – João do Rio
  504. Conversão de um avaro – Machado de Assis
  505. Cantiga velha – Machado de Assis
  506. Diálogos das Grandezas do Brasil – Izaak Walton
  507. O Missionário – Inglês de Sousa
  508. Cervantes, Dom Quixote e outras e-crônicas do nosso tempo – Salomão Rovedo
  509. Possível e Impossível – Machado de Assis
  510. Os Timbiras – Antônio Gonçalves Dias
  511. O Mistério da Estrada de Sintra – José Maria Eça de Queirós
  512. O Brasil anedótico – Humberto de Campos
  513. Luzia-Homem – Domingos Olímpio Braga Cavalcanti
  514. Viagens na Minha Terra – João Batista da Silva Leitão de Almeida Garrett
  515. Pareceres de Machado de Assis – Machado de Assis
  516. Muitos anos depois – Machado de Assis
  517. Contos – José Maria Eça de Queirós
  518. O caminho da porta – Machado de Assis
  519. As fábulas de Esopo – Joseph Shafan
  520. Ponto de Vista – Machado de Assis
  521. O Lapso – Machado de Assis
  522. História de Quinze Dias – Machado de Assis
  523. A Melhor Vingança – Artur Azevedo
  524. Questão de vaidade – Machado de Assis
  525. Papéis Velhos – Machado de Assis
  526. O Cabeleira – Franklin Távora
  527. O Navio Negreiro – Antônio Frederico de Castro Alves
  528. O caminho de Damasco – Machado de Assis
  529. Um Capitão de Voluntários – Machado de Assis
  530. O Pai – Machado de Assis
  531. Lendas e Narrativas (Tomo I) – Alexandre Herculano
  532. Qual dos dois – Machado de Assis
  533. O que é o Casamento? – José de Alencar
  534. A Almanjarra – Artur Azevedo
  535. O caso da Viúva – Machado de Assis
  536. Farsa ou Auto de Inês Pereira – Gil Vicente
  537. História de Quinze Dias – Machado de Assis
  538. Vida Urbana – Afonso Henriques de Lima Barreto
  539. Máximas, Pensamentos e Reflexões – Marquês de Maricá
  540. Polêmicas e reflexões – Machado de Assis
  541. Crisálidas – Machado de Assis
  542. Poemas – Alphonsus de Guimarães
  543. História da Província de Santa Cruz, A que Vulgarmente Chamamos Brasil – Pero de Magalhães Gândavo
  544. Memórias da Rua do Ouvidor – Joaquim Manuel de Macedo
  545. Goivos e Camélias – Machado de Assis
  546. Segundos Cantos e Sextilhas de Frei Antão – Antônio Gonçalves Dias
  547. Auto da Índia – Gil Vicente
  548. Certa Entidade em Busca de Outra – Qorpo Santo
  549. Os Bruzundangas – Afonso Henriques de Lima Barreto
  550. Crisálidas – Machado de Assis
  551. Arras por Foro de Espanha (1371-1372) – Alexandre Herculano
  552. Um sonho e outro sonho – Machado de Assis
  553. O Passado, passado – Machado de Assis
  554. Contrastes e Confrontos – Euclides da Cunha
  555. Diva – José de Alencar
  556. Vila Rica – Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)
  557. A Nova Califórnia – Afonso Henriques de Lima Barreto
  558. Cartas de Inglaterra – José Maria Eça de Queirós
  559. Carta de um Defunto Rico – Afonso Henriques de Lima Barreto
  560. Dispersão – Mário de Sá-Carneiro
  561. João Fernandes – Machado de Assis
  562. Não consultes Médico – Machado de Assis
  563. Marcha Fúnebre – Machado de Assis
  564. Crepúsculo – Auta de Sousa
  565. Uma Lágrima de Mulher – Aluísio Azevedo
  566. O Caçador de Esmeraldas – Olavo Bilac
  567. O Anjo Caído – João Batista da Silva Leitão de Almeida Garrett
  568. A Casinha de Fresco – Artur Azevedo
  569. Folha rota – Machado de Assis
  570. Auto da Feira – Gil Vicente
  571. As Casadas Solteiras – Luís Carlos Martins Pena
  572. Entre duas datas – Machado de Assis
  573. O Monstro e Outros contos – Humberto de Campos
  574. A Carne – Júlio Ribeiro
  575. Casa de pensão – Aluísio Azevedo
  576. Caravela: redescobrimentos. (Coleção literatura para todos; v.4) – Gabriel Bicalho
  577. A Luneta Mágica – Joaquim Manuel de Macedo
  578. As Pupilas do Senhor Reitor – Júlio Dinis
  579. Quase ministro – Machado de Assis
  580. A Polêmica – Artur Azevedo
  581. A Tempestade – Alexandre Herculano
  582. A Moça mais Bonita do Rio de Janeiro – Artur Azevedo
  583. Singularidades de uma Rapariga Loura – José Maria Eça de Queirós
  584. Astúcias de namorada – Pinheiro Chagas
  585. O Matuto – Franklin Távora
  586. Ruy de Leão – Machado de Assis
  587. Sermão de Santo Antônio – Pe. Antônio Vieira
  588. A Margem – José Leon Machado
  589. Poesias Completas – Laurindo José da Silva Rabelo
  590. Poemas – Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)
  591. As Mulheres de Mantilha – Joaquim Manuel de Macedo
  592. O Cemitério dos Vivos – Afonso Henriques de Lima Barreto
  593. Clepsidra – Camilo Pessanha
  594. Páginas Críticas e Comemorativas – Machado de Assis
  595. Um homem superior – Machado de Assis
  596. A Pata da Gazela – José de Alencar
  597. As Casadas Solteiras – Luís Carlos Martins Pena
  598. Verso e Reverso – José de Alencar
  599. Histórias e Tradições da Província de Minas Gerais – Bernardo Guimarães
  600. Abel e Helena – Artur Azevedo
  601. A falência – Júlia Lopes de Almeida
  602. O Japão – Aluísio Azevedo
  603. Sermão dos Bons Anos – Pe. Antônio Vieira
  604. O Elixir do Pajé – Bernardo Guimarães
  605. Clara dos Anjos – Afonso Henriques de Lima Barreto
  606. Henriqueta Renan – Machado de Assis
  607. O Juiz de Paz da Roça – Luís Carlos Martins Pena
  608. Um Especialista – Afonso Henriques de Lima Barreto
  609. Pobre Finoca – Machado de Assis
  610. Broquéis – João da Cruz e Sousa
  611. Coisas que Só Eu Sei – Camilo Castelo Branco
  612. Virginius – Machado de Assis
  613. Médico é Remédio – Machado de Assis
  614. Contrastes e Confrontos – Euclides da Cunha
  615. Casa de Pensão – Aluísio Azevedo
  616. Os Óculos de Pedro Antão – Machado de Assis
  617. Luxo e Vaidade – Joaquim Manuel de Macedo
  618. Clara dos Anjos – Afonso Henriques de Lima Barreto
  619. Alma inquieta – Olavo Bilac
  620. O Poeta e a Inquisição – Visconde de Araguaia
  621. Histórias e Sonhos – Afonso Henriques de Lima Barreto
  622. A Pata da Gazela – José de Alencar
  623. O Noviço – Luís Carlos Martins Pena
  624. O Cemitério dos Vivos – Afonso Henriques de Lima Barreto
  625. Últimos Sonetos – João da Cruz e Sousa
  626. Pobre Cardeal! – Machado de Assis
  627. Primeiros Cantos – Antônio Gonçalves Dias
  628. Poesias Colegiais – Antônio Frederico de Castro Alves
  629. Os retirantes – José do Patrocínio
  630. Encarnação – José de Alencar
  631. Bom Crioulo – Adolfo Caminha
  632. Mariana – Machado de Assis
  633. Sarças de Fogo – Olavo Bilac
  634. Uma excursão milagrosa – Machado de Assis
  635. Ondas e Outros Poemas Esparsos – Euclides da Cunha
  636. Letra vencida – Machado de Assis
  637. Poemas Malditos – Manuel Antônio Álvares de Azevedo
  638. Terpsícore – Machado de Assis
  639. Capítulos de História Colonial – João Capistrano de Abreu
  640. Romance de uma Velha – Joaquim Manuel de Macedo
  641. A Abóboda – Alexandre Herculano
  642. O segredo – Antônio Frederico de Castro Alves
  643. Poemas Irônicos, Venenosos e Sarcásticos – Manuel Antônio Álvares de Azevedo
  644. Não é mel para a boca do asno – Machado de Assis
  645. Um almoço – Machado de Assis
  646. A Mortalha de Alzira – Aluísio Azevedo
  647. Lendas do Sul – João Simões Lopes Neto
  648. Tratado da Terra do Brasil – Pero de Magalhães Gândavo
  649. A Nova Califórnia – Afonso Henriques de Lima Barreto
  650. A Capital Federal – Artur Azevedo
  651. O Rio de Janeiro – Verso e Reverso – José de Alencar
  652. Prosas Bárbaras – José Maria Eça de Queirós
  653. O Coruja – Aluísio Azevedo
  654. Tarde – Olavo Bilac
  655. Crônicas de Londres – José Maria Eça de Queirós
  656. O Pecado – Afonso Henriques de Lima Barreto
  657. Em busca dos contos perdidos – Mariza B. T. Mendes
  658. O Único Assassinato de Cazuza – Afonso Henriques de Lima Barreto
  659. A Carta de Mestre João Faras – Mestre João Faras
  660. A capital – José Maria Eça de Queirós
  661. Um parto – Qorpo Santo
  662. Aos Vinte Anos – Aluísio Azevedo
  663. Auto de Mofina Mendes – Gil Vicente
  664. Missal – João da Cruz e Sousa
  665. Macário – Manuel Antônio Álvares de Azevedo
  666. A Doença do Fabrício – Artur Azevedo
  667. O Conde d’Abranhos – José Maria Eça de Queirós
  668. O Garatuja – José de Alencar
  669. Canções e Elegias – Luís Vaz de Camões
  670. O Juiz de Paz da Roça – Luís Carlos Martins Pena
  671. Contos Fora de Moda – Artur Azevedo
  672. Amor com amor se paga – França Júnior
  673. A Luneta Mágica – Joaquim Manuel de Macedo
  674. A Conquista – Coelho Neto
  675. Alma Cabocla – Paulo Setúbal
  676. Abel e Helena – Artur Azevedo
  677. A Origem do Mênstruo – Bernardo Guimarães
  678. Os Pobres – Raul Brandão
  679. O carro 13 – Machado de Assis
  680. A Normalista – Adolfo Caminha
  681. Maria Rosa Mística – Pe. Antônio Vieira
  682. A Ritinha – Artur Azevedo
  683. A mulher de Anacleto – Afonso Henriques de Lima Barreto
  684. O Mandarim – José Maria Eça de Queirós
  685. Alves & Cia. – José Maria Eça de Queirós
  686. Novos Cantos – Antônio Gonçalves Dias
  687. As Asas de um Anjo (Peça) – José de Alencar
  688. Amor de Salvação – Camilo Castelo Branco
  689. Um incêndio – Machado de Assis
  690. Singularidades de uma Rapariga Loura – José Maria Eça de Queirós
  691. O Namorador ou a Noite de São João – Luís Carlos Martins Pena
  692. A Filosofia do Mendes – Artur Azevedo
  693. Numa e a Ninfa – Afonso Henriques de Lima Barreto
  694. Soneto anal – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  695. A Filha de Maria Angu – Artur Azevedo
  696. Suje-Se, Gordo! – Machado de Assis
  697. O Garimpeiro – Bernardo Guimarães
  698. Uma partida – Machado de Assis
  699. Eficiência Militar – Afonso Henriques de Lima Barreto
  700. Os Ciúmes de um Pedestre ou o Terrível Capitão do Mato – Luís Carlos Martins Pena
  701. Folhas Caídas – João Batista da Silva Leitão de Almeida Garrett
  702. À Margem da História – Euclides da Cunha
  703. A Intrusa – Júlia Lopes de Almeida
  704. Carolina – Casimiro de Abreu
  705. Os Irmãos das Almas – Luís Carlos Martins Pena
  706. Os Brilhantes do Brasileiro – Camilo Castelo Branco
  707. A Voz – Alexandre Herculano
  708. Laranja-da-China – Alcântara Machado
  709. História do Futuro, Vol. II – Pe. Antônio Vieira
  710. O Esqueleto – Aluísio Azevedo
  711. Cartas Familiares e Bilhetes de Paris – José Maria Eça de Queirós
  712. Um ambicioso – Machado de Assis
  713. O sainete – Machado de Assis
  714. Poemas em Prosa (Trad. Max Gonçalves Leite Ferreira) – Oscar Wilde
  715. Auto da Feira – Gil Vicente
  716. À Margem da História – Euclides da Cunha
  717. Espumas Flutuantes – Antônio Frederico de Castro Alves
  718. Ensaio Histórico sobre as Letras no Brasil – Francisco Adolfo de Varnhagen
  719. Inocência – Visconde de Taunay
