Debate sobre pirataria de livros continua

E, no artigo que discute se o download de livros é crime ou não, o debate continua.

A mais recente opinião foi do leitor ANG. Leia um trecho:

Se a lei nacional confere-me direito à cultura e educação e não me dá os meios para isso, então eu preciso fazer valer o meu direito sem lesar niguém: não roubo uma edição do livro, nem compro uma pirata, pois eu quero as idéias, o ensino, por isso a cópia. O que eu não terei é o mesmo suporte que o livro dá: papel mais caro e duradouro, encadernação e impressão mais resistentes ao tempo do que xerox e e-book.

Provavelmente ainda há muito o que falar sobre isso. Até o momento, a indústria editorial esteve bem protegida das mudanças que atingiram a música e até mesmo o cinema.

Afinal, não é tão fácil copiar um livro como transformar uma faixa de um CD em um arquivo mp3, por exemplo.

É fácil. Mas não tão fácil.

Porém, depois de copiado, propagá-lo na rede é a coisa mais simples.

Assim, ao que parece, as coisas vão começar a mudar tão logo os ebooks se estabeleçam e, então, surja um novo tipo de leitor.

O modelo de negócio das editoras – que já não é aquelas coisas – terá que ser repensado.

Postado em Mercado.

Sobre o autor

Alessandro Martins

Alessandro Martins foi o criador do blog Livros e Afins. Trabalhou em jornais de Curitiba de 1995 a 2008, quando passou a se dedicar somente a blogs e em especial a este.

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