Instalação do artista plástico Matej Krén, da Checoslováquia (se você for português) ou Tchecoslováquia (se você for brasileiro).

Segundo as palavras do site na minha empobrecida tradução:

A memória e o conhecimento acumulados nos livros ora enclausurados e inacessíveis, diversos e preciosos, serão recuperados no final, quando todos os eles retornarem à sua função de serem lidos. Mas, enquanto isso, eles são tratados como matéria de escultura e como o espírito do lugar onde o artista pretende nos prender: um claustro hexagonal com uma passagem de espelhos que mimetiza a vertigem da queda, a infinita fragmentação, o pânico da desorientação espacial.

Obviamente, Borges já fez isso muito isso antes: com livros, hexágonos e espelhos. Mas usando apenas palavras.

Via Inter-Esse.

Sobre o autor: Alessandro Martins

Sou o editor deste blog. Trabalhei como jornalista em Curitiba de 1995 a 2008, quando fui demitido e passei a me dedicar a escrever apenas na internet, em blogs e mídias sociais. Agora estou publicando minha newsletter que tem milhares de leitores: assine!