  720. Assombramento – Afonso Arinos
  721. Os Bruzundangas – Afonso Henriques de Lima Barreto
  722. Um quarto de século – Machado de Assis
  723. Poemas de Raul de Leoni – Raul de Leoni
  724. A serpente de bronze – Humberto de Campos
  725. Canto da Solidão – Bernardo Guimarães
  726. Triunfo da Morte – Francesco Petrarca
  727. As Farpas (Janeiro 1878) – José Maria Eça de Queirós
  728. Quem Casa, Quer Casa – Luís Carlos Martins Pena
  729. Contos para velhos – Olavo Bilac
  730. – Machado de Assis
  731. A Orgia dos Duendes – Bernardo Guimarães
  732. Feitos de Mem de Sá – Pe. José de Anchieta
  733. Milagre do Natal – Afonso Henriques de Lima Barreto
  734. Tratado descritivo do Brasil em 1587 – Gabriel Soares de Sousa
  735. As jóias da Coroa – Raul Pompéia
  736. A Morte do Lidador – Alexandre Herculano
  737. O Rio de Janeiro em 1877 – Artur Azevedo
  738. A Partida – Coelho Neto
  739. A Nota de Cem Mil-Réis – Artur Azevedo
  740. Crônica do Viver Baiano Seiscentista – Os Homens Bons – Gregório de Matos
  741. Pedro – Alexandre Herculano
  742. A Jóia – Artur Azevedo
  743. Habilidoso – Machado de Assis
  744. Quem não quer ser lobo… – Machado de Assis
  745. O Livro de uma Sogra – Aluísio Azevedo
  746. Histórias e Sonhos – Afonso Henriques de Lima Barreto
  747. O escrivão Coimbra – Machado de Assis
  748. Crônica do Viver Baiano Seiscentista – A Nossa Sé da Bahia – Gregório de Matos
  749. Poemas – Luís Nicolau Fagundes Varela
  750. Um dia de entrudo – Machado de Assis
  751. Um Que Vendeu a Sua Alma – Afonso Henriques de Lima Barreto
  752. O Subterrâneo do Morro do Castelo – Afonso Henriques de Lima Barreto
  753. A Retirada da Laguna – Visconde de Taunay
  754. Ocidentais – Machado de Assis
  755. Panóplias – Olavo Bilac
  756. Prólogos Interessantíssimos – Vários Autores
  757. O Touro Negro – Aluísio Azevedo
  758. Silvestre – Machado de Assis
  759. Miloca – Machado de Assis
  760. Uma ode de anacreonte – Machado de Assis
  761. Comes e Bebes – Artur Azevedo
  762. Uma loureira – Machado de Assis
  763. O Teles e o Tobias – Machado de Assis
  764. As Maluquices do Imperador – Paulo Setúbal
  765. A Marcelina – Artur Azevedo
  766. As Farpas (Fevereiro a Maio 1878) – José Maria Eça de Queirós
  767. Última receita – Machado de Assis
  768. As Cerejas – Artur Azevedo
  769. Histórias sem Data – Machado de Assis
  770. Uma Praga Rogada nas Escadarias da Fôrca – Camilo Castelo Branco
  771. Grãos de mostarda – Humberto de Campos
  772. A Princesa dos Cajueiros – Artur Azevedo
  773. O capitão Mendonça – Machado de Assis
  774. Relíquias da Casa Velha – Machado de Assis
  775. Valério – Machado de Assis
  776. O Segredo de Augusta – Machado de Assis
  777. Três conseqüências – Machado de Assis
  778. Poemas – Alphonsus de Guimarães
  779. O Cabeleira – Franklin Távora
  780. Uma por outra – Machado de Assis
  781. O programa – Machado de Assis
  782. Falenas – Machado de Assis
  783. Carne Frita – Gustavo Villas Boas Farias
  784. O almada – Machado de Assis
  785. Frei Simão – Machado de Assis
  786. A senzala – Antônio Frederico de Castro Alves
  787. Nem uma nem outra – Machado de Assis
  788. O Bote de rapé – Machado de Assis
  789. Médico é remédio – Machado de Assis
  790. As viagens – Olavo Bilac
  791. A Pele do Lobo – Artur Azevedo
  792. Falenas – Machado de Assis
  793. Troca de datas – Machado de Assis
  794. Onda – Machado de Assis
  795. A Semana Santa – Alexandre Herculano
  796. O caso do Romualdo – Machado de Assis
  797. O califa de platina – Machado de Assis
  798. Agora que sinto amor – Alberto Caeiro
  799. O caso Barreto – Machado de Assis
  800. Soneto da puta novata – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  801. As Farpas (Novembro a Dezembro 1882) – José Maria Eça de Queirós
  802. Miss Dollar – Machado de Assis
  803. Luís Soares – Machado de Assis
  804. O Cônego ou Metafísica do Estilo – Machado de Assis
  805. Poesias Coligidas – Antônio Frederico de Castro Alves
  806. Leonor de Mendonça – Antônio Gonçalves Dias
  807. Remissão de Pecados – Joaquim Manuel de Macedo
  808. Idéias do Canário – Machado de Assis
  809. Orai por ele – Machado de Assis
  810. Um dístico – Machado de Assis
  811. O destinado – Machado de Assis
  812. O Humor e a Ironia em Bernardo de Guimarães – Bernardo Guimarães
  813. O melhor remédio – Machado de Assis
  814. Catálogo da Exposição Comemorativa do IV Centenário – Fundação Biblioteca Nacional
  815. As Farpas (Janeiro a Fevereiro 1873) – José Maria Eça de Queirós
  816. Primeiros Cantos – Antônio Gonçalves Dias
  817. Linha Reta e Linha Curva – Machado de Assis
  818. História da Conjuração Mineira – Joaquim Norberto de Souza e Silva
  819. Sermão da Quinta Dominga da Quaresma – Pe. Antônio Vieira
  820. O Noviço – Luís Carlos Martins Pena
  821. Páginas Recolhidas – Machado de Assis
  822. Entre Santos – Machado de Assis
  823. Novas relíquias – Machado de Assis
  824. Poesia Litigiosa – Antônio Frederico de Castro Alves
  825. Trio em Lá Menor – Machado de Assis
  826. O Livro de Cesario Verde – José Joaquim Cesário Verde
  827. Sales – Machado de Assis
  828. Ponto de Vista – Machado de Assis
  829. Amor por Anexins – Artur Azevedo
  830. A criança que pensa em fadas – Alberto Caeiro
  831. Sermão da Glória de Maria, Mãe de Deus – Pe. Antônio Vieira
  832. A cachoeira de Paulo Afonso – Antônio Frederico de Castro Alves
  833. Sonriendo – Wagner
  834. As Farpas (Junho 1883) – José Maria Eça de Queirós
  835. O Diplomático – Machado de Assis
  836. Trina e uma – Machado de Assis
  837. Obras poéticas – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  838. Notas Semanais – Machado de Assis
  839. A Marquesa de Santos – Paulo Setúbal
  840. Um Assovio – Qorpo Santo
  841. Ernesto de Tal – Machado de Assis
  842. Sinais de vida no planeta Minas – Fernando Gabeira
  843. Apologos: contos para criança – Coelho Netto
  844. Sermão I – Maria, Rosa Mística – Pe. Antônio Vieira
  845. A Morte do Lidador – Alexandre Herculano
  846. A intrusa – Júlia Lopes de Almeida
  847. Tentação – Adolfo Caminha
  848. O Espírito – Artur Azevedo
  849. Memórias e Cotidiano do Rio de Janeiro no Tempo do Rei: trechos selecionados das cartas de Luís Joaquim dos Santos Marrocos – Luís Joaquim dos Santos Marrocos
  850. Meus oito anos – Casimiro de Abreu
  851. A Dama do pé-de-cabra – Alexandre Herculano
  852. O Número da Sepultura – Afonso Henriques de Lima Barreto
  853. 6 rocks matutos & 1 romance rasgado. Sambarrancho do bar Jangadeiro – Salomão Rovedo
  854. Culto Métrico – Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)
  855. Notas Semanais – Machado de Assis
  856. Contos Fora da Moda – Artur Azevedo
  857. Livro das donas e donzelas – Júlia Lopes de Almeida
  858. A Nova Califórnia – Afonso Henriques de Lima Barreto
  859. Broquéis – João da Cruz e Sousa
  860. Discurso sobre a História da Literatura do Brasil – Domingos Gonçalves de Magalhães
  861. Poema dos Feitos de Mem de Sá – Pe. José de Anchieta
  862. São Cristóvão – José Maria Eça de Queirós
  863. O Parnaso Obsequioso e Obras Poéticas – Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)
  864. Acho tão natural que não se pense – Alberto Caeiro
  865. Peru versus Bolívia – Euclides da Cunha
  866. As Asas de um Anjo (Comédia) – José de Alencar
  867. O BAILE DO JUDEU – Inglês de Sousa
  868. O Soldado – Alexandre Herculano
  869. Amor é um arder, que se não sente – Abade de Jazente
  870. Ocidentais – Machado de Assis
  871. Filomena Borges – Aluísio Azevedo
  872. Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – a freira:ralo, roda e grade – Gregório de Matos
  873. Uma Campanha Alegre – Volume I – José Maria Eça de Queirós
  874. Sermão de Nossa Senhora do Ó (1640) – Pe. Antônio Vieira
  875. Certa Entidade em Busca de Outra – Qorpo Santo
  876. Uma tragédia no Amazonas – Raul Pompéia
  877. A garganta do diabo – Edio Riedi
  878. A Maldita Parentela – França Júnior
  879. Aceita o universo – Alberto Caeiro
  880. Erótica – Rafael Rodrigues Gomes
  881. Marília de Dirceu – Tomáz Antônio Gonzaga
  882. Sermão do Espírito Santo – Pe. Antônio Vieira
  883. Maria Rosa Mística Excelências, Poderes e Maravilha do seu Rosário – Pe. Antônio Vieira
  884. Contos fantásticos – Teófilo Braga
  885. Assunto para um Conto – Artur Azevedo
  886. Luzia-Homem – Domingos Olímpio Braga Cavalcanti
  887. Sermão pelo Bom Sucesso das Armas de Portugal Contra as de Holanda – Pe. Antônio Vieira
  888. Banhos de Mar – Artur Azevedo
  889. O Filho de Gabriela – Afonso Henriques de Lima Barreto
  890. A Vitória e a Piedade – Alexandre Herculano
  891. Relação do Piloto Anônimo – Anônimo
  892. Os Noivos – Artur Azevedo
  893. Alves & Cia. – José Maria Eça de Queirós
  894. A campanha da Cordilheira: diário do exército, volume 1 – Visconde de Taunay
  895. Mocidade e Morte – Alexandre Herculano
  896. O Elogio da Mentira e outras histórias – Lycio de Faria
  897. Canção do exílio – Casimiro de Abreu
  898. Patkull – Antônio Gonçalves Dias
  899. Macário – Manuel Antônio Álvares de Azevedo
  900. Acordar e despertar: pequenos toques para acordar ao lado da felicidade – Priscila Lima Rovedo
  901. Um Credor da Fazenda Nacional – Qorpo Santo
  902. Marginália – Afonso Henriques de Lima Barreto
  903. O tipo brasileiro – França Júnior
  904. A Jóia – Artur Azevedo
  905. As Asneiras do Guedes – Artur Azevedo
  906. Marginália – Afonso Henriques de Lima Barreto
  907. A viúva Simões – Júlia Lopes de Almeida
  908. Faróis – João da Cruz e Sousa
  909. Alfarrábios: o Ermitão da Glória – José de Alencar
  910. Um Assovio – Qorpo Santo
  911. A Viúva do Estanislau – Artur Azevedo
  912. Amor por Anexins – Artur Azevedo
  913. Amante – Antônio Frederico de Castro Alves
  914. Girândola de amores – Aluísio Azevedo
  915. A cachoeira – Antônio Frederico de Castro Alves
  916. A Mortalha de Alzira – Aluísio Azevedo
  917. Um Credor da Fazenda Nacional – Qorpo Santo
  918. A Luta – Carmen Dolores
  919. Chico – Artur Azevedo
  920. As Farpas (Outubro a Novembro 1873) – José Maria Eça de Queirós
  921. O Movimento da Independência, – Oliveira Lima
  922. Violeta – Raul Pompéia
  923. Poesias – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  924. Faróis – João da Cruz e Sousa
  925. A criação fantástica do humano e o conhecimento de mundo: contextos para o estudo da obra frankenstein de Mary Shelley – Ana Claudia Brida
  926. O defeito de família – França Júnior
  927. Meia hora de cinismo – França Júnior
  928. As Pupilas do Senhor Reitor – Júlio Dinis
