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	<title>Comentários sobre: Debate sobre pirataria de livros continua</title>
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	<description>É para gostar de ler.</description>
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		<title>Por: Julio Cesar G Silva</title>
		<link>http://livroseafins.com/debate-sobre-pirataria-de-livros-continua/comment-page-1/#comment-24100</link>
		<dc:creator>Julio Cesar G Silva</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 19:27:13 +0000</pubDate>
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		<description>Na minha opinião não se trata de uma opinião ou discussão, mas sim da interpretação da lei, e acredito que deram brecha para cópia sem intenção de comercializala.

Ao meu ponto de vista, se não vendo nem compro uma copia , não estou pirateando perante a lei, se faço download estou apenas desfrutando de um direito que pago, e caro por sinal no brasil (banda larga), não compro, não pago pelo download, apenas faço download dos que disponibilizam sem cobrar, e com relação ao autores que dedicam horas como outro colega falou, eu até concordo eles realmente tem o direito de cobrar suas obras impressas, mas estão prejudicados pela lei LEI No 10.695, que abre uma brecha para cópia unica, mas também temos algo mais a levar em conta, pois se formos tão rigorosos ao ponto de querer proibir a reprodução, não teriamos comunicação, pois existem varias forma de reprodução, em forma visual, escrita, de audio, então o que diriamos se um professor ensinasse tudo o que leu em um livro tecnico, ele esta pirateando o conteúdo do livro??? ou só pode ensinar se o autor lhe der uma carta de autorização?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Na minha opinião não se trata de uma opinião ou discussão, mas sim da interpretação da lei, e acredito que deram brecha para cópia sem intenção de comercializala.</p>
<p>Ao meu ponto de vista, se não vendo nem compro uma copia , não estou pirateando perante a lei, se faço download estou apenas desfrutando de um direito que pago, e caro por sinal no brasil (banda larga), não compro, não pago pelo download, apenas faço download dos que disponibilizam sem cobrar, e com relação ao autores que dedicam horas como outro colega falou, eu até concordo eles realmente tem o direito de cobrar suas obras impressas, mas estão prejudicados pela lei LEI No 10.695, que abre uma brecha para cópia unica, mas também temos algo mais a levar em conta, pois se formos tão rigorosos ao ponto de querer proibir a reprodução, não teriamos comunicação, pois existem varias forma de reprodução, em forma visual, escrita, de audio, então o que diriamos se um professor ensinasse tudo o que leu em um livro tecnico, ele esta pirateando o conteúdo do livro??? ou só pode ensinar se o autor lhe der uma carta de autorização?</p>
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		<title>Por: Suzana</title>
		<link>http://livroseafins.com/debate-sobre-pirataria-de-livros-continua/comment-page-1/#comment-24099</link>
		<dc:creator>Suzana</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 20:29:55 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Lancelot;

Paulo Coelho é uma exceção. Para o escritor que tem uma obra sólida mas não é best seller, cópia pirata de seus livros sempre dará  prejuízo. Ele demora em média, para vender uma tiragem de 3 mil exemplares,  cerca de três anos.

Acredito que o mercado deva sentar e discutir cada caso. Antes de trabalhar com livros fiz primeiro faculdade de biologia e os livros, caríssimos, tornavam-se obsoletos e ultrapassados a cada congresso - ou seja, de um ano para o outro. Livros de R$ 400 jogados no lixo.

Dizer que as editoras ditam o que o leitor deve consumir é como dizer que determinado supermercado dita o que você vai comer.  Mesmo as editoras que baseiam seu catálogo em best sellers lançam pequenas obras-primas - para citar duas somente da Rocco, &quot;Corpos em movimento&quot;, de Mary Anne Mohanraj, e &quot;A jogadora de go&quot;, de Shan Sa (a tradução de Adriana Lisboa é de uma preciosidade absolutamente impressionante).

Na verdade, quem dita o que vende ou não no mercado não são as editoras, e sim a mídia. Lembro-me que, ao mandar um determinado livro de um novo autor (considerado por acadêmicos um novo Scott Fitzgerald) a uma revista semanal de grande circulação, o editor de cultura me disse que eles estavam dando leituras mais centradas no hoje, com uma &quot;levada mais&quot;pop&quot;. Na semana seguinte, deram José Lins do Rêgo - você sabia que Zé Lins tinha uma &quot;levada mais pop&quot;? Eu não.  O livro em questão não vendeu quase nada - ficou na primeira tiragem. Mesmo que o segundo livro do autor tenha sido constrangedor, digo que ele lavou a alma em sua obra de estréia.

Já leu o &quot;Livro dos desmandamentos&quot;, de Carlos Trigueiro? É de longe o mais cruel, afiado e refinado quadro do Brasil. Você leu alguma resenha sobre esse livro?

Como mais um exemplo: quantas matérias sobre literatura infanto-juvenil (excetuando-se Harry Potter) você leu ultimamente?

Como diz nosso amigo Alessandro, é uma conversa para muitos posts, muitos anos, muitos debatedores, muitos lados.

