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	<title>Livros e afins &#187; Hedonismos</title>
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	<description>É para gostar de ler.</description>
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		<title>Os Direitos do Leitor, de Daniel Pennac</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 14:29:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hedonismos]]></category>
		<category><![CDATA[Livros e Afins]]></category>
		<category><![CDATA[daniel pennac]]></category>
		<category><![CDATA[direitos]]></category>
		<category><![CDATA[leitores]]></category>
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		<description><![CDATA[Essa lista de direitos tem um grande número de versões e traduções na internet e devido a sua popularidade, começou a variar em seu conteúdo. Procuramos, assim, ser fiéis à edição The Rights of the Reader, traduzida para o inglês por Sarah Hamp Adams e publicada pela Walker Books Ltd, de Londres. Usei essas duas [...]<p><ul>
<li><a href="http://livroseafins.com">Livros e afins</a></li>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><a href="http://livroseafins.com/os-direitos-do-leitor-de-daniel-pennac/osdireitosdoleitor/" rel="attachment wp-att-41102"><img class="alignnone size-large wp-image-41102" title="osdireitosdoleitor" src="http://livroseafins.com/wp-content/uploads/2012/02/osdireitosdoleitor-640x956.jpg" alt="" width="640" height="956" /></a></p>
<p>Essa lista de direitos tem um grande número de versões e traduções na internet e devido a sua popularidade, começou a variar em seu conteúdo. Procuramos, assim, ser fiéis à edição <a href="http://www.walker.co.uk/UserFiles/file/Rights%20of%20the%20reader/NYOR_ROTR.pdf">The Rights of the Reader, traduzida para o inglês por Sarah Hamp Adams e publicada pela Walker Books Ltd</a>, de Londres.</p>
<p>Usei essas duas versões, ambas em inglês, para chegar a minhas opções em português. Advirto o leitor, no entanto, de que não sou tradutor e, portanto, algumas de minhas decisões podem ser questionadas.</p>
<ul>
<li>Tais versões confiáveis podem ser encontradas em <a href="http://migre.me/81EWm">http://migre.me/81EWm</a> e <a href="http://migre.me/81EWm">http://migre.me/81EWX</a>.</li>
</ul>
<p>Na verdade, Os Direitos do Leitor foram publicados pela primeira vez no ensaio <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Comme_un_roman">Comme un Roman</a>, de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Daniel_Pennac">Pennac</a>, lançado em 1992, pela Gallimard.</p>
<p>Segundo a Wikipedia, Comme un Roman (Como um Romance, no Brasil e em Portugal) aborda as preocupações dos pais com a formação dos filhos, os quais registram inaptidão para a leitura.</p>
</div><p><ul>
<li><a href="http://livroseafins.com">Livros e afins</a></li>
<ul></p>
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		<title>Por que livros velhos cheiram bem</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Nov 2011 12:01:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hedonismos]]></category>
		<category><![CDATA[baunilha]]></category>
		<category><![CDATA[bibliotecas]]></category>
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		<category><![CDATA[vanilina]]></category>
		<category><![CDATA[victoria's secret]]></category>

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		<description><![CDATA[Você já deve ter reparado que livros velhos tem um cheiro característico, não poucas vezes, agradável. Isso se deve à lignina ou lenhina. A lignina ou lenhina é uma macromolécula tridimensional amorfa encontrada nas plantas terrestres, associada à celulose na parede celular cuja função é de conferir rigidez, impermeabilidade e resistência a ataques microbiológicos e [...]<p><ul>
<li><a href="http://livroseafins.com">Livros e afins</a></li>
<ul></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><a href="http://livroseafins.com/wp-content/uploads/2011/11/por-que-livros-velhos-cheiram-bem.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-28011" title="por que livros velhos cheiram bem" src="http://livroseafins.com/wp-content/uploads/2011/11/por-que-livros-velhos-cheiram-bem.jpg" alt="" width="500" height="500" /></a></p>
<p>Você já deve ter reparado que livros velhos tem um cheiro característico, não poucas vezes, agradável.</p>
<p>Isso se deve à <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lignina">lignina ou lenhina</a>.</p>
<blockquote><p>A lignina ou lenhina é uma macromolécula tridimensional amorfa encontrada nas plantas terrestres, associada à celulose na parede celular cuja função é de conferir rigidez, impermeabilidade e resistência a ataques microbiológicos e mecânicos aos tecidos vegetais.</p></blockquote>
