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	<title>Comentários sobre: Abcdefghijklmnopqrstuvwxyz</title>
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	<description>É para gostar de ler.</description>
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		<title>Por: Rui de Lucca</title>
		<link>http://livroseafins.com/abcdefghijklmnopqrstuvwxyz/comment-page-1/#comment-20521</link>
		<dc:creator>Rui de Lucca</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Oct 2007 15:10:09 +0000</pubDate>
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		<description>Exatamente. É tão fácil de se acostumar à língua na qual somos alfabetizados que esquecemos dos primeiros meses da primeira série onde tudo gira em torno das vogais e consoantes e, não raro, passamos a enxergar apenas palavras e frases.

Obs: Quando digo &quot;nos&quot;, estou tratando de eu e minha sombra.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Exatamente. É tão fácil de se acostumar à língua na qual somos alfabetizados que esquecemos dos primeiros meses da primeira série onde tudo gira em torno das vogais e consoantes e, não raro, passamos a enxergar apenas palavras e frases.</p>
<p>Obs: Quando digo &#8220;nos&#8221;, estou tratando de eu e minha sombra.</p>
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		<title>Por: Anna</title>
		<link>http://livroseafins.com/abcdefghijklmnopqrstuvwxyz/comment-page-1/#comment-20520</link>
		<dc:creator>Anna</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Oct 2007 11:23:51 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Alessandro:
Escrevi  algumas coisas que foram pra o buraco negro da Internet. Ah, isto não importa. &quot; A criatividade pode mesmo vir dos recursos mais esparsos.&quot;
Vc disse tudo.
Beijos.
Anna</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Alessandro:<br />
Escrevi  algumas coisas que foram pra o buraco negro da Internet. Ah, isto não importa. &#8221; A criatividade pode mesmo vir dos recursos mais esparsos.&#8221;<br />
Vc disse tudo.<br />
Beijos.<br />
Anna</p>
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		<title>Por: Alexandre Kovacs</title>
		<link>http://livroseafins.com/abcdefghijklmnopqrstuvwxyz/comment-page-1/#comment-20519</link>
		<dc:creator>Alexandre Kovacs</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Oct 2007 00:44:56 +0000</pubDate>
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		<description>Acho que o Mario Castro esgotou o assunto no excelente comentário acima. Vale lembrar que as sete notas musicais na verdade são doze, se considerarmos os sustenidos e bemois e as cores primárias se multiplicam se considerarmos as secundárias. Só confirma o que ele mesmo concluiu, o processo criativo nunca cessa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que o Mario Castro esgotou o assunto no excelente comentário acima. Vale lembrar que as sete notas musicais na verdade são doze, se considerarmos os sustenidos e bemois e as cores primárias se multiplicam se considerarmos as secundárias. Só confirma o que ele mesmo concluiu, o processo criativo nunca cessa.</p>
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	<item>
		<title>Por: Mario Castro</title>
		<link>http://livroseafins.com/abcdefghijklmnopqrstuvwxyz/comment-page-1/#comment-20518</link>
		<dc:creator>Mario Castro</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Oct 2007 21:09:52 +0000</pubDate>
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		<description>Talvez uma das maiores utopias seja imaginar a fronteira do processo criativo. Todos que tentaram, esbarraram apenas na parede de suas próprias limitações.

Quanto aos 26 símbolos, cabe fazer um paralelo, para contribuir com a ilustração desse potencial criativo, com as 7 notas musicais, ou as cores primárias. A capacidade que a criatividade humana tem de fracionar e moldar esses elementos é impressionante.

E o mais incrível é que nós, leitores, ouvintes ou apreciadores de uma obra de arte, podemos contribuir com esse processo dando uma leitura pessoal e inteiramente nova. Ou seja, o processo criativo nunca cessa.

Grande abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez uma das maiores utopias seja imaginar a fronteira do processo criativo. Todos que tentaram, esbarraram apenas na parede de suas próprias limitações.</p>
<p>Quanto aos 26 símbolos, cabe fazer um paralelo, para contribuir com a ilustração desse potencial criativo, com as 7 notas musicais, ou as cores primárias. A capacidade que a criatividade humana tem de fracionar e moldar esses elementos é impressionante.</p>
<p>E o mais incrível é que nós, leitores, ouvintes ou apreciadores de uma obra de arte, podemos contribuir com esse processo dando uma leitura pessoal e inteiramente nova. Ou seja, o processo criativo nunca cessa.</p>
<p>Grande abraço!</p>
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