
Lembro de uma colega de faculdade que observou que, para ler Cem Anos de Solidão, era necessário ter caneta e papel ao alcance para, aos poucos, ir desenhando a árvore genealógica dos personagens. Nomes parecidos em uma narrativa cheia de idas e voltas no tempo.
Não tenho certeza, mas acho que a intenção do autor foi essa mesma, a de misturar as histórias em um tempo sempre presente, simultaneamente infinito (cem anos) e pontual.
Porém, se você prefere ter tudo as claras – e nada errado com isso – pode ver a Árvore Genealógica dos Personagens no site do jornal El Mercurio, bem como outras informações.
Fonte: Nosolibros











