De fato, qualquer filme, qualquer texto, qualquer peça, aqui ou ali, utilizam a temática da transformação a partir do conhecimento.
Para quem assistiu ao clássico, que, aliás, provém de um livro, Farenheit 451 ou se surpreendeu com o Livro de Eli, um pouco mais modernoso, fica clara uma coisa: a informação é um bem para lá de necessário. E um dos lugares em que mais se obtém informações, desde que os grupos sociais passaram a registrar suas culturas e tradições, é o livro.
Um livro não é apenas um material impresso, ou digital. Um livro divulga um ideia, uma vivência. Um livro pode ensinar a construir, ajudar a suportar, um livro é uma fuga, uma viagem, mas também pode ser um encontro. O fato é que, para muitas pessoas um livro transforma.
Luiz Ruffato percebeu isso e idealizou a Igreja do Livro Transformador.










