E, no artigo que discute se o download de livros é crime ou não, o debate continua.
A mais recente opinião foi do leitor ANG. Leia um trecho:
Se a lei nacional confere-me direito à cultura e educação e não me dá os meios para isso, então eu preciso fazer valer o meu direito sem lesar niguém: não roubo uma edição do livro, nem compro uma pirata, pois eu quero as idéias, o ensino, por isso a cópia. O que eu não terei é o mesmo suporte que o livro dá: papel mais caro e duradouro, encadernação e impressão mais resistentes ao tempo do que xerox e e-book.
Provavelmente ainda há muito o que falar sobre isso. Até o momento, a indústria editorial esteve bem protegida das mudanças que atingiram a música e até mesmo o cinema.
Afinal, não é tão fácil copiar um livro como transformar uma faixa de um CD em um arquivo mp3, por exemplo.
É fácil. Mas não tão fácil.
Porém, depois de copiado, propagá-lo na rede é a coisa mais simples.
Assim, ao que parece, as coisas vão começar a mudar tão logo os ebooks se estabeleçam e, então, surja um novo tipo de leitor.
O modelo de negócio das editoras – que já não é aquelas coisas – terá que ser repensado.