<p>Deu pra sacar que ela, embora já esteja presente nos vegetais, ajuda a proteger o papel de que os livros são feitos, certo?</p>
<p>Acontece que esse composto, a lenhina, é muito semelhante à vanilina, a substância que dá a, digamos assim, baunilhice da baunilha.</p>
<p>E todo o mundo sabe como a baunilha é cheirosa.</p>
<p>Ainda mais se você tem uma namorada que use aquele creme da Victoria&#8217;s Secret com essa fragrância&#8230;</p>
<p>Bem, voltando ao assunto&#8230;</p>
<p>Depois de algum tempo, tempo o suficiente para um livro ser considerado velho, a molécula da lenhina &#8220;se quebra&#8221; e libera o odor característico. Por isso, sebos e bibliotecas cheiram de modo tão agradável (desde que os responsáveis tirem o pó, evitem o mofo e limpem o lugar de vez em quando, claro).</p>
<p>Ainda assim, continuo a preferir garotas com cheiro de baunilha ou com outros olores mais agradáveis do que o cheiro dos livros, por melhor que alguns epistemofílicos insistam em dizer que eles exalem.</p>
<h2>Por que os papéis amarelam</h2>
<p>A legnina ou lenhina também é a explicação:</p>
<blockquote><p>Um dos principais objetivos da fabricação de papel é reduzir o conteúdo de lignina na madeira a fim de produzir a massa de papel. Papéis com teor ainda alto de lignina (ela faz parte de 1/3 a 1/4 da massa da madeira), como o usado para papelão e jornal ficam amarelados facilmente devido a degradação desta com o ar. Assim, a lignina deve ser quase totalmente extraída antes do branqueamento do papel. Para isso, usam-se processos mecânicos e químicos, como por exemplo o processo Kraft.</p></blockquote>
<p>Talvez por isso, os livros novos não tendam a cheirar tão bem quanto os livros antigos com o passar do tempo: eles tem menos lenhina.</p>
<p>(<a href="http://i.imgur.com/lpNob.jpg">via</a>)</p>
</div><p><ul>
<li><a href="http://livroseafins.com">Livros e afins</a></li>
<ul></p>
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		<title>Entenda os críticos literários</title>
		<link>http://livroseafins.com/critica-literaria/</link>
		<comments>http://livroseafins.com/critica-literaria/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 13:20:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alessandro Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hedonismos]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[crítica literária]]></category>
		<category><![CDATA[humor]]></category>

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		<description><![CDATA[Finalmente, a linguagem dos especialistas é traduzida aos iletrados como nós<p><ul>
<li><a href="http://livroseafins.com">Livros e afins</a></li>
<ul></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><a href="http://livroseafins.com/critica-literaria/criticos-literarios-traduzidos/" rel="attachment wp-att-11683"><img class="alignnone size-large wp-image-11683" title="críticos literários traduzidos" src="http://livroseafins.com/wp-content/uploads/2011/10/cr%C3%ADticos-liter%C3%A1rios-traduzidos-728x416.jpg" alt="" width="728" height="416" /></a></p>
<p>Crítícos literários costumam ter um jeito engraçado de se expressar que nos faz pensar sobre que tipos de pancada alguém pode levar na cabeça e sobreviver.</p>
<p>Na verdade, eles estão sendo apenas delicados. Os críticos literários usam eufemismos para manter alguma categoria e dizer, sem perder a elegância, aquelas coisas gentis e repletas de candura que os motoristas dizem uns aos outros quando recebem uma fechada.</p>
<p>Assim, caso um dia alguém viesse a ler o que escrevem, ninguém ficaria chocado.</p>
<p>A maioria dos críticos, no entanto, nem sabe bem sobre o que está falando e escreveria da mesma forma para detalhar o que sentiram quando estiveram na seção de louças de uma loja de material de construção. Como se sabe, boa parte da literatura produzida hoje poderia ter como destino o encanamento e, assim, é fácil confundir as duas coisas.</p>
<p>O blog <a href="http://mateipormenos.apostos.com/2011/10/13/o-que-os-criticos-querem-dizer/">Já Matei Por Menos</a> publicou uma lista de termos comumente usados por críticos literários traduzidos para a linguagem de pessoas tão normais como você ou eu (o que, definitivamente, não é um bom parâmetro de normalidade, mas vá lá).</p>
<p>A ideia foi de <a href="http://oneminutebookreviews.wordpress.com/2011/08/21/40-publishing-buzzwords-cliches-and-euphemisms-decoded/">Janice Harayda, do blog One-Minute Book Reviews</a> (mais <a href="http://oneminutebookreviews.wordpress.com/2011/08/31/more-publishing-buzzwords-decoded-with-wit-on-twitter/">aqui</a>), e divulgada por aqui pelo blog <a href="http://www.almirdefreitas.com.br/blog/?p=9422">Não Me Culpem Pelo Aspecto Sinistro</a>:</p>
