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	<title>Comentários sobre: A importância planetária de uma educação para a ciência</title>
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		<title>Por: Marco</title>
		<link>http://livroseafins.com/a-importancia-planetaria-de-uma-educacao-para-a-ciencia/comment-page-1/#comment-15506</link>
		<dc:creator>Marco</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jan 2007 13:46:26 +0000</pubDate>
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		<description>Os E.U.A resolvem o problema importando cérebros. Já viu os granhadores norteamericanos do nobel, quase todos naturalizados ou filhos de cientistas que  foram naturalizados na geração anterior. E nós, como podemos resolver nosso problema? O aumento do interesse e divulgação já é um começo...

&lt;em&gt;Resposta: Obrigado pelo comentário e pelo link em seu site, Marco! Seja sempre bem-vindo por aqui...&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os E.U.A resolvem o problema importando cérebros. Já viu os granhadores norteamericanos do nobel, quase todos naturalizados ou filhos de cientistas que  foram naturalizados na geração anterior. E nós, como podemos resolver nosso problema? O aumento do interesse e divulgação já é um começo&#8230;</p>
<p><em>Resposta: Obrigado pelo comentário e pelo link em seu site, Marco! Seja sempre bem-vindo por aqui&#8230;</em></p>
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		<title>Por: leanDrow</title>
		<link>http://livroseafins.com/a-importancia-planetaria-de-uma-educacao-para-a-ciencia/comment-page-1/#comment-15505</link>
		<dc:creator>leanDrow</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jan 2007 06:04:00 +0000</pubDate>
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		<description>A teoria dos táxis é muito boa.

Ela me lembra de quando parei pra pensar uma vez na escola, em que fui advertido não lembro por jogar o quê no chão, o que aconteceria se as pessoas simplesmente deixassem de sujar os banheiros, de sujar as salas... seria mais desemprego, não?

Talvez não, lendo seu artigo eu posso chegar agora a uma conclusão de que se não há sujeira por aí é porque o &quot;povão&quot; assumiu uma postura mais educada e conseqüentemente mais inteligente, isso significa mais cidadãos com cérebros, mais empregos, não?

&lt;em&gt;Resposta: É uma teoria otimista. Mas é uma teoria. Quer dizer, se não há lixo nas ruas, ou menos lixo nas ruas, por exemplo, pessoas que estariam trabalhando na limpeza estão fazendo outras coisas... escrevendo em blogs por exemplo... rs. Mas, enfim, não sei, e não tenho ainda pretensão de saber, se essa é uma teoria válida... vale o otimismo dela.&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A teoria dos táxis é muito boa.</p>
<p>Ela me lembra de quando parei pra pensar uma vez na escola, em que fui advertido não lembro por jogar o quê no chão, o que aconteceria se as pessoas simplesmente deixassem de sujar os banheiros, de sujar as salas&#8230; seria mais desemprego, não?</p>
<p>Talvez não, lendo seu artigo eu posso chegar agora a uma conclusão de que se não há sujeira por aí é porque o &#8220;povão&#8221; assumiu uma postura mais educada e conseqüentemente mais inteligente, isso significa mais cidadãos com cérebros, mais empregos, não?</p>
<p><em>Resposta: É uma teoria otimista. Mas é uma teoria. Quer dizer, se não há lixo nas ruas, ou menos lixo nas ruas, por exemplo, pessoas que estariam trabalhando na limpeza estão fazendo outras coisas&#8230; escrevendo em blogs por exemplo&#8230; rs. Mas, enfim, não sei, e não tenho ainda pretensão de saber, se essa é uma teoria válida&#8230; vale o otimismo dela.</em></p>
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		<title>Por: Lucas Castro</title>
		<link>http://livroseafins.com/a-importancia-planetaria-de-uma-educacao-para-a-ciencia/comment-page-1/#comment-15504</link>
		<dc:creator>Lucas Castro</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jan 2007 03:12:23 +0000</pubDate>
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		<description>Amigo andré,

as duas palavras &quot;por que?&quot; são utilizadas na filosofia. A ciência tem uma certa queda pela palavra &quot;como?&quot;.

Exatamente por isso, a filosofia encontra-se bem no meio entre a religião e a ciência.

A religião é a tecnologia da alma; a ciência é a alma da tecnologia.

&lt;em&gt;Resposta: Gosto mais dos &quot;comos&quot; do que dos &quot;por quês&quot;. Na vida prática, é isso o que importa, na hora de fazer uma torrada, por exemplo. Mas acho que a ciência também precisa dos &quot;por quês&quot; antes de chegar aos &quot;comos&quot;...

Por falar nisso, você já pensou quantos séculos de conhecimento acumulado há no simples ato de fazer uma torrada?

Vixe. Viajei.&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Amigo andré,</p>
<p>as duas palavras &#8220;por que?&#8221; são utilizadas na filosofia. A ciência tem uma certa queda pela palavra &#8220;como?&#8221;.</p>
<p>Exatamente por isso, a filosofia encontra-se bem no meio entre a religião e a ciência.</p>
<p>A religião é a tecnologia da alma; a ciência é a alma da tecnologia.</p>
<p><em>Resposta: Gosto mais dos &#8220;comos&#8221; do que dos &#8220;por quês&#8221;. Na vida prática, é isso o que importa, na hora de fazer uma torrada, por exemplo. Mas acho que a ciência também precisa dos &#8220;por quês&#8221; antes de chegar aos &#8220;comos&#8221;&#8230;</p>
<p>Por falar nisso, você já pensou quantos séculos de conhecimento acumulado há no simples ato de fazer uma torrada?</p>
<p>Vixe. Viajei.</em></p>
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		<title>Por: Paulo Polzonoff Jr</title>
		<link>http://livroseafins.com/a-importancia-planetaria-de-uma-educacao-para-a-ciencia/comment-page-1/#comment-15503</link>
		<dc:creator>Paulo Polzonoff Jr</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jan 2007 22:40:12 +0000</pubDate>
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		<description>Richard Dawkins é tão nocivo para um debate saudável do que um pastor evangélico do meio-oeste. Aquele não consegue compreender que espiritualidade nada tem a ver com fanatismo religioso; este não entende que a ciência não é inimiga da religião, exceto por Dawkins e um ou outro maluco.

Aliás, quem me conhece sabe que o período de maior efervescência religiosa da minha vida (o que não tem a ver com religião, porque não pratico fé alguma) se deu justamente por causa de um livro sobre... ciência.

abs

&lt;em&gt;Resposta: Fé é uma palavra legal. Carl Sagan era um cético. Por exemplo, sempre considerou lorota essa história de extra-terrestres voando por aqui, abduções e quetais pelo simples motivo de que não há provas cientificamente aceitáveis. Não há evidências. No entanto, jamais deixou de acreditar na possibilidade de encontrar vida inteligente fora daqui, por remota que ela, a possibilidade, fosse. Foi ele que encabeçou, creio, os dois projetos Voyager, naves que - além de coletarem informações sobre o Sistema Solar - partiram para o espaço exterior, para o completo desconhecido. Dentro delas, mensagens gravadas. Se algo ou alguém as encontrará, com suas mensagens, provavelmente não estaremos vivos para saber. Essas mensagens que vão dentro das Voyagers estão mais para a poesia do que para o cientificamente e, principalmente, o estatisticamente aceitável. São um salto no escuro. Uma improvável mensagem em uma garrