Eis o que o autor de Quase Memória, Carlos Heitor Cony, diz sobre o Acordo Ortográfico:
A língua é feita pelo povo. Não adianta o governo querer discipliná-la. Acho absolutamente inútil e improdutivo. Não é a primeira vez que vai se fazer esse acordo. A tendência é daqui a algum tempo [a escrita] mudar outra vez. Portugal jamais vai se submeter a certas coisas.
Compartilho desta opinião. Aliás, uma reforma sempre está atrasada. Já viu como as pessoas têm escrito na prática?