  929. Como o Diabo as Arma! – Artur Azevedo
  930. Anjo! – Casimiro de Abreu
  931. Crônica do Viver Baiano Seiscentista – O Burgo – Gregório de Matos
  932. Amor e Pátria – Joaquim Manuel de Macedo
  933. À Alma de Minha Mãe – Auta de Sousa
  934. As Farpas (Março a Abril 1873) – José Maria Eça de Queirós
  935. Mattos, Malta ou Matta? – Aluísio Azevedo
  936. Obras Poéticas de Glauceste Satúrnio – Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)
  937. A espantosa realidade das cousas – Alberto Caeiro
  938. A morgadinha dos canaviais: crônicas da aldeia – Júlio Dinis
  939. Prosopopéia – Bento Teixeira
  940. Sermão III – Maria, Rosa Mística – Pe. Antônio Vieira
  941. Sonetos Inéditos – Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)
  942. In London And Moscow: South Of France The Memoirs Of Jacques Casanova De Seingalt 1725-1798 – Jacques Casanova de Seingalt
  943. Soneto da cagada – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  944. O Livro Derradeiro – João da Cruz e Sousa
  945. Morta que Mata – Artur Azevedo
  946. Antonica da Silva – Joaquim Manuel de Macedo
  947. Alfarrábios: o Garatuja – José de Alencar
  948. Luxo e Vaidade – Joaquim Manuel de Macedo
  949. A Ilha da Maré – Manuel Botelho de Oliveira
  950. A boa vista – Antônio Frederico de Castro Alves
  951. Auto de Mofina Mendes – Gil Vicente
  952. Quase Ela deu o “sim”, mas… – Afonso Henriques de Lima Barreto
  953. A canoa fantástica – Antônio Frederico de Castro Alves
  954. Carta da Companhia – Pe. José de Anchieta
  955. As Farpas (Junho a Julho 1882) – José Maria Eça de Queirós
  956. Flores da Noite – Lycurgo José Henrique de Paiva
  957. Amor por Anexins – Artur Azevedo
  958. A Origem do Mênstruo – Bernardo Guimarães
  959. Ironia e piedade – Olavo Bilac
  960. A tia Aninha – Artur Azevedo
  961. Auto Representado na Festa de São Lourenço – Pe. José de Anchieta
  962. O Subterrâneo do Morro do Castelo – Afonso Henriques de Lima Barreto
  963. A*** – Casimiro de Abreu
  964. O Castelo da Faria – Alexandre Herculano
  965. A Capital Federal – Artur Azevedo
  966. Tarde – Olavo Bilac
  967. Sermão da Dominga XIX depois do Pentecoste (1639) – Pe. Antônio Vieira
  968. Céus e terras do Brasil – Visconde de Taunay
  969. Cobras em compota. (Coleção literatura para todos; v.2) – Índigo
  970. Produções Satíricas e Bocageanas de Bernardo de Guimarães – Bernardo Guimarães
  971. Mocidade morta – Luis Gonzaga Duque Estrada
  972. A Ilha da Maré – Manuel Botelho de Oliveira
  973. A bico de pena: fantasias, contos e ferfis (coleção revivendo, nº 4) – Coelho Netto
  974. Sermão Nossa Senhora do Rosário com o Santíssimo Sacramento – Pe. Antônio Vieira
  975. A Filha Maria de Angu – Artur Azevedo
  976. Poesias Coligidas – Antônio Frederico de Castro Alves
  977. Antônio Rodrigues, soldado, viajante e jesuíta português na América do Sul no século XVI – Antônio Rodrigues
  978. Literatura Brasileira – Ministério das Relações Exteriores
  979. Sermão da Primeira Oitava de Páscoa – Pe. Antônio Vieira
  980. As Doutoras – França Júnior
  981. A duas flores – Antônio Frederico de Castro Alves
  982. Elefantes e Ursos – Artur Azevedo
  983. A intertextualidade entre as obras de “Romeu e Julieta”, de Shakespeare, e “Inocência” de Visconde de Taunay – Priscila Fernandes De Moraes Soraggi
  984. Poesias Manuscritas – Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)
  985. Brás, Bexiga e Barra Funda – Alcântara Machado
  986. Sermão do Mandato – Pe. Antônio Vieira
  987. Sermão da Primeira Dominga do Advento (1655) – Pe. Antônio Vieira
  988. Chapéus de palha, panamás, plumas, cartolas – Sylvia Helena Telarolli de Almeida Leite
  989. Auto-retrato – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  990. Crônica do Viver Baiano Seiscentista – Os Homens Bons – Gregório de Matos
  991. Novela e Conto – Amadeu Amaral
  992. A literatura fantástica de Edgar Allan Poe: histórias extraordinárias – Hanny Francy Passos Teles
  993. À Margem da História – Euclides da Cunha
  994. O Palhaço – Artur Azevedo
  995. A água chia no púcaro que elevo à boca – Alberto Caeiro
  996. Sentimental – Salomão Rovedo
  997. Romances tocantinenses: uma abordagem crítica – Flávio Alves da Silva
  998. Abrãao e as frutas. (Coleção literatura para todos; v. 9) – Luciana V. P. de Mendonça
  999. As Paradas – Artur Azevedo
  1000. Às Escuras – Artur Azevedo
  1001. A serpente de bronze – Humberto de Campos
  1002. Uma Pupila Rica – Joaquim Manuel de Macedo
  1003. Soneto da porra burra – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1004. A divina quimera – Eduardo Guimaraens
  1005. Convite a Marília – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1006. Adormecida – Antônio Frederico de Castro Alves
  1007. O Príncipe de Nassau – Paulo Setúbal
  1008. História da Província de Santa Cruz – Pero de Magalhães Gândavo
  1009. Obras poéticas (nova edição) – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1010. Três Gênios de Secretária – Afonso Henriques de Lima Barreto
  1011. Soneto da puta assombrosa – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1012. Acima do dó central – Abdul Cadre
  1013. Epicédio – Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)
  1014. Catálogo da Exposição Cruz e Sousa, 100 anos de morte (1898-1998) – Fundação Biblioteca Nacional
  1015. Anjo – Antônio Frederico de Castro Alves
  1016. Broquéis – João da Cruz e Sousa
  1017. No País dos Ianques – Adolfo Caminha
  1018. O Lobisomem – Raymundo Magalhães
  1019. Amor e Pátria – Joaquim Manuel de Macedo
  1020. O Cancioneiro Português da Vaticana – Teófilo Braga
  1021. O Livro de uma Sogra – Aluísio Azevedo
  1022. Missal – João da Cruz e Sousa
  1023. Hóspede – Pardal Mallet
  1024. Tubarão com a faca nas costas. (Coleção literatura para todos; v.3) – Cezar Dias
  1025. Folhas Caídas – João Batista da Silva Leitão de Almeida Garrett
  1026. As jóias da Coroa – Raul Pompéia
  1027. Sermão de Dia de Ramos (1656) – Pe. Antônio Vieira
  1028. O ciúme – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1029. Sarças de Fogo – Olavo Bilac
  1030. Os Lobisomens – Manuel José Araújo Porto-Alegre
  1031. Sermão da Primeira Dominga do Advento (1650) – Pe. Antônio Vieira
  1032. Sermão da Primeira Sexta-Feira da Quaresma (1644) – Pe. Antônio Vieira
  1033. Em Sonhos – Artur Azevedo
  1034. Barca – Artur Azevedo
  1035. Sermão da Segunda Dominga da Quaresma (1651) – Pe. Antônio Vieira
  1036. Soneto do coito interrompido – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1037. O Falso Dom Henrique V – Afonso Henriques de Lima Barreto
  1038. Caiu o Ministério – França Júnior
  1039. O Sacrifício – Franklin Távora
  1040. Foi Buscar Lã… – Afonso Henriques de Lima Barreto
  1041. O Judas em Sábado de Aleluia – Luís Carlos Martins Pena
  1042. Sermão XI Com o Santíssimo Sacramento Exposto – Pe. Antônio Vieira
  1043. Sermão de Santa Teresa – Pe. Antônio Vieira
  1044. Canto de amor – Casimiro de Abreu
  1045. Adeus – Antônio Frederico de Castro Alves
  1046. O Dote – Artur Azevedo
  1047. O Livro Derradeiro – João da Cruz e Sousa
  1048. O Ermitão do Muquém – Bernardo Guimarães
  1049. Prosopopéia – Bento Teixeira
  1050. Últimos Sonetos – João da Cruz e Sousa
  1051. Como o Brasil enfrenta a exploração sexual-comercial de crianças e adolescentes – Ministério das Relações Exteriores
  1052. Numa e a Ninfa – Afonso Henriques de Lima Barreto
  1053. Dias de guerra e de sertão – Visconde de Taunay
  1054. De Cima para Baixo – Artur Azevedo
  1055. Poesias – Júlio Dinis
  1056. O Caçador Doméstico – Afonso Henriques de Lima Barreto
  1057. Mana Maria – Alcântara Machado
  1058. Sermão de Todos os Santos – Pe. Antônio Vieira
  1059. Dona Guidinha do Poço – Manuel de Oliveira Paiva
  1060. Crônica do viver Baiano Seiscentista – a cidade e seus pícaros – alguns passos discretos e tristes – Gregório de Matos
  1061. O cancioneiro portuguez da Vaticana – Teófilo Braga
  1062. O Monstro e Outros Contos – Humberto de Campos
  1063. O Arco de Sant’ana – João Batista da Silva Leitão de Almeida Garrett
  1064. Amelia Smith – Visconde de Taunay
  1065. Rozaura, a enjeitada – Bernardo Guimarães
  1066. Quem Casa, Quer Casa – Luís Carlos Martins Pena
  1067. Entre a Missa e o Almoço – Artur Azevedo
  1068. Sermão II – Maria, Rosa Mística – Pe. Antônio Vieira
  1069. A lotação do bondes – França Júnior
  1070. A judia – Manuel Joaquim Pinheiro Chagas
  1071. Deveres do Homem – Ferdinando Medici
  1072. O Retrato – Artur Azevedo
  1073. A isca – Júlia Lopes de Almeida
  1074. O Primo da Califórnia – Joaquim Manuel de Macedo
  1075. Menina e Moça – Bernardim Ribeiro
  1076. O Gramático – Artur Azevedo
  1077. Cavação – Artur Azevedo
  1078. Paga ou Morre! – Artur Azevedo
  1079. Inspirações do claustro – Luís José Junqueira Freire
  1080. Toc, toc, toc, toc… – Artur Azevedo
  1081. A epifania em Clarice Lispector – Achilles Cleto Cabral da Luz
  1082. Tentação – Adolfo Caminha
  1083. Os romances da semana – Joaquim Manuel de Macedo
  1084. Como se fazia um Deputado – França Júnior
  1085. A valsa – Casimiro de Abreu
  1086. Advertência – Mário de Alencar
  1087. Cena íntima – Casimiro de Abreu
  1088. As Farpas (Fevereiro a Maio 1878) – José Maria Eça de Queirós
  1089. Leonor de Mendonça – Antônio Gonçalves Dias
  1090. O Devanear do Céptico – Bernardo Guimarães
  1091. Goyaz – Visconde de Taunay
  1092. Sermão da Quinta Dominga da Quaresma – Pe. Antônio Vieira
  1093. Soneto do membro monstruoso – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1094. Sermão de S. Roque – Pe. Antônio Vieira
  1095. Sermão de Santa Catarina (1663) – Pe. Antônio Vieira
  1096. Panóplias – Olavo Bilac
  1097. O Sonho das Esmeraldas – Paulo Setúbal
  1098. A Mortalha de Alzira – Aluísio Azevedo
  1099. O Homem – Artur Azevedo
  1100. Canção do Tamoio – Antônio Gonçalves Dias
  1101. O Primo da Califórnia – Joaquim Manuel de Macedo
  1102. O Alcaide de Santarém – Alexandre Herculano
  1103. Herói à Força – Artur Azevedo
  1104. Um Don Juan de Província – Artur Azevedo
  1105. Poesia e amor – Casimiro de Abreu
  1106. Infância – Casimiro de Abreu
  1107. Sermão de Santa Teresa e do Santíssimo Sacramento – Pe. Antônio Vieira
  1108. Sermão de São Pedro – Pe. Antônio Vieira
  1109. Cantata à morte de Inês de Castro – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1110. O Romance do Prata – Paulo Setúbal
  1111. Peru versus Bolívia – Euclides da Cunha
  1112. Moreninha – Casimiro de Abreu
  1113. Sermão da Primeira Sexta-Feira da Quaresma (1651) – Pe. Antônio Vieira
  1114. Reminiscências – Visconde de Taunay
  1115. Os Dez por Cento – Artur Azevedo
  1116. Crônica do viver baiano seiscentista – os homens bons – juízes do Iguaraçu – Gregório de Matos
  1117. Tratado da Terra do Brasil – Pero de Magalhães Gândavo
  1118. Manel Capineiro – Afonso Henriques de Lima Barreto
  1119. À Porta da Botica – Artur Azevedo
  1120. Borboleta – Casimiro de Abreu
  1121. Denúncia Involuntária – Artur Azevedo
  1122. Abençoa Senhor – Auta de Sousa
  1123. Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – Cota – Gregório de Matos
  1124. Sermão do Mandato – Pe. Antônio Vieira
  1125. O Galã – Artur Azevedo
  1126. Os fidalgos da casa mourisca – Júlio Dinis
  1127. O Chapéu – Artur Azevedo
  1128. História de um Soneto – Artur Azevedo
  1129. Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – andanças de uma viola de cabaça – Gregório de Matos
  1130. Entre a juntura dos ossos. (Coleção literatura para todos; v. 5) – Vera Lúcia de Oliveira
  1131. Quarta parte, licenças e privilégio real – Pe. Antônio Vieira
  1132. O Cabeleira – Franklin Távora
  1133. A Princesa dos Cajueiros – Artur Azevedo
  1134. A presença da morte e do luto em exílio de Lya Luft – Rafael Rodrigues Gomes
  1135. Sermão de São Pedro – Pe. Antônio Vieira
  1136. Dona Eulália – Artur Azevedo
  1137. As minas de prata (Romance) primeira parte – José de Alencar
  1138. O Tribofe – Artur Azevedo
  1139. Os quilombos – Ministério das Relações Exteriores
  1140. Sermão do Quarto Sábado da Quaresma (1640) – Pe. Antônio Vieira
  1141. Quarta parte em Lisboa na Oficina de Miguel Deslandes, com todas as licenças e privilégio real – Pe. Antônio Vieira
  1142. A Ulina – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1143. O Badejo – Artur Azevedo
  1144. João Silva – Artur Azevedo
  1145. Sermão das Cadeias de S. Pedro em Roma pregado na Igreja de S. Pedro. – Pe. Antônio Vieira
  1146. Poemas – Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)
  1147. Contrastes e Confrontos – Euclides da Cunha
  1148. Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – Mariana, apelidada a rola – Gregório de Matos
  1149. Sermão IX – Maria Rosa Mística – Pe. Antônio Vieira
  1150. A evolução feminista e o comportamento da mulher entre as décadas de 60 e 80 nas obras de Nelson Rodrigues e Ignácio de Loyola Brandão – Andressa Aparecida Evangelista
  1151. O Asa-negra – Artur Azevedo
  1152. Mal por Mal… – Artur Azevedo
  1153. Fatalidade – Artur Azevedo
  1154. Assim como falham as palavras – Alberto Caeiro
  1155. O Elixir do Pajé – Bernardo Guimarães
  1156. Como se fazia um Deputado – França Júnior
  1157. Girândola de Amores – Aluísio Azevedo
  1158. Dona Guidinha do Poço – Manuel de Oliveira Paiva
  1159. Cabelos molhados. (Coleção literatura para todos; v. 10) – Luís Pimentel
  1160. História de um crime – Antônio Frederico de Castro Alves
  1161. O 15 e o 17 – Artur Azevedo
  1162. Soneto do pau decifrado – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1163. O Ermitão de Muquém – Bernardo Guimarães
  1164. Inspirações da Tarde – Bernardo Guimarães
  1165. História Vulgar – Artur Azevedo
  1166. Deus! – Casimiro de Abreu
  1167. Boa-noite – Antônio Frederico de Castro Alves
  1168. História de um Dominó – Artur Azevedo
  1169. Nova Viagem à Lua – Artur Azevedo
  1170. O Escravocrata – Artur Azevedo
  1171. O Defunto – Thomaz Lopes
  1172. Os Irmãos das Almas – Luís Carlos Martins Pena
  1173. Duas Apostas – Artur Azevedo
  1174. Filomena Borges – Aluísio Azevedo
  1175. Mano – Coelho Neto
  1176. Símbolos – Emílio de Meneses
  1177. Flor de Sangue – Valentim Magalhães
  1178. Obra completa, 4º edição – José Joaquim Cesário Verde
  1179. O Lobisomem – Raymundo Magalhães
  1180. O Duplo – Coelho Neto
  1181. Cartas de Olinda e Alzira – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1182. Serões da província – Júlio Dinis
  1183. Quem ele era? – Artur Azevedo
  1184. A Meu Irmão Guilherme de Castro Alves – Antônio Frederico de Castro Alves
  1185. Guerras do Alecrim e da Manjerona – Antônio José da Silva
  1186. Clepsidra – Camilo Pessanha
  1187. Dirceu de Marília – Joaquim Norberto de Souza e Silva
  1188. O Telefone – Artur Azevedo
  1189. Soneto da cópula canina – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1190. Inspirações da Tarde – Bernardo Guimarães
  1191. Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – Antônia – Gregório de Matos
  1192. Primeiras Trovas Burlescas – Luiz Gonzaga Pinto da Gama
  1193. Peru versus Bolívia – Euclides da Cunha
  1194. Crônica do viver baiano seiscentista -os homens bons – a musa praguejadora – Gregório de Matos
  1195. Sabina – Artur Azevedo
  1196. Encontros Reveladores – Artur Azevedo
  1197. Paisagens brasileiras – Visconde de Taunay
  1198. Relação do Piloto Anônimo – Anônimo
  1199. Sermão II – Maria Rosa Mística – Pe. Antônio Vieira
  1200. Sermão do Segundo Mandato – Pe. Antônio Vieira
  1201. Um Cacete – Artur Azevedo
  1202. O Turbilhão – Coelho Neto
  1203. Masterpieces of american wit and humor – Thomas L. Masson
  1204. A tarde – Antônio Frederico de Castro Alves
  1205. Um Desastre – Artur Azevedo
  1206. Hino ao sono – Antônio Frederico de Castro Alves
  1207. Sermão de Santa Catarina Virgem e Mártir – Pe. Antônio Vieira
  1208. Uma Aposta – Artur Azevedo
  1209. O Turbilhão – Coelho Neto
  1210. Acordo de noite subitamente – Alberto Caeiro
  1211. Alma Cabocla – Paulo Setúbal
  1212. A uma atriz – Antônio Frederico de Castro Alves
  1213. Livrovivo 2000 – 2002 – Ricardo de Lima Barreto
  1214. Soneto da mocetona pudibunda – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1215. Soneto do corno choroso – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1216. Crônica do viver Baiano Seiscentista – a cidade e seus pícaros – Betica – Gregório de Matos
  1217. As doutoras – França Júnior
  1218. Sermão XIV (1633) – Pe. Antônio Vieira
  1219. Aventuras de Diófanes – Teresa Margarida da Silva e Orta
  1220. Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – briga, briga – Gregório de Matos
  1221. Soneto do prazer maior – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1222. Crônica do viver baiano seiscentista – os homens bons – santos unhates – Gregório de Matos
  1223. Livro de Isaac de Nínive – Isaac de Nínive
  1224. Poemas da Morte – Emílio de Meneses
  1225. Sermão Histórico e Panegírico nos Anos da Rainha D. Maria Francisca de Sabóia – Pe. Antônio Vieira
  1226. Ao entardecer – Alberto Caeiro
  1227. Sermão III – Maria Rosa Mística – Pe. Antônio Vieira
  1228. Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – Letrados – Gregório de Matos
  1229. Crônica do viver baiano seiscentista – os homens bons – pessoas muito principais – Gregório de Matos
  1230. Filomena Borges – Aluísio Azevedo
  1231. O Romance do Prata – Paulo Setúbal
  1232. Canção do boêmio – Antônio Frederico de Castro Alves
  1233. Soneto das glórias carnais – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1234. Guerras do Alecrim e da Manjerona – Antônio José da Silva
  1235. Viagem ao Parnaso – Artur Azevedo
  1236. O Sacrifício – Franklin Távora
  1237. Soneto da donzela ansiosa – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1238. Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – Joana – Gregório de Matos
  1239. À Porta da Botica – Artur Azevedo
  1240. O Galo – Artur Azevedo
  1241. Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – Custódia – Gregório de Matos
  1242. Desespero – Antônio Frederico de Castro Alves
  1243. Murmúrios da tarde – Antônio Frederico de Castro Alves
  1244. – António Nobre
  1245. Descrição da Ilha de Itaparica – Frei Manuel de Santa Maria Itaparica
  1246. Sermão Histórico Panegírico nos Anos da Rainha D. Maria Francisca de Sabóia – Pe. Antônio Vieira
  1247. Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – Pança farta e pé dormente – Gregório de Matos
  1248. História da literatura portuguesa (recapitulação): Idade média – Teófilo Braga
  1249. Crônica do viver baiano seiscentista – cidade e seus pícaros – Ângela – Gregório de Matos
  1250. Memorial de um passageiro de bonde – Amadeu Amaral
  1251. Vulcano e Minerva – José Cândido de Lacerda Coutinho
  1252. Assim! – Casimiro de Abreu
  1253. Jesuítas – Antônio Frederico de Castro Alves
  1254. O Sonho do Conselheiro – Artur Azevedo
  1255. Soneto do diálogo conjugal – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1256. Discursos (obras completas) – Tobias Barreto de Menezes
  1257. Uma tragédia no Amazonas – Raul Pompéia
  1258. Sermão de Santa Catarina Virgem e Mártir – Pe. Antônio Vieira
  1259. Aves da arribação – Antônio Frederico de Castro Alves
  1260. Pobres Liberais! – Artur Azevedo
  1261. O Meu Criado João – Artur Azevedo
  1262. Fritzmac – Artur Azevedo
  1263. Beneficiary Features of American Trade Unions – James B. Kennedy
  1264. Vovó Andrade – Artur Azevedo
  1265. Ingenuidade – Artur Azevedo
  1266. A volta da primavera – Antônio Frederico de Castro Alves
  1267. O defeito de família – França Júnior
  1268. A Luís – Antônio Frederico de Castro Alves
  1269. Ahasverus e o gênio – Antônio Frederico de Castro Alves
  1270. Crônica do viver baiano seiscentista – os homens bons – espada e espadilha – Gregório de Matos
  1271. Sermão pelo Bom Sucesso das Armas de Portugal contra as da Holanda – Pe. Antônio Vieira
  1272. Crônica do viver baiano seiscentista – a cidade e seus pícaros – Bárbora ou Babu – Gregório de Matos
  1273. À morte de Leandro e Hero – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1274. Soneto do gozo vitorioso – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1275. A voz do rio – Casimiro de Abreu
  1276. Sermão XII (1639) – Pe. Antônio Vieira
  1277. Motta Coqueiro ou A pena de morte – José do Patrocínio
  1278. Abgar Renault. Antologia de sonetos – Salomão Rovedo
  1279. O soldado Jacob – José Joaquim Medeiros de Albuquerque
  1280. O Barão de Pituaçu – Artur Azevedo
  1281. O balanceio de Lauro Maia – Miguel Ângelo de Azevedo (Nirez)
  1282. Sermão XIII – Pe. Antônio Vieira
  1283. Dalila – Antônio Frederico de Castro Alves
  1284. Epaminondas – Artur Azevedo
  1285. X e W – Artur Azevedo
  1286. A declamação trágica – José Basílio da Gama
  1287. À Ilha de Maré termo desta cidade de Bahia Silva – Manuel Botelho de Oliveira
  1288. Crônica do viver baiano seiscentista – os homens bons – pessoas beneméritas – Gregório de Matos
  1289. Munúsciulo Métrico – Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)
  1290. Angelica e Firmino – Manuel José Araújo Porto-Alegre
  1291. O amor é uma companhia – Alberto Caeiro
