Encontrei uma coisa muito legal no Creative Think, sobre criatividade. O editor do blog explica que certa vez perguntaram a um artista, Jasper Johns, sobre o que era o processo criativo.

Ele respondeu que ele se dá quando você toma algo e faz alguma coisa com isso. E, depois, faz outra coisa com o resultado. E, depois, outra. Depois de um tempo nessa atividade, você talvez tenha algo.

Então o editor, Roger Von Oech, lembra com isso de um anúncio que certa vez ele viu e que, aqui, traduzo muito livremente:

abcdefghijklmnopqrstuvwxyz

Na biblioteca mais próxima isto está combinado de modos que podem fazer você rir, amar, odiar, se espantar, pensar e entender.

É espantoso ver o quê estes 26 pequenos símbolos podem fazer. Nas mãos de Shakespeare eles se tornaram Hamlet. Mark Twain moldaram-nos em Huckleberry Fin. James Joyce revirou-os em Ulisses. Gibbon fez com eles Declínio e Queda do Império Romano. Milton esculpiu Paraíso Perdido.

A criatividade pode vir dos recursos mais simples e escassos.

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