Abs

Suzana</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Lancelot;</p>
<p>Paulo Coelho é uma exceção. Para o escritor que tem uma obra sólida mas não é best seller, cópia pirata de seus livros sempre dará  prejuízo. Ele demora em média, para vender uma tiragem de 3 mil exemplares,  cerca de três anos.</p>
<p>Acredito que o mercado deva sentar e discutir cada caso. Antes de trabalhar com livros fiz primeiro faculdade de biologia e os livros, caríssimos, tornavam-se obsoletos e ultrapassados a cada congresso &#8211; ou seja, de um ano para o outro. Livros de R$ 400 jogados no lixo.</p>
<p>Dizer que as editoras ditam o que o leitor deve consumir é como dizer que determinado supermercado dita o que você vai comer.  Mesmo as editoras que baseiam seu catálogo em best sellers lançam pequenas obras-primas &#8211; para citar duas somente da Rocco, &#8220;Corpos em movimento&#8221;, de Mary Anne Mohanraj, e &#8220;A jogadora de go&#8221;, de Shan Sa (a tradução de Adriana Lisboa é de uma preciosidade absolutamente impressionante).</p>
<p>Na verdade, quem dita o que vende ou não no mercado não são as editoras, e sim a mídia. Lembro-me que, ao mandar um determinado livro de um novo autor (considerado por acadêmicos um novo Scott Fitzgerald) a uma revista semanal de grande circulação, o editor de cultura me disse que eles estavam dando leituras mais centradas no hoje, com uma &#8220;levada mais&#8221;pop&#8221;. Na semana seguinte, deram José Lins do Rêgo &#8211; você sabia que Zé Lins tinha uma &#8220;levada mais pop&#8221;? Eu não.  O livro em questão não vendeu quase nada &#8211; ficou na primeira tiragem. Mesmo que o segundo livro do autor tenha sido constrangedor, digo que ele lavou a alma em sua obra de estréia.</p>
<p>Já leu o &#8220;Livro dos desmandamentos&#8221;, de Carlos Trigueiro? É de longe o mais cruel, afiado e refinado quadro do Brasil. Você leu alguma resenha sobre esse livro?</p>
<p>Como mais um exemplo: quantas matérias sobre literatura infanto-juvenil (excetuando-se Harry Potter) você leu ultimamente?</p>
<p>Como diz nosso amigo Alessandro, é uma conversa para muitos posts, muitos anos, muitos debatedores, muitos lados.</p>
<p>Abs</p>
<p>Suzana</p>
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		<title>Por: Lancelot</title>
		<link>http://livroseafins.com/debate-sobre-pirataria-de-livros-continua/comment-page-1/#comment-24098</link>
		<dc:creator>Lancelot</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 13:33:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.alessandromartins.com/?p=1573#comment-24098</guid>
		<description>Minha opinião é que os ebooks ao contrário de prejudicar os autores são uma tremenda ferramenta de marketing, que o diga Paulo Coelho que aumentou muito a divulgação dos seus livros no exterior ao &quot;piratear&quot; as próprias obras.

Os ebooks apesar de práticos não substituem o prazer &quot;táctil&quot;&#039; da leitura, não substitui o apelo de uma biblioteca repleta de livros com suas capas coloridas ali à disposição.

Enquanto não desenvolvida uma tecnologia que consiga substituir o livro em papel duvido que os livros digitais se tornem ameaça aos livros como os conhecemos.

Como alguns sabem, participo de alguns espaços que se dedicam à divulgação dos ebooks e neles a opinião unânime é que é bom ter o ebook, mas é muito melhor possuir a versão física dele.

Outro ponto a ser colocado e que as editoras não mencionam ao discutir o assunto é que atualmente elas ditam o que o leitor deve consumir.
Os ebooks democratizam a leitura ao permitir o acesso a traduções de qualidade de autores consagrados no exterior mas que não tem suas obras traduzidas e publicadas no Brasil. Ou ainda a permitir o acesso a livros esgotados e que não republicados, quem discorda tente encontrar por exemplo &quot;O Poder do Mito&quot; de Joseph Campbel para comprar, por exemplo.

Bem... essas são apenas algumas colocações para incentivar ainda mais essa discussão que tende a se estender ainda por muito tempo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Minha opinião é que os ebooks ao contrário de prejudicar os autores são uma tremenda ferramenta de marketing, que o diga Paulo Coelho que aumentou muito a divulgação dos seus livros no exterior ao &#8220;piratear&#8221; as próprias obras.</p>
<p>Os ebooks apesar de práticos não substituem o prazer &#8220;táctil&#8221;&#8216; da leitura, não substitui o apelo de uma biblioteca repleta de livros com suas capas coloridas ali à disposição.</p>
<p>Enquanto não desenvolvida uma tecnologia que consiga substituir o livro em papel duvido que os livros digitais se tornem ameaça aos livros como os conhecemos.</p>
<p>Como alguns sabem, participo de alguns espaços que se dedicam à divulgação dos ebooks e neles a opinião unânime é que é bom ter o ebook, mas é muito melhor possuir a versão física dele.</p>
<p>Outro ponto a ser colocado e que as editoras não mencionam ao discutir o assunto é que atualmente elas ditam o que o leitor deve consumir.<br />
Os ebooks democratizam a leitura ao permitir o acesso a traduções de qualidade de autores consagrados no exterior mas que não tem suas obras traduzidas e publicadas no Brasil. Ou ainda a permitir o acesso a livros esgotados e que não republicados, quem discorda tente encontrar por exemplo &#8220;O Poder do Mito&#8221; de Joseph Campbel para comprar, por exemplo.</p>
<p>Bem&#8230; essas são apenas algumas colocações para incentivar ainda mais essa discussão que tende a se estender ainda por muito tempo.</p>
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		<title>Por: Silvio</title>
		<link>http://livroseafins.com/debate-sobre-pirataria-de-livros-continua/comment-page-1/#comment-24097</link>
		<dc:creator>Silvio</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 14:07:34 +0000</pubDate>
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		<description>Estou entre aqueles que não empolga muito com a leitura de livros num monitor, mas as cópias em xerox foram uma realidade na minha vida universitária.
Em quatro anos comprei dois livros. O restante das leituras foram em xerox.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estou entre aqueles que não empolga muito com a leitura de livros num monitor, mas as cópias em xerox foram uma realidade na minha vida universitária.<br />
Em quatro anos comprei dois livros. O restante das leituras foram em xerox.</p>
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