  1292. Epitáfio — Se estiver nos meus fados a próxima extinção de meus dias – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1293. Crônica do viver baiano seiscentista – os homens bons – a nossa sé da Bahia – Gregório de Matos
  1294. Crônica do viver baiano seiscentista – cidade e seus pícaros – Maria João – Gregório de Matos
  1295. A descoberta da Índia – Coelho Netto
  1296. Poesias Escolhidas – José Cândido de Lacerda Coutinho
  1297. O Lencinho – Artur Azevedo
  1298. A Minha Avó – Auta de Sousa
  1299. Crônica do viver baiano seiscentista – cidade e seus pícaros – Adãos de Massapê – Gregório de Matos
  1300. Luzia-Homem – Domingos Olímpio Braga Cavalcanti
  1301. Campanha Abolicionista – José Carlos do Patrocínio
  1302. Agonia do Coração – Auta de Sousa
  1303. Livros das Donas e Donzelas – Júlia Lopes de Almeida
  1304. Curiosidades e Factos Notaveis do Ceará -G. Dias Sobreira
  1305. Clara – Casimiro de Abreu
  1306. A uma taça feita de um crânio humano – Antônio Frederico de Castro Alves
  1307. As duas ilhas – Antônio Frederico de Castro Alves
  1308. Sermão da Primeira Dominga do Advento (1650) – Pe. Antônio Vieira
  1309. Loucura divina – Antônio Frederico de Castro Alves
  1310. Mocidade e morte – Antônio Frederico de Castro Alves
  1311. Crônica do viver baiano seiscentista – cidade e seus pícaros – Brites – Gregório de Matos
  1312. Paulo – Bruno Seabra
  1313. Paulino e Roberto – Artur Azevedo
  1314. O Sá – Artur Azevedo
  1315. Mulheres: história e direitos – Jeferson Francisco Selbach
  1316. Sermão dos Bons Anos – Pe. Antônio Vieira
  1317. Grãos de mostarda – Humberto de Campos
  1318. Pan-americano – Artur Azevedo
  1319. A Eugênia – Auta de Sousa
  1320. A uma platéia – Casimiro de Abreu
  1321. Berço e túmulo – Casimiro de Abreu
  1322. Crônica do viver baiano seiscentista – cidade e seus pícaros – opúsculo de Pedro Alz. da Neyva – Gregório de Matos
  1323. Amaricanto – Salomão Rovedo
  1324. Bela-Menina – Adolfo Coelho
  1325. Ao Cair da Noite – Auta de Sousa
  1326. O Paulo – Artur Azevedo
  1327. Minha mãe – Casimiro de Abreu
  1328. Soneto da beata esperta – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1329. Horas tristes – Casimiro de Abreu
  1330. Na Horta – Artur Azevedo
  1331. Maria – Antônio Frederico de Castro Alves
  1332. O Califa da Rua do Sabão – Artur Azevedo
  1333. Os Estrangeiros – Francisco de Sá de Miranda
  1334. Ilusão – Casimiro de Abreu
  1335. A J. J. C. Macedo-Júnior – Casimiro de Abreu
  1336. O Vaqueano – Apolinário José Gomes Porto-Alegre
  1337. História do compadre rico e do compadre pobre – Adolfo Coelho
  1338. Outro Soneto do Prazer Efêmero – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1339. Soneto do padre patife – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1340. Ingleses na Costa – França Júnior
  1341. Soneto do prazer efêmero – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1342. O Parocho da aldeia – Alexandre Herculano
  1343. Lembrança – Casimiro de Abreu
  1344. O Rio de Janeiro 1877 – Artur Azevedo
  1345. Sermão X – Maria Rosa Mística – Pe. Antônio Vieira
  1346. Graded Lessons in English – An Elementary English Grammar Consisting of One Hundred Practical Lessons, Carefully Graded and Adapted to the Class-Room – Brainerd Kellogg
  1347. Soneto da cópula esculpida – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1348. Graded Lessons in English – An Elementary English Grammar Consisting of One Hundred Practical Lessons, Carefully Graded and Adapted to the Class-Room – Alonzo Reed
  1349. Sova bem Merecida – Artur Azevedo
  1350. Eu nasci além dos mares – Casimiro de Abreu
  1351. Soneto do corno interesseiro – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1352. As sete dores de Nossa Senhora – Coelho Netto
  1353. Apaixonada por Beethoven – Salomão Rovedo
  1354. Ensaio Histórico sobre as Letras no Brasil – Francisco Adolfo de Varnhagen
  1355. Puelina – Artur Azevedo
  1356. Diálogo dos ecos – Antônio Frederico de Castro Alves
  1357. Poesia Satírica e Versos de Circunstância – Emílio de Meneses
  1358. As Farpas (Junho 1883) – José Maria Eça de Queirós
  1359. Antologia Portuguesa – Teófilo Braga
  1360. A uma estrangeira – Antônio Frederico de Castro Alves
  1361. Minh’alma é triste – Casimiro de Abreu
  1362. Actores e autores – Fialho de Almeida
  1363. O estilo gótico na literatura: estudo da obra drácula, o vampiro da noite de Bram Stoker – Ana Claudia Brida
  1364. Orações – Casimiro de Abreu
  1365. O Príncipe Sapo – Adolfo Coelho
  1366. Sermão VIII – Com o Santíssimo Sacramento Exposto Maria Rosa Mística – Pe. Antônio Vieira
  1367. Uma Carga de Sono – Artur Azevedo
  1368. Soneto da amada gabada – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1369. A manhã raia – Alberto Caeiro
  1370. Um Capricho – Artur Azevedo
  1371. Um Sarau no Paço de São Cristóvão – Paulo Setúbal
  1372. Torrentes – Teófilo Braga
  1373. Sermão VI – Maria Rosa Mística – Pe. Antônio Vieira
  1374. As minas de prata (Romance) segunda parte – José de Alencar
  1375. A Maciel Pinheiro – Antônio Frederico de Castro Alves
  1376. As minas de prata (Romance) terceira parte – José de Alencar
  1377. O Liberato – Artur Azevedo
  1378. A medida das saudades – Geraldo Pereira
  1379. Palavras a alguém – Casimiro de Abreu
  1380. Lucas – Antônio Frederico de Castro Alves
  1381. A Caipirinha: comédia em tres actos – Cesário Motta Junior
  1382. Leonce e Lena – George Büchner
  1383. Creio que irei morrer – Alberto Caeiro
  1384. Hebréia – Antônio Frederico de Castro Alves
  1385. No barco – Antônio Frederico de Castro Alves
  1386. Obras completas de Almeida Garrett: teatro, volume IV – João Batista da Silva Leitão de Almeida Garrett
  1387. Como uma criança antes de a ensinarem a ser grande – Alberto Caeiro
  1388. Canção ao Mar (Mar Eterno) – Eugénio Tavares
  1389. O Livro de Cesario Verde – José Joaquim Cesário Verde
  1390. Soneto do velho escandaloso – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1391. Incultas produções da mocidade – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1392. O Duplo – Coelho Neto
  1393. Flores da Noite – Lycurgo José Henrique de Paiva
  1394. Crônica do viver baiano seiscentista – cidade e seus pícaros – Teresa – Gregório de Matos
  1395. Tiverton Tales – Alice Brown
  1396. Mãe penitente – Antônio Frederico de Castro Alves
  1397. Crisfal – Cristóvão Falcão
  1398. Literatura para todos: conversa com educadores – Ligia Cademartori
  1399. Elbow-Room – A Novel Without a Plot – Charles Heber Clark
  1400. Sermão Segundo do Mandato – Pe. Antônio Vieira
  1401. Amimone – José Cândido de Lacerda Coutinho
  1402. Soneto do lascivo pezinho – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1403. Ciúme – Auta de Sousa
  1404. Na margem – Antônio Frederico de Castro Alves
  1405. A Morte de Helena – Auta de Sousa
  1406. Soneto ao leitão – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1407. Folha negra – Casimiro de Abreu
  1408. Soneto anticlerical – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1409. O laço de fita – Antônio Frederico de Castro Alves
  1410. O coração – Antônio Frederico de Castro Alves
  1411. História do teatro português: teatro moderno – Teófilo Braga
  1412. Almejos da angelitude – pensamentos – Valdecir de Oliveira Anselmo
  1413. O baile! – Casimiro de Abreu
  1414. A guerra que aflige com seus esquadrões – Alberto Caeiro
  1415. Noivado – Casimiro de Abreu
  1416. O Demônio Familiar – José de Alencar
  1417. O que é – simpatia – Casimiro de Abreu
  1418. A Onde Vai a Lágrima – Auta de Sousa
  1419. In Extremis – Artur Azevedo
  1420. No país dos ianques – Adolfo Caminha
  1421. No túmulo dum menino – Casimiro de Abreu
  1422. Saudades – Casimiro de Abreu
  1423. No monte – Antônio Frederico de Castro Alves
  1424. Correspondência – Emílio de Meneses
  1425. A Bonaval quer’eu, mia senhor, ir – Bernardo de Bonaval
  1426. Soneto do pregador pecador – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1427. Ah! Querem uma luz melhor – Alberto Caeiro
  1428. As bolas de sabão que esta criança – Alberto Caeiro
  1429. Nos campos – Antônio Frederico de Castro Alves
  1430. Último abraço – Antônio Frederico de Castro Alves
  1431. O hóspede – Antônio Frederico de Castro Alves
  1432. Coup D’Étrier – Antônio Frederico de Castro Alves
  1433. Chapada das Mulatas: postagens de um blogueiro – Jeferson Francisco Selbach
  1434. Angelitude – Valdecir de Oliveira Anselmo
  1435. Obras completas de Almeida Garrett: lirica, volume II – João Batista da Silva Leitão de Almeida Garrett
  1436. Despertar – Hermes Fontes
  1437. Entrei para o Clube Jácome – França Júnior
  1438. Violeta – Casimiro de Abreu
  1439. De cerúleo gabão não bem coberto – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1440. Juriti – Casimiro de Abreu
  1441. Soneto do gozador coçador – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1442. Bálsamo – Casimiro de Abreu
  1443. A Júlia – Auta de Sousa
  1444. A neve pôs uma toalha calada sobre tudo – Alberto Caeiro
  1445. Soneto da escultura escandalosa – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1446. De joelhos – Casimiro de Abreu
  1447. O Diletante – Artur Azevedo
  1448. Dores – Casimiro de Abreu
  1449. Fragmento – Casimiro de Abreu
  1450. A Manhã fresca está, sereno o vento – Abade de Jazente
  1451. Na fonte – Antônio Frederico de Castro Alves
  1452. Immensis orbitus anguis – Antônio Frederico de Castro Alves
  1453. Os Dois Andares – Artur Azevedo
  1454. Da Literatura fantástica (teorias e contos) – Marcio Cícero de Sá
  1455. Cachoeira em crônicas: cotidiano – Jeferson Francisco Selbach
  1456. Adeus! – Auta de Sousa
  1457. No álbum do artista – Antônio Frederico de Castro Alves
  1458. Palavras no mar – Casimiro de Abreu
  1459. Bendito seja o mesmo sol em outras terras – Alberto Caeiro
  1460. Aquela senhora tem um piano – Alberto Caeiro
  1461. Camafeus Romanos – Eugénio de Castro
  1462. Na estrada – Casimiro de Abreu
  1463. Dois proveitos em um saco – França Júnior
  1464. Reencontro inesperado – Johann Peter Hebel
  1465. ?a pastor ben talhada – Dom Dinis
  1466. Há metafísica bastante em não pensar em nada – Alberto Caeiro
  1467. Inéditos e esparsos – Júlio Dinis
  1468. O sonhador – Salomão Rovedo
  1469. Mocidade – Casimiro de Abreu
  1470. Soneto do juramento – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1471. Mudo e quedo – Antônio Frederico de Castro Alves
  1472. De Jerssey a Granville – Alexandre Herculano
  1473. Meia hora de cinismo – França Júnior
  1474. Antes o vôo da ave, que passa e não deixa rasto – Alberto Caeiro
