

Instalação do artista plástico Matej Krén, da Checoslováquia (se você for português) ou Tchecoslováquia (se você for brasileiro).
Segundo as palavras do site na minha empobrecida tradução:
A memória e o conhecimento acumulados nos livros ora enclausurados e inacessÃveis, diversos e preciosos, serão recuperados no final, quando todos os eles retornarem à sua função de serem lidos. Mas, enquanto isso, eles são tratados como matéria de escultura e como o espÃrito do lugar onde o artista pretende nos prender: um claustro hexagonal com uma passagem de espelhos que mimetiza a vertigem da queda, a infinita fragmentação, o pânico da desorientação espacial.
Obviamente, Borges já fez isso muito isso antes: com livros, hexágonos e espelhos. Mas usando apenas palavras.
Via Inter-Esse.
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