A ABL (Academia Brasileira de Letras), que não se sabe exatamente para que serve, acaba de aprontar uma. Cito a matéria reproduzida no blog Não Gosto de Plágio, da tradutora Denise Bottmann:
Tradutores apontaram erros que consideram “inacreditáveis” no trabalho do vencedor da categoria “tradução”, o médico pernambucano Milton Lins, e contestam os critérios para a escolha dos laureados –por indicação, e não por inscrição.
Num poema do franco-uruguaio Jules Laforgue, em “Pequenas Traduções de Grandes Poetas -Volume 4″, Lins traduz o que seria “têmpora” como “tampa” e transforma “fresca” em “frete”.
Em outra obra, na tradução do poema “Zona”, de Apollinaire, “les hangars de Port-Aviation” (os hangares [do aeroporto] de Port-Aviation) viraram “o hangar de algum Porta-Avião”.
Os problemas foram expostos justamente por Denise Bottmann, neste post, e tomaram corpo entre os profissionais da área.