  1475. Soneto do mouro desmoralizado – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1476. O quê? – Casimiro de Abreu
  1477. Falaram-me os homens em humanidade – Alberto Caeiro
  1478. Ao dous de julho – Antônio Frederico de Castro Alves
  1479. Pequetita – Artur Azevedo
  1480. Os Compadres – Artur Azevedo
  1481. O Cuco – Artur Azevedo
  1482. Soneto arcádico – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1483. Soneto (des)pejado – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1484. Tipos da atualidade – França Júnior
  1485. Leve, leve, muito leve – Alberto Caeiro
  1486. Sangue de africano – Antônio Frederico de Castro Alves
  1487. O livro de Jó – José Elói Otôni
  1488. No jardim – Casimiro de Abreu
  1489. Ao ator Joaquim Augusto – Antônio Frederico de Castro Alves
  1490. Pepita – Casimiro de Abreu
  1491. Ano Bom – Auta de Sousa
  1492. O adeus de Teresa – Antônio Frederico de Castro Alves
  1493. Comadre Morte – Adolfo Coelho
  1494. Types of Children’s Literature – Walter Barnes
  1495. Ai flores, ai flores do verde pino – Dom Dinis
  1496. Monólogo: a carta do velho de 100 anos – Anderson Diego Gama Reis
  1497. Estas verdades não são perfeitas porque são ditas – Alberto Caeiro
  1498. Crisfal – Cristóvão Falcão
  1499. O tipo brasileiro – França Júnior
  1500. Perfumes e amor – Casimiro de Abreu
  1501. As quatro canções que seguem – Alberto Caeiro
  1502. Uma Véspera de Reis – Artur Azevedo
  1503. O Último Palpite – Artur Azevedo
  1504. No leito – Casimiro de Abreu
  1505. Feira dos anexins – Francisco Manuel de Melo
  1506. O gondoleiro do amor – Antônio Frederico de Castro Alves
  1507. Juramento – Casimiro de Abreu
  1508. Um raio de luar – Antônio Frederico de Castro Alves
  1509. Ler também é uma paixão – Armando Nogueira
  1510. Perdão! – Casimiro de Abreu
  1511. Dizem que em cada coisa uma coisa oculta mora – Alberto Caeiro
  1512. Piedade Filial – Artur Azevedo
  1513. Pegadas urbanas: Novo Hamburgo como palco do flâneur – Jeferson Francisco Selbach
  1514. Às quintas – Coelho Netto
  1515. Uma por Outra – Artur Azevedo
  1516. O crepúsculo sertanejo – Antônio Frederico de Castro Alves
  1517. O Príncipe de Nassau – Paulo Setúbal
  1518. Para não dizer, que não falei em flores – Marco Ramos
  1519. No lar – Casimiro de Abreu
  1520. Água de juventa (coleção revivendo, nº 7) – Coelho Netto
  1521. Segredos – Casimiro de Abreu
  1522. Soneto ao Árcade França – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1523. É noite – Alberto Caeiro
  1524. Eu queria ter o tempo e o sossego suficientes – Alberto Caeiro
  1525. As visões de Santa Thereza – Francisco Mangabeira
  1526. A noite desce, o calor soçobra um pouco – Alberto Caeiro
  1527. Há poetas que são artistas – Alberto Caeiro
  1528. Os Irmãos Leme – Paulo Setúbal
  1529. Na rede – Casimiro de Abreu
  1530. Estou doente – Alberto Caeiro
  1531. Stefan Zweig: pensamentos e perfis – Salomão Rovedo
  1532. Verdades Singelas – Abade de Jazente
  1533. Atir: cartas, contos e crônicas – Rilvan Batista de Santana
  1534. A face obscura do homem – Rilvan Batista de Santana
  1535. Lourenço (crônica Pernambucana) – Franklin Távora
  1536. À morte de Affonso de A. Coutinho Nesseder estudante da Escola Central – Casimiro de Abreu
  1537. Soneto ao Árcade Lereno – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1538. O Missionário – Inglês de Sousa
  1539. O Jaó – Artur Azevedo
  1540. O Califa da Rua do Sabão – Artur Azevedo
  1541. Obras completas, poesia I – Teófilo Braga
  1542. A reação do bom senso – Jackson de Figueiredo
  1543. Outro soneto ao França – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1544. Pesquisa sem frescura – Jeferson Francisco Selbach
  1545. Nunca sei – Alberto Caeiro
  1546. Cores – Auta de Sousa
  1547. Verdade, mentira, certeza, incerteza – Alberto Caeiro
  1548. Bluesia – Salomão Rovedo
  1549. Soneto maçônico – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1550. Às vezes, em dias de luz perfeita e exacta – Alberto Caeiro
  1551. Como quem num dia de verão abre a porta de casa – Alberto Caeiro
  1552. Sonhos de virgem – Casimiro de Abreu
  1553. Chico Science: a rapsódia afrociberdélica – Moisés Neto
  1554. Deito-me ao comprido na erva – Alberto Caeiro
  1555. Mel – Salomão Rovedo
  1556. Ao Meu Bom Anjo – Auta de Sousa
  1557. História da literatura portuguesa: teatro clássico no século XVI e XVII – Teófilo Braga
  1558. Gardenia – Salomão Rovedo
  1559. Maîtres de plaisir [construtores de imagens] – Jeferson Francisco Selbach
  1560. Última estrela a desaparecer antes do dia – Alberto Caeiro
  1561. Dizes-me: tu és mais alguma cousa – Alberto Caeiro
  1562. Na Exposição – Artur Azevedo
  1563. Não sei o que é conhecer-me – Alberto Caeiro
  1564. Vive – Alberto Caeiro
  1565. Adoração dos Reis Magos – Auta de Sousa
  1566. Memorial de um Passageiro de Bonde – Amadeu Amaral
  1567. O marido da adultera – Lúcio de Mendonça
  1568. Meto-me para dentro, e fecho a janela – Alberto Caeiro
  1569. Li hoje quase duas páginas – Alberto Caeiro
  1570. Família composta. (Coleção literatura para todos; v. 7) – Domingos Pellegrini
  1571. Ingleses na Costa – França Júnior
  1572. Nunca busquei viver a minha vida – Alberto Caeiro
  1573. Soneto Napoleônico – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1574. Eu nunca guardei rebanhos – Alberto Caeiro
  1575. Contos, cartas, frases e poemas – Djalma de Freitas Pinheiro
  1576. O baile na flor – Antônio Frederico de Castro Alves
  1577. Nem sempre sou igual no que digo e escrevo – Alberto Caeiro
  1578. Deste modo ou daquele modo – Alberto Caeiro
  1579. Tirana – Antônio Frederico de Castro Alves
  1580. Last poem – Alberto Caeiro
  1581. Carrilhões – Murilo Araújo
  1582. Leram-me hoje S. Francisco de Assis – Alberto Caeiro
  1583. Prosopopéia – Bento Teixeira
  1584. Versos Antigos (1885-1889) – Emílio de Meneses
  1585. O Escravocrata – Artur Azevedo
  1586. Poverina – Artur Azevedo
  1587. Octogenário – Artur Azevedo
  1588. Alguém na Estrada – Auta de Sousa
  1589. Ao Luar – Auta de Sousa
  1590. Lucrécias – Bruno Seabra
  1591. A dona que eu am’e tenho por senhor – Bernardo de Bonaval
  1592. Visão – Casimiro de Abreu
  1593. O livro e a América – Antônio Frederico de Castro Alves
  1594. Hospital das letras – Francisco Manoel de Melo
  1595. Da mais alta janela da minha casa – Alberto Caeiro
  1596. Prosopopéia – Bento Teixeira
  1597. Tipos da atualidade – França Júnior
  1598. Brutos penhascos, rústicas montanhas – Abade de Jazente
  1599. Notas do dia: commemorando – Afonso Arinos
  1600. Quando eu não te tinha – Alberto Caeiro
  1601. Tipos Burlescos – Bruno Seabra
  1602. Onde estás – Antônio Frederico de Castro Alves
  1603. Um dia de chuva – Alberto Caeiro
  1604. Flor de pitanga – William Henrique Stutz
  1605. Os Noivos – Artur Azevedo
  1606. Adoração dos Reis – Auta de Sousa
  1607. Viagem ao Parnaso – Artur Azevedo
  1608. Todas as teorias, todos os poemas – Alberto Caeiro
  1609. Não tenho pressa – Alberto Caeiro
  1610. Madalena. (Coleção literatura para todos; v.1) – Cristiane Dantas
  1611. Carrilhões – Murilo Araújo
  1612. As Farpas (Janeiro 1878) – Ramalho Ortigão
  1613. Caminho do Sertão – Auta de Sousa
  1614. Nova Viagem à Lua – Artur Azevedo
  1615. Falando ao Coração – Auta de Sousa
  1616. Da minha aldeia vejo quanto a terra – Alberto Caeiro
  1617. Clarisse – Auta de Sousa
  1618. Num dia excessivamente nítido – Alberto Caeiro
  1619. As Mãos de Clarisse – Auta de Sousa
  1620. Crianças – Auta de Sousa
  1621. O nadador – Antônio Frederico de Castro Alves
  1622. Olá, guardador de rebanhos – Alberto Caeiro
  1623. Sentimental demais – Salomão Rovedo
  1624. Entre o que vejo – Alberto Caeiro
  1625. Ilha. Retratos encontrados num álbum esquecido… – Salomão Rovedo
  1626. O vôo do gênio – Antônio Frederico de Castro Alves
  1627. O espelho reflecte certo – Alberto Caeiro
  1628. De longe vejo passar no rio um navio – Alberto Caeiro
  1629. Veeron-m’agora dizer – Afonso Eanes de Coton
  1630. Poesias – Francisca Julia da Silva
  1631. Antes que os jardins – Lucas Feat
  1632. Lucas Daniel Tomáz de Aquino
  1633. Gozo os campos sem reparar para eles – Alberto Caeiro
  1634. Ao Clarão da Lua – Auta de Sousa
  1635. O fantasma e a canção – Antônio Frederico de Castro Alves
  1636. Não basta abrir a janela – Alberto Caeiro
  1637. No álbum de J. C. M. – Casimiro de Abreu
  1638. O quarto dos dragões – Breno Pannia Espósito
  1639. Senhora em cordel – Isabel Lima
  1640. Sermão nas exéquias de D. Maria de Ataíde – Pe. Antônio Vieira
  1641. Antonieta – Auta de Sousa
  1642. Sobre o amor, pensando sério… – Francisco Adua Esposito
  1643. O Sonho das Esmeraldas – Paulo Setúbal
  1644. Como um grande borrão de fogo sujo – Alberto Caeiro
  1645. Para além da curva da estrada – Alberto Caeiro
  1646. Porca elegia – Salomão Rovedo
  1647. Um melodrama em Santo Tirso -Pinheiro Chagas
  1648. Quatro quartetos da amada cidade de São Luis – Salomão Rovedo
  1649. Últimas Rimas – Emílio de Meneses
  1650. Sonja Sonrisal – Salomão Rovedo
  1651. Sempre sonhos!… – Casimiro de Abreu
  1652. Carlota – Auta de Sousa
  1653. Gênese – Hermes Fontes
  1654. Esta tarde a trovoada caiu – Alberto Caeiro
  1655. Recendência – poesias – Valdecir de Oliveira Anselmo
  1656. Prosa de Circunstância – Emílio de Meneses
  1657. A gran dereito lazerei – Afonso Eanes de Coton
  1658. Café com Cuca – Ismar Imhof
  1659. Herói à Força – Artur Azevedo
  1660. Primaveras – Casimiro de Abreu
  1661. Tudo se muda: o génio unicamente – Abade de Jazente
  1662. Tudo passa – Auta de Sousa
  1663. Vai alta no céu a lua da Primavera – Alberto Caeiro
  1664. Entre a Missa e o Almoço – Artur Azevedo
  1665. Aproximações. Ensaios sobre literatura – Sônia Régis
  1666. Última folha – Casimiro de Abreu
  1667. O Major Napoleão – Pinheiro Chagas
  1668. O Califa da Rua do Sabão – Artur Azevedo
  1669. Só a natureza é divina – Alberto Caeiro
  1670. Pensar em Deus é desobedecer a Deus – Alberto Caeiro
  1671. Hoje de manhã saí muito cedo – Alberto Caeiro
  1672. O Coração e o Beijo – Auta de Sousa
  1673. Guerra junqueiro: Que é a terra?, O verbo cantar e Que é a vida? – Júlio Brandão
  1674. Senhor fremosa, pois me vej’aquí – Afonso Eanes de Coton
  1675. Os esquecidos – Mayer Garção
  1676. Entre Marília e a pátria – Frei Caneca
  1677. O curioso caso dos quatro – Maikon Patrick Garcia
  1678. Não posso contar meus males – Frei Caneca
  1679. O tonel das dânaides – Antônio Frederico de Castro Alves
