As pessoas mais loucas e as mais comuns passam por uma biblioteca pública e com elas trazem as histórias mais estranhas, algumas mais estranhas até que as que constam nos livros.
A Cristina Lopes, do Pergunte ao Pixel, amiga minha, trabalhou por um ano na Biblioteca Pública do Paraná e, como boa observadora, conta algumas das coisas que por lá viu no texto Entre Prateleiras.
Na sala de Filosofia, poucos estudavam os filósofos. A estante mais procurada era a de esoterismo e astrologia. A seção de Psicologia tinha um leitor assíduo que lia toda a obra de Freud, mas aparentemente para se torturar, porque lia um pouco, pulava da cadeira, dizia baixinho “mas isso não é possível”, voltava ao livro como se estivesse lidando com um cachorro louco.
Essa e outras histórias, como a prostituta que dormia na sala de cinema e a diretora fascista, você lê no texto completo. O final é um tanto irônico, diga-se de passagem.