<blockquote><p><strong>“Novela”</strong> = conto com letra grande, segundo o diretor de publicidade da Simon &amp; Schuster Larry Hughes<strong><br />
“Épico”</strong> = longo demais, segundo a escritora Sheila O’Flanagan<strong><br />
“Lírico”</strong> = não acontece muita coisa, segundo o editor da Bloomsbury Press Peter Ginna<strong><br />
“Aclamado”</strong> = vendeu pouco, segundo o editor da Bloomsbury Press Peter Ginna<strong><br />
“Erótico”</strong> = pornográfico, segundo o editor da Bloomsbury Press Peter Ginna<strong><br />
“Emotivo”</strong> = o personagem principal é um cachorro, um homem velho ou os dois, segundo a poeta e colunista do The Nation Katha Pollitt<strong><br />
“Capta o tempo em que vivemos”</strong> = capta o tempo em que vivíamos dois anos atrás, segundo o crítico Mark Athitakis<strong><br />
“Estreia promissora”</strong> = muitos erros, mas nada ruim demais, segundo o crítico Mark Athitakis<strong><br />
“Voz de uma geração” </strong>= datado, segundo o escritor Mark Kohut</p></blockquote>
<p>A lista em inglês é muito maior e pode ser vista no blog de Janice Harayda, cujos links estão acima.</p>
</div><p><ul>
<li><a href="http://livroseafins.com">Livros e afins</a></li>
<ul></p>
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		<title>Ler sem preconceitos</title>
		<link>http://livroseafins.com/ler-sem-preconceitos/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 11:47:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caminhante Diurno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hedonismos]]></category>
		<category><![CDATA[idade]]></category>
		<category><![CDATA[leitura]]></category>
		<category><![CDATA[preconceito]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma vez li o depoimento de uma indiana, que contava que no lugar onde ela vivia a única fonte de leitura era uma espécie de biblioteca itinerante. Os livros chegavam e ela lia o que aparecia pela frente. Não havia qualquer tipo de classificação, não dizia que tipo de livro era, muito menos qual a [...]<p><ul>
<li><a href="http://livroseafins.com">Livros e afins</a></li>
<ul></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt><p><a href="http://livroseafins.com/ler-sem-preconceitos/ler-sem-preconceitos/" rel="attachment wp-att-11674"><img class="alignnone size-large wp-image-11674" title="ler sem preconceitos" src="http://livroseafins.com/wp-content/uploads/2011/10/ler-sem-preconceitos-728x447.jpg" alt="" width="728" height="447" /></a></p>
<p>Uma vez li o depoimento de uma indiana, que contava que no lugar onde ela vivia a única fonte de leitura era uma espécie de biblioteca itinerante. Os livros chegavam e ela lia o que aparecia pela frente. Não havia qualquer tipo de classificação, não dizia que tipo de livro era, muito menos qual a idade indicada. Por causa disso ela aprendeu a ler qualquer coisa que aparecia pela frente, sem qualquer preconceito.</p>
<p>Quando eu era adolescente, uma vez apareceu no meu colégio uma feira de livros. O único estande que realmente ficou cheio foi o que vendia a Coleção Vagalume. Porque nós éramos adolescentes e a Coleção Vagalume se destinava à nossa faixa etária. Eu já era uma leitora viciada, e tentei convencer meus colegas que outros livros eram bons, mesmo sem serem destinados a nós. Mas ninguém quis ler, era como se as pessoas tivessem medo de ler os livros errados.</p>
<p>Do ponto de vista didático, entendemos que certas faixas de idade têm temas específicos e maturidade pra entender algumas coisas. Daí a importância de um livro certo para a idade certa. Por outro, levar certos critérios à sério demais pode ser uma prisão. Concordo que certas coisas só são entendidas na sua plenitude quando temos mais maturidade. Mas quando penso em qualquer tipo de vivência estética &#8211; viagens, ouvir música, ver um quadro, ler um livro &#8211; me parece que todo tipo de compreensão melhora com a idade. Se formos levar essa história de só entender com a idade à sério demais, ninguém pode nada antes dos trinta!</p>
<p>Eu acho que o leitor está pronto para abandonar sua faixa etária literária quando quiser. Basta não ter medo dos livros &#8211; não ter medo das letras miúdas, das muitas páginas, da falta de figuras, dos nomes importantes. Se for algo muito profundo e que precisa de certa vivência, o leitor entenderá o que estiver ao seu alcance. E descobrirá o resto no futuro, quando reler, ou até mesmo quando pensar no assunto. Sejamos subversivos; pelo menos na leitura, que cada um procure o que melhor combina com o seu momento.</p>
</div><p><ul>
<li><a href="http://livroseafins.com">Livros e afins</a></li>
<ul></p>
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