  1680. O homem nasce para ser feliz? – Rilvan Batista de Santana
  1681. Never more – Auta de Sousa
  1682. Satíricos portugueses – João Ribeiro
  1683. O Vaqueano – Apolinário José Gomes Porto-Alegre
  1684. Bem entendi, meu amigo – Dom Dinis
  1685. Cantiga sua à Senhora Maria Coresma – Bernardim Ribeiro
  1686. Ben me cuidei eu, María García – Afonso Eanes de Coton
  1687. Maria Dusá – Lindolfo Rocha
  1688. Serenatas e saraus – Alexandre José de Melo Morais Filho
  1689. Estas quatro canções, escrevi-as estando doente – Alberto Caeiro
  1690. Os Irmãos Leme – Paulo Setúbal
  1691. Fabulario – Coelho Netto
  1692. Noite de São João – Alberto Caeiro
  1693. Meestre Nicolás, a meu cuidar – Afonso Eanes de Coton
  1694. O Liberato – Artur Azevedo
  1695. Obras completas, poesia II – Teófilo Braga
  1696. Navio que partes para longe – Alberto Caeiro
  1697. Maria Madalena – Rilvan Batista de Santana
  1698. O bandolim da desgraça – Antônio Frederico de Castro Alves
  1699. Um dedo de prosa, um pouco de verso – William Henrique Stutz
  1700. Não tenho pressa: não a têm o sol e a lua – Alberto Caeiro
  1701. Pedro Gobá – José Ezequiel Freire
  1702. Os Filhos do Padre Anselmo – António da Costa Couto Sá de Albergaria
  1703. Falas de civilização, e de não dever ser – Alberto Caeiro
  1704. O juiz – Rilvan Batista de Santana
  1705. História do teatro português: teatro nacional no século VI – Teófilo Braga
  1706. Sonhando – Casimiro de Abreu
  1707. O luar quando bate na relva – Alberto Caeiro
  1708. Foi Don Fagundo un día convidar – Afonso Eanes de Coton
  1709. Ao Pé do Túmulo – Auta de Sousa
  1710. Desconexo desejo – Hilário Pio
  1711. Hora de Paz – Auta de Sousa
  1712. Saudade – Auta de Sousa
  1713. Ao Mar – Auta de Sousa
  1714. Três cantos – Casimiro de Abreu
  1715. Se depois de eu morrer – Alberto Caeiro
  1716. No dia brancamente nublado entristeço – Alberto Caeiro
  1717. Não me importo com as rimas – Alberto Caeiro
  1718. Soneto matinal – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1719. Maria Dusá – Lindolfo Rocha
  1720. O luar através dos altos ramos – Alberto Caeiro
  1721. Angelina – Auta de Sousa
  1722. Amiga, quem vos (ama) – Dom Dinis
  1723. Obras completas – José de Sousa Monteiro
  1724. A mia senhor que eu por mal de mi – Dom Dinis
  1725. Mortalhas – Emílio de Meneses
  1726. Coleção lusitânia – Coelho Netto
  1727. Renascimento – Auta de Sousa
  1728. Vesperal – Coelho Netto
  1729. Ode ao dous de julho – Antônio Frederico de Castro Alves
  1730. Sou um guardador de rebanhos – Alberto Caeiro
  1731. Mari’Mateu, ir-me quer’eu d’aquén – Afonso Eanes de Coton
  1732. Os três tempos do Édipo em Lacan e a terceira margem do rio em Rosa – Eduardo Benzatti do Carmo
  1733. Léo, o pardo. (Coleção literatura para todos; v. 6) – Rinaldo Santos Teixeira
  1734. Se o homem fosse, como deveria ser – Alberto Caeiro
  1735. Se eu morrer novo – Alberto Caeiro
  1736. Quando?!… – Casimiro de Abreu
  1737. Zirma – Auta de Sousa
  1738. Soneto dramático – Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  1739. O Tribofe – Artur Azevedo
  1740. Ai senhor fremosa, por Deus – Dom Dinis
  1741. Discurso de Posse na ABL – Emílio de Meneses
  1742. Migalhas de história portuguesa – Pinheiro Chagas
  1743. Patriota? Não: só português – Alberto Caeiro
  1744. O Universo não é uma idéia minha – Alberto Caeiro
  1745. Amor, em que grave dia vos vi – Dom Dinis
  1746. Quando tu choras – Casimiro de Abreu
  1747. Écloga de Jano e Franco – Bernardim Ribeiro
  1748. Vós mi defendestes, senhor – Dom Dinis
  1749. Feliz – Auta de Sousa
  1750. Décima – Frei Caneca
  1751. Místico – Auta de Sousa
  1752. Miss Kate – Cosme Velho
  1753. No entardecer dos dias de Verão, às vezes – Alberto Caeiro
  1754. Prosopopéia – Bento Teixeira
  1755. Poetas devem jogar poemas no lixo – Nelson Lima
  1756. Madrid – Pinheiro Chagas
  1757. Ai, fals’amigu’e sen lealdade – Dom Dinis
  1758. O sertanejo revisitado pela ficção de Euclides da Cunha – José Jonas Camelo de França
  1759. Ai, senhor fremosa, por Deus – Dom Dinis
  1760. Se gradoedes, amigo – Afonso Eanes de Coton
  1761. Geração coca e cola – Percival Tadeu Figueiredo
  1762. Um sonho – Auta de Sousa
  1763. Uma história – Casimiro de Abreu
  1764. Pouco me importa – Alberto Caeiro
  1765. Passa uma borboleta por diante de mim – Alberto Caeiro
  1766. Covilheira velha, se vos fezesse – Afonso Eanes de Coton
  1767. Sim: existo dentro do meu corpo – Alberto Caeiro
  1768. Proençaes soen mui ben trobar – Dom Dinis
  1769. O Alforge da Boa Razão – Bruno Seabra
  1770. Natal – Auta de Sousa
  1771. Quando eu morrer – Auta de Sousa
  1772. Flor do Campo – Auta de Sousa
  1773. Eterna dor – Auta de Sousa
  1774. Passei toda a noite – Alberto Caeiro
  1775. A tal estado m’adusse, senhor – Dom Dinis
  1776. O desertor – Manuel Inácio da Silva Alvarenga
  1777. Chorando – Auta de Sousa
  1778. Se às vezes digo que as flores sorriem – Alberto Caeiro
  1779. O Barão de Pituaçu – Artur Azevedo
  1780. O que ouviu os meus versos – Alberto Caeiro
  1781. Bohemias – Auta de Sousa
  1782. O quê? Valho mais que uma flor – Alberto Caeiro
  1783. Balladilhas – Coelho Netto
  1784. Poesias – Luís Delfino dos Santos
  1785. O pastor amoroso perdeu o cajado – Alberto Caeiro
  1786. Rosas com espinhos (contos) – Rilvan Batista de Santana
  1787. O meu olhar azul como o céu – Alberto Caeiro
  1788. Conversa pra boi dormir: um pouco de castelo na minha lembrança – José Antônio Caliman
  1789. Num meio-dia de fim de primavera – Alberto Caeiro
  1790. Cantiga – Auta de Sousa
  1791. Amad’e meu amigo – Dom Dinis
  1792. O Penúltimo poema – Alberto Caeiro
  1793. Tu, místico, vês uma significação em todas as cousas – Alberto Caeiro
  1794. Poema da mocidades seguido de Anjo do lar -Pinheiro Chagas
  1795. Uma gargalhada de rapariga soa do ar – Alberto Caeiro
  1796. Quando a erva crescer em cima da minha sepultura – Alberto Caeiro
  1797. Rosa murcha – Casimiro de Abreu
  1798. Celeste – Auta de Sousa
  1799. Ave – Auta de Sousa
  1800. Hanna – Rilvan Batista de Santana
  1801. O toque das almas – Wilder Machado da Cruz
  1802. Ao Pé de um Berço – Auta de Sousa
  1803. Ao Senhor do Bomfim – Auta de Sousa
  1804. O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia – Alberto Caeiro
  1805. Mistério – Auta de Sousa
  1806. Esparsos e Inéditos – Emílio de Meneses
  1807. Versos ligeiros – Auta de Sousa
  1808. Sete de setembro – Casimiro de Abreu
  1809. O mistério das cousas, onde está ele? – Alberto Caeiro
  1810. Obras completas – Filinto Elísio de Sousa Ramalho
  1811. Lágrimas – Auta de Sousa
  1812. Amiga, muit’ha gran sazón – Dom Dinis
  1813. Sempre que penso uma coisa, traio-a – Alberto Caeiro
  1814. Amiga, faço-me maravilhada – Dom Dinis
  1815. O único mistério do Universo é o mais e não o menos – Alberto Caeiro
  1816. Ai, fremosinha, se ben ajades – Bernardo de Bonaval
  1817. Amigo, queredes-vos ir? – Dom Dinis
  1818. Fragmentos de meu tempo – Geraldo Pereira
  1819. Dadá – Auta de Sousa
  1820. O meu olhar é nítido como um girassol – Alberto Caeiro
  1821. Rimas – Auta de Sousa
  1822. Versos a Inah – Auta de Sousa
  1823. Para defender a pátria – Frei Caneca
  1824. Pois não é?! – Casimiro de Abreu
  1825. Amiga, bom grad’haja Deus – Dom Dinis
  1826. Quem sou eu? – Percival Tadeu Figueiredo
  1827. Melancolia – Auta de Sousa
  1828. Obras completas, poesia IV – Teófilo Braga
  1829. Estrada a Fora – Auta de Sousa
  1830. Paranóia delirante – Roberto Wagner Magalhães
  1831. O enviado – Rilvan Batista de Santana
  1832. Obrigada! – Auta de Sousa
  1833. Sim, talvez tenha razão – Alberto Caeiro
  1834. O D N A de Emanuel – Rilvan Batista de Santana
  1835. No meu prato que mistura de Natureza! – Alberto Caeiro
  1836. Orraca López vi doente un día – Afonso Eanes de Coton
  1837. Noites amadas – Auta de Sousa
  1838. Morena – Auta de Sousa
  1839. Paai Rengel e outros dous romeus – Afonso Eanes de Coton
  1840. Quando tornar a vir a Primavera – Alberto Caeiro
  1841. Pobres das flores dos canteiros dos jardins regulares – Alberto Caeiro
  1842. Uma Véspera de Reis – Artur Azevedo
  1843. Retalhos – Rilvan Batista de Santana
  1844. Oração da noite – Auta de Sousa
  1845. Vós, que vos em vossos cantares meu – Dom Dinis
  1846. Meu Pai – Auta de Sousa
  1847. Todas as opiniões que há sobre a natureza – Alberto Caeiro
  1848. Olhos Azuis – Auta de Sousa
  1849. O Beija-Flor – Auta de Sousa
  1850. Hoje – Auta de Sousa
  1851. Recanto aprazível: poesias 2008 – Valdecir de Oliveira Anselmo
  1852. De Longe – Auta de Sousa
  1853. Se eu pudesse trincar a terra toda – Alberto Caeiro
  1854. O empresário – Rilvan Batista de Santana
  1855. Quem me dera que a minha vida fosse um carro de bois – Alberto Caeiro
  1856. Dolores – Auta de Sousa
  1857. Dizia la fremozinha – Afonso Sanches
  1858. Um renque de árvores lá longe, lá para a encosta – Alberto Caeiro
  1859. Quando vier a primavera – Alberto Caeiro
  1860. Um ciclone na Paulicéia: Oswald de Andrade e os limites da vida intelectual em São Paulo (1900 – 1950) – Rubens de Oliveira Martins
  1861. Hontem pos-se a sol – Bernardim Ribeiro
  1862. Morta – Auta de Sousa
  1863. Pétala dobrada para trás da rosa – Alberto Caeiro
  1864. Ritmos e idéias – Luís Murat
  1865. No Jardim das Oliveiras – Auta de Sousa
  1866. Amigo fals’e desleal – Dom Dinis
  1867. Luz e Sombra – Auta de Sousa
  1868. Pastor do monte, tão longe de mim com as tuas ovelhas – Alberto Caeiro
  1869. Vida de pobre na cidade grande – Edinaldo Alecrim Machado
  1870. Um estudo de relatos de pesquisa em análise de gênero – Patrícia Marcuzzo
  1871. Estes, que m’ora tolhem mia Senhor – Afonso Sanches
  1872. Assí me trax coitado – Dom Dinis
  1873. Bom dia vi amigo – Dom Dinis
  1874. Livro póstumo – José Ezequiel Freire
  1875. Flores – Auta de Sousa
  1876. Quando está frio no tempo do frio – Alberto Caeiro
  1877. Todos os dias agora acordo com alegria e pena – Alberto Caeiro
  1878. Ontem à tarde um homem das cidades – Alberto Caeiro
  1879. Fantasmas – as suas horas finais – Alexandre Carnevali da Silva
  1880. Vedes, amigos, que de perdas hei – Afonso Sanches
  1881. Seja o que for que esteja no centro do Mundo – Alberto Caeiro
  1882. Letras livres: disseminando cultura! – Pedro Anízio Gomes
  1883. Vi-vos, madre, com meu amig’aqui – Dom Dinis
  1884. O que nós vemos das cousas são as cousas – Alberto Caeiro
  1885. Rimo quando calha – Alberto Caeiro
  1886. O maestro sacode a batuta – Alberto Caeiro
  1887. Queixumes – Casimiro de Abreu
  1888. Madresilvas – Brasílio Machado
  1889. O cuecão de Chiquinho – José Felipe Nazário Júnior
  1890. Preguntar-vos quero por Deus – Dom Dinis
  1891. Quem me dera que eu fosse o pó da estrada – Alberto Caeiro
  1892. Se quiserem que eu tenha um misticismo – Alberto Caeiro
  1893. Consolo Supremo – Auta de Sousa
  1894. Nunca mais – Auta de Sousa
  1895. Fefa – Auta de Sousa
  1896. Jesus! Maria! – Auta de Sousa
  1897. Dizede por Deus amigo – Dom Dinis
  1898. Contrastes – Auta de Sousa
  1899. Amigo, pois vos non vi – Dom Dinis
  1900. Solilóquio – Marcos Satoru Kawanami
  1901. Obras – Bento de Figueiredo Tenreiro Aranha
  1902. Um olhar da estrada – Memórias de Nazarezinho – Humberto Mendes de Sá Formiga
  1903. Chegou-m’amiga recado – Dom Dinis
  1904. Ontem o pregador de verdades dele – Alberto Caeiro
  1905. O declínio da tradição no espírito da subversão: o papel do intelectual, a literatura militante e a tradição literária brasileira nas crônicas de Lima Barreto (1881-1922) – Renato Marcelo Resgala Júnior
  1906. O que são estrelas – Auta de Sousa
  1907. Non chegou, madre, o meu amigo – Dom Dinis
  1908. De joelhos – Auta de Sousa
  1909. Desalento – Auta de Sousa
  1910. Sempre vos eu doutra rem mais amei – Afonso Sanches
  1911. Parecer de Concurso Literário – Emílio de Meneses
  1912. Decalque – Weslley Moreira de Almeida
  1913. Pedro Gobá – José Ezequiel Freire
  1914. Com’ousará parecer ante mi – Dom Dinis
  1915. Amiga, sei eu bem d’unha molher – Dom Dinis
  1916. Mater – Auta de Sousa
  1917. Água da Fonte – revista da academia Passo-fundense de Letras (A. 2, n. 0, dez. 2003) – Academia Passo-Fundense de Letras
  1918. Como me Deus aguisou que vivesse – Dom Dinis
  1919. Ninguém escreve – Romance – Marcos Satoru Kawanami
  1920. Fio Partido – Auta de Sousa
  1921. Os pastores de Virgílio tocavam avenas e outras cousas – Alberto Caeiro
  1922. Dos que ora son na hoste – Dom Dinis
  1923. Noite cruel – Auta de Sousa
  1924. Passou a diligência pela estrada, e foi-se – Alberto Caeiro
  1925. Página azul – Auta de Sousa
  1926. Espírito errante – Benedito Germano Neponuceno
  1927. Pombos mensageiros – Auta de Sousa
  1928. Identidades, poderes e saberes em um programa popular da televisão brasileira: uma abordagem discursiva – Carlos Renato Lopes
  1929. De mi vós fazerdes, senhor – Dom Dinis
  1930. Pouco a pouco o campo se alarga e se doura – Alberto Caeiro
  1931. Primeiro prenúncio de trovoada de depois de amanhã – Alberto Caeiro
  1932. Senhor fremosa e de mui loução – Dom Dinis
  1933. Simples – Auta de Sousa
  1934. Uma primavera adiantada – Barbara Ganizev Jimenez
  1935. A teia do contar na Nhecolândia – a personagem lendária Mãozão – Áurea Rita de Ávila Lima Ferreira
  1936. Nunca vos ousei a dizer – Dom Dinis
  1937. Cantai – Auta de Sousa
  1938. Construção da figura religiosa no romance de cavalaria – Marcia Maria de Medeiros
  1939. Lydia – Auta de Sousa
  1940. Um tal home sei eu, ai bem talhada – Dom Dinis
  1941. Palavras Tristes – Auta de Sousa
  1942. Chegou-m’ora aqui recado – Dom Dinis
  1943. Marginalidade, violência e testemunho nos contos de Marcelino Freire – Flávia Heloísa Unbehaum Ferraz
  1944. Súplica – Auta de Sousa
  1945. Teus anos – Auta de Sousa
  1946. Gentil – Auta de Sousa
  1947. Grave vos é de que vos hei amor – Dom Dinis
  1948. De muitas coitas, senhor, que levei – Dom Dinis
  1949. Novalis e Álvares de Azevedo: jovens poetas no mundo romântico dos sonhos – Elaine Cristina Carvalho Duarte
  1950. Soledade – Auta de Sousa
  1951. Pobre flor! – Auta de Sousa
  1952. Ruy: o escudeiro – Luís da Silva Mouzinho de Albuquerque
  1953. Regina Coeli – Auta de Sousa
  1954. Prática de leitura: um estudo sobre as dificuldades na formação de leitores – Ediney Pinto Serejo
  1955. Doente – Auta de Sousa
  1956. Mundo exterior em oposição ao espaço do mundo doméstico – uma análise dos contos de Clarice Lispector – Sérgio dos Santos Martins
  1957. Noemi – Auta de Sousa
  1958. O dia da criação – Stella Freitas-Grisam
  1959. Minh’Alma e o Verso – Auta de Sousa
  1960. Loli – Auta de Sousa
  1961. Carta para Paula – Rilvan Batista de Santana
  1962. Renato – Auta de Sousa
  1963. Os canários – Auta de Sousa
  1964. Pelo passado – Auta de Sousa
  1965. Meu amigo vem hoj’aqui – Dom Dinis
  1966. Tant’é Melión pecador – Dom Dinis
  1967. Meu amig’, u eu sejo – Dom Dinis
  1968. Da mia senhor que eu servi – Dom Dinis
  1969. Página triste – Auta de Sousa
  1970. No álbum de Dolores – Auta de Sousa
  1971. Gram temp’há, meu amigo, que nom quis Deus – Dom Dinis
  1972. Manhã no Campo – Auta de Sousa
  1973. Na Capelinha – Auta de Sousa
  1974. Fremosas, a Deus grado – Bernardo de Bonaval
  1975. Trança loura – Auta de Sousa
  1976. Negra Rosa & Outros Poemas – José Neres
  1977. Senhor, pois me nom queredes – Dom Dinis
  1978. Diss´a fremosa en Bonaval assí – Bernardo de Bonaval
  1979. Coitada viv’, amigo, porque vos nom vejo – Dom Dinis
  1980. Num leque – Auta de Sousa
  1981. De que morredes, filha, a do corpo velido? – Dom Dinis
  1982. Mimo de Anos – Auta de Sousa
  1983. Valer-vos-ia, amigo, se hoj’ – Dom Dinis
  1984. Se eu podess’ora meu coraçom – Dom Dinis
  1985. Na primeira página – Auta de Sousa
  1986. Nunca Deus fez tal coita qual eu hei – Dom Dinis
  1987. Ma madre velida – Dom Dinis
  1988. Iracema, mon amour – Diego Braga Norte
  1989. Róseo menino – Auta de Sousa
  1990. Sancta Virgo Virginum: Prece – Auta de Sousa
  1991. Poesias reunidas – valtier Veloso
  1992. Recuerdo – Auta de Sousa
  1993. Senhor, nom vos pês se me guisar Deus – Dom Dinis
  1994. O que vos nunca cuidei a dizer – Dom Dinis
  1995. Três batinas e uma cama – Percival Tadeu Figueiredo
  1996. Imaginários em diálogo: lenda do Lobisomem em uma perspectiva bakhtiniana como resgate de narrativas folclóricas – Elita de Medeiros
  1997. Que soidade de mia senhor hei – Dom Dinis
  1998. Jovem também gosta de serenata – Marluce Magno
  1999. Mesura sería, senhor – Dom Dinis
  2000. No Templo – Auta de Sousa
  2001. Levantou-s’a velida – Dom Dinis
  2002. Pois que vos Deus, amigo, quer guisar – Dom Dinis
  2003. Poesias do entardecer – Udilson Soares Ribeiro
  2004. De Joán Bol’and’eu maravilhado – Dom Dinis
  2005. No álbum de Eugênia – Auta de Sousa
  2006. Ataques e utopias: espaço e corpo na obra de Roberto Piva – Gláucia Costa de Castro Pimentel
  2007. Se veess’o meu amigo – Bernardo de Bonaval
  2008. Disse-m’hoj’un cavaleiro – Dom Dinis
  2009. Sylvio – Auta de Sousa
  2010. Em gram coita, senhor – Dom Dinis
  2011. Volume 2: Adiós, Lite de Ratura – Paulo Vitor Grossi
  2012. En grave día, senhor, que vos oí – Dom Dinis
  2013. Ora vej’eu bem, mia senhor – Dom Dinis
  2014. Pero que eu mui long’ estou – Dom Dinis
  2015. O gram viç’e o gram sabor – Dom Dinis
  2016. Dionísio: um bon vivant entre os Deuses – André Dias
  2017. Quero vos eu, mha irmana, rogar – Bernardo de Bonaval
  2018. O meu amigo há de mal assaz – Dom Dinis
  2019. Oswaldo – Auta de Sousa
  2020. Que estranho que m’é, senhor – Dom Dinis
  2021. Regina Martyrum – Auta de Sousa
  2022. Senhor, que de grad’hoj’eu querría – Dom Dinis
  2023. Nom me podedes vós, senhor – Dom Dinis
  2024. Quix ben, amigos, e quer’e querrei – Dom Dinis
  2025. De morrerdes por mi gram dereit’é – Dom Dinis
  2026. Ele, Lá e os Outros – Percival Tadeu Figueiredo
  2027. Meu amigo, nom poss’eu guarecer – Dom Dinis
  2028. Guriatã, o intérprete – Rilvan Batista de Santana
  2029. Vai-s’o meu amig’alhur sem mim morar – Dom Dinis
  2030. Pesar mi fez meu amigo – Dom Dinis
  2031. Goivos – Auta de Sousa
  2032. Por Deus, amigo, quen cuidaría – Dom Dinis
  2033. Senhor, hoj’houvesse eu vagar – Dom Dinis
  2034. Sesmaria – Cruzeiro, o Quilombo das Luzes – Tarcísio José Martins
  2035. Que grave coita, senhor, é – Dom Dinis
  2036. Senhor fremosa, por qual vos Deus fez – Dom Dinis
  2037. Senhor, que mal vos nembrades – Dom Dinis
  2038. O voss’amigo tam de coraçom – Dom Dinis
  2039. Pois que vos Deus fez, mia senhor – Dom Dinis
  2040. Síncope – Thiago Aécio de Sousa
  2041. Quant’eu, fremosa mia senhor – Dom Dinis
  2042. Senhor, cuitad’é o meu coraçom – Dom Dinis
  2043. Non sei como me salv’a mia senhor – Dom Dinis
  2044. Pera veer meu amigo – Dom Dinis
  2045. Que trist’hoj’é meu amigo – Dom Dinis
  2046. Quand’eu ben meto femença – Dom Dinis
  2047. Pero eu dizer quisesse – Dom Dinis
  2048. Oimais quer’eu ja leixá-lo trobar – Dom Dinis
  2049. Nostro Senhor, se haverei guisado – Dom Dinis
  2050. Senhor fremosa, nom poss’eu osmar – Dom Dinis
  2051. Pois que diz meu amigo – Dom Dinis
  2052. Que muit’há já que nom vejo – Dom Dinis
  2053. Nom poss’eu, meu amigo – Dom Dinis
  2054. Senhor, pois que m’agora Deus guisou – Dom Dinis
  2055. Pois mia ventura tal é ja – Dom Dinis
  2056. Sancta Virgo Virginum: Prece – Auta de Sousa
  2057. Pois ante vós estou aqui – Dom Dinis
  2058. Nostro Senhor, hajades bon grado – Dom Dinis
  2059. Senhor, dizen-vos por meu mal – Dom Dinis
  2060. O meu amig’, amiga, non quer’eu – Dom Dinis
  2061. Senhor fremosa, pois no coraçom – Dom Dinis
  2062. Pennas de Garça – Auta de Sousa
  2063. Ora, senhor, nom poss’eu já – Dom Dinis
  2064. Senhor, des quando vos vi – Dom Dinis
  2065. Sempr’eu, mia senhor, desejei – Dom Dinis
  2066. Que mui gram prazer que eu hei, senhor – Dom Dinis
  2067. Falou-m’hoj’o meu amigo – Dom Dinis
  2068. Quer’eu em maneira de proençal – Dom Dinis
  2069. Quant’há, senhor, que m’eu de vós parti – Dom Dinis
  2070. Por Deus, punhade de veerdes meu – Dom Dinis
  2071. U noutro día seve Don Foán – Dom Dinis
  2072. Senhor, en tan grave día – Dom Dinis
  2073. Praz-m’ a mi, senhor, de morrer – Dom Dinis
  2074. O voss’amig’, amiga, vi andar – Dom Dinis
  2075. Quisera vosco falar de grado – Dom Dinis
  2076. Por Deus, amiga, pês-vos do gram mal – Dom Dinis
  2077. O voss’amig’, ai amiga – Dom Dinis
  2078. Que coita houvestes, madr’e senhor – Dom Dinis
  2079. Roga-m’hoje, filha, o voss’amigo – Dom Dinis
  2080. Se hoj’em vós há nenhum mal, senhor – Dom Dinis
  2081. Quem vos mui bem visse, senhor – Dom Dinis
  2082. Tam muito mal mi fazedes, senhor – Dom Dinis
  2083. Nom sei hoj’, amigo, quem padecesse – Dom Dinis
  2084. Que razom cuidades vós, mia senhor – Dom Dinis

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Sobre o autor: Alessandro Martins

Sou o editor deste blog. Trabalhei como jornalista em Curitiba de 1995 a 2008, quando fui demitido e passei a me dedicar a escrever apenas na internet, em blogs e mídias sociais. Agora estou publicando minha newsletter que tem milhares de leitores: assine!