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	<title>Comentários sobre: A leitura como relação simbiótica ou o personagem no espelho</title>
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	<description>É para gostar de ler.</description>
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		<title>Por: Rui de Lucca</title>
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		<dc:creator>Rui de Lucca</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Mar 2007 18:13:23 +0000</pubDate>
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		<description>Livro soberbo esse História sem Fim. Li ainda no ensino médio, numa época em que eu havia me impressionado com o filme. Bem, agora que eu já manifestei o meu fanatismo pelo livro (não pelo autor porque eu não conheço nenhum outro livro dele), sobre o texto, a identifiação do leitor com o personagem principal do livro é tão grande que se torna quase heresia quando o autor mata o personagem principal. Ah, a mesma coisa acontece nos filmes também, e nos jogos de videogame.

É isso.

&lt;em&gt;Resposta: A Júlia me falou que outros livros dele também são bons... e confio muito no gosto dela. Vamos ver mais para frente... agora vou começar minha pós em literatura brasileira e história nacional e terei pouco tempo para ler coisas fora do currículo... rs!

Então, Rui! Não vou dar conta de responder todos os comentários que você fez, pois hoje estou com o tempo meio escasso... quero deixar aqui minha gratidão por sua intensa participação em meu blog, no entanto. Muito obrigado!&lt;/em&gt;

Abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Livro soberbo esse História sem Fim. Li ainda no ensino médio, numa época em que eu havia me impressionado com o filme. Bem, agora que eu já manifestei o meu fanatismo pelo livro (não pelo autor porque eu não conheço nenhum outro livro dele), sobre o texto, a identifiação do leitor com o personagem principal do livro é tão grande que se torna quase heresia quando o autor mata o personagem principal. Ah, a mesma coisa acontece nos filmes também, e nos jogos de videogame.</p>
<p>É isso.</p>
<p><em>Resposta: A Júlia me falou que outros livros dele também são bons&#8230; e confio muito no gosto dela. Vamos ver mais para frente&#8230; agora vou começar minha pós em literatura brasileira e história nacional e terei pouco tempo para ler coisas fora do currículo&#8230; rs!</p>
<p>Então, Rui! Não vou dar conta de responder todos os comentários que você fez, pois hoje estou com o tempo meio escasso&#8230; quero deixar aqui minha gratidão por sua intensa participação em meu blog, no entanto. Muito obrigado!</em></p>
<p>Abraço.</p>
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		<title>Por: Lucas Castro</title>
		<link>http://livroseafins.com/a-leitura-como-relacao-simbiotica-ou-o-personagem-no-espelho/comment-page-1/#comment-15442</link>
		<dc:creator>Lucas Castro</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jan 2007 15:18:52 +0000</pubDate>
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		<description>E por que não estender esse conceito aos blogs?

&lt;em&gt;Resposta: Não vejo por que não, Lucas. Apesar de, na maioria das vezes, um blog não ter personagens ou o autor ser o personagem, acho que a relação entre leitor e texto continua a existir dessa mesma forma. Perfeitamente estendível.&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E por que não estender esse conceito aos blogs?</p>
<p><em>Resposta: Não vejo por que não, Lucas. Apesar de, na maioria das vezes, um blog não ter personagens ou o autor ser o personagem, acho que a relação entre leitor e texto continua a existir dessa mesma forma. Perfeitamente estendível.</em></p>
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		<title>Por: Fernanda</title>
		<link>http://livroseafins.com/a-leitura-como-relacao-simbiotica-ou-o-personagem-no-espelho/comment-page-1/#comment-15441</link>
		<dc:creator>Fernanda</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jan 2007 15:17:49 +0000</pubDate>
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		<description>E eu, que quando vi esse filme, levei um baita susto nessa parte e não entendi nada...

Lembro bem que foi o primeiro filme legendado que eu mesma li. E quase sempre não conseguia chegar ao fim das frases.

&lt;em&gt;Resposta: Eu também não entendi muito bem na hora e, na época, nem fazia idéia de que existia o livro do filme... mas, enfim, agora está bem claro para mim... :-)&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E eu, que quando vi esse filme, levei um baita susto nessa parte e não entendi nada&#8230;</p>
<p>Lembro bem que foi o primeiro filme legendado que eu mesma li. E quase sempre não conseguia chegar ao fim das frases.</p>
<p><em>Resposta: Eu também não entendi muito bem na hora e, na época, nem fazia idéia de que existia o livro do filme&#8230; mas, enfim, agora está bem claro para mim&#8230; :-)</em></p>
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		<title>Por: Thássius Veloso</title>
		<link>http://livroseafins.com/a-leitura-como-relacao-simbiotica-ou-o-personagem-no-espelho/comment-page-1/#comment-15440</link>
		<dc:creator>Thássius Veloso</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jan 2007 11:12:57 +0000</pubDate>
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		<description>É certo que cada pessoa sintetiza as cenas descritas em um livro de forma diferente, uma vez que todo o contexto cultural muda. Isso é claro quando, a partir de algum livro, faz-se uma adaptação para o cinema.

Dou como exemplo &quot;Harry Potter&quot;, que já teve quatro dos seis livros escritos (a saga terá sete) convertidos em filme. Não era do jeito que eu imaginava; ainda assim foi uma forma de enriquecer a narrativa. Mas, de forma contraditória, há também um empobrecimento pois o leitor não imagina tanto quanto antes, mas tem uma riqueza de detalhes que muitos nunca imaginariam.

&lt;em&gt;Resposta: Por essas e outras é que prefiro assistir a um filme como uma outra coisa, sem comparar. Até gosto quando há detalhes totalmente diferentes ou até contrários do que há nos livros. É ousado e, muitas vezes, surpreende. Não vejo a necessidade ou a obrigação de um filme trazer exatamente aquilo que está sugerido em um livro. Cada um - livro e cinema - tem suas limitações e qualidades, não é mesmo?&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É certo que cada pessoa sintetiza as cenas descritas em um livro de forma diferente, uma vez que todo o contexto cultural muda. Isso é claro quando, a partir de algum livro, faz-se uma adaptação para o cinema.</p>
<p>Dou como exemplo &#8220;Harry Potter&#8221;, que já teve quatro dos seis livros escritos (a saga terá sete) convertidos em filme. Não era do jeito que eu imaginava; ainda assim foi uma forma de enriquecer a narrativa. Mas, de forma contraditória, há também um empobrecimento pois o leitor não imagina tanto quanto antes, mas tem uma riqueza de detalhes que muitos nunca imaginariam.</p>
<p><em>Resposta: Por essas e outras é que prefiro assistir a um filme como uma outra coisa, sem comparar. Até gosto quando há detalhes totalmente diferentes ou até contrários do que há nos livros. É ousado e, muitas vezes, surpreende. Não vejo a necessidade ou a obrigação de um filme trazer exatamente aquilo que está sugerido em um livro. Cada um &#8211; livro e cinema &#8211; tem suas limitações e qualidades, não é mesmo?</em></p>
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