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	<title>Comentários sobre: De 1 a 100 anos em 100 toques de tambor</title>
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	<description>É para gostar de ler.</description>
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		<title>Por: Tiago C. Von Randow</title>
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		<dc:creator>Tiago C. Von Randow</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Feb 2008 16:06:06 +0000</pubDate>
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		<description>... a importância das coisas, algo difícil de mesurar. Não gosto (me incomoda) quando comparam a importância de um ser humano à grandeza de pedras e gases. São belos, são fugazes, como nós... mas inconscientes, talvez melhor seja dizer acientes... só nós podemos atribuir importância aos pedaços do mundo, e sentir, o que já adiciona uma grandeza que não se pode comparar; o resto, é um profundo e caótico silêncio, grande ou pequeno.

de mais a mais, outros falaram melhor que eu:

O SUICIDA (A rosa profunda, p. 99 ), J.L.Borges

Não restará na noite uma estrela.
Não restará a noite.
Morrerei, e comigo a soma
Do intolerável universo.
Apagarei as pirâmides, as medalhas,
Os continentes e os rostos.
Apagarei a acumulação do passado.
Farei da história pó, o pó em pó.
Estou mirando o último poente.
Ouço o último pássaro.
Lego o nada a ninguém.

http://br.youtube.com/watch?v=Autc0-wK_7E

http://br.youtube.com/watch?v=VfYbMjbadKY</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230; a importância das coisas, algo difícil de mesurar. Não gosto (me incomoda) quando comparam a importância de um ser humano à grandeza de pedras e gases. São belos, são fugazes, como nós&#8230; mas inconscientes, talvez melhor seja dizer acientes&#8230; só nós podemos atribuir importância aos pedaços do mundo, e sentir, o que já adiciona uma grandeza que não se pode comparar; o resto, é um profundo e caótico silêncio, grande ou pequeno.</p>
<p>de mais a mais, outros falaram melhor que eu:</p>
<p>O SUICIDA (A rosa profunda, p. 99 ), J.L.Borges</p>
<p>Não restará na noite uma estrela.<br />
Não restará a noite.<br />
Morrerei, e comigo a soma<br />
Do intolerável universo.<br />
Apagarei as pirâmides, as medalhas,<br />
Os continentes e os rostos.<br />
Apagarei a acumulação do passado.<br />
Farei da história pó, o pó em pó.<br />
Estou mirando o último poente.<br />
Ouço o último pássaro.<br />
Lego o nada a ninguém.</p>
<p><a href="http://br.youtube.com/watch?v=Autc0-wK_7E" rel="nofollow">http://br.youtube.com/watch?v=Autc0-wK_7E</a></p>
<p><a href="http://br.youtube.com/watch?v=VfYbMjbadKY" rel="nofollow">http://br.youtube.com/watch?v=VfYbMjbadKY</a></p>
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	<item>
		<title>Por: Djabal</title>
		<link>http://livroseafins.com/de-1-a-100-anos-em-100-toques-de-tambor/comment-page-1/#comment-21745</link>
		<dc:creator>Djabal</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jan 2008 11:05:07 +0000</pubDate>
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		<description>Assisti um vídeo parecido com a imagem fluindo desde a via láctea, até a célula de uma planta e desde então meu sentido de escala, de semelhanças, e agora com o seu, de temporalidade, nunca mais foi o mesmo.
Dar a devida importância às coisas, é uma lição que talvez nunca aprendamos.
Grande ajuda, grande lembrança. Parabéns.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Assisti um vídeo parecido com a imagem fluindo desde a via láctea, até a célula de uma planta e desde então meu sentido de escala, de semelhanças, e agora com o seu, de temporalidade, nunca mais foi o mesmo.<br />
Dar a devida importância às coisas, é uma lição que talvez nunca aprendamos.<br />
Grande ajuda, grande lembrança. Parabéns.</p>
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		<title>Por: Sergio Grigoletto</title>
		<link>http://livroseafins.com/de-1-a-100-anos-em-100-toques-de-tambor/comment-page-1/#comment-21744</link>
		<dc:creator>Sergio Grigoletto</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jan 2008 00:42:23 +0000</pubDate>
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		<description>O movimento pode ser irrelevante, mas não a sua pergunta, que acho bastante pertinente.
Expressões da poesia pelo concreto já não é mais experimentalismo.
 Ela existe e existem nomes fortes nela podendo ser ela também, já considerada como contemporânea.
O problema mesmo, é com o mundo e as pessoas. Elas é que estão cada vez mais distantes da poesia, que não conseguem &quot;enxerga-la&quot;.
Ora, danem-se os que não podem. Não pertence mesmo a eles...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O movimento pode ser irrelevante, mas não a sua pergunta, que acho bastante pertinente.<br />
Expressões da poesia pelo concreto já não é mais experimentalismo.<br />
 Ela existe e existem nomes fortes nela podendo ser ela também, já considerada como contemporânea.<br />
O problema mesmo, é com o mundo e as pessoas. Elas é que estão cada vez mais distantes da poesia, que não conseguem &#8220;enxerga-la&#8221;.<br />
Ora, danem-se os que não podem. Não pertence mesmo a eles&#8230;</p>
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		<title>Por: vinicius</title>
		<link>http://livroseafins.com/de-1-a-100-anos-em-100-toques-de-tambor/comment-page-1/#comment-21743</link>
		<dc:creator>vinicius</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Jan 2008 20:39:44 +0000</pubDate>
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		<description>acordei meio assim também, talvez seja a conjuntura astral... rs ou planetária...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>acordei meio assim também, talvez seja a conjuntura astral&#8230; rs ou planetária&#8230;</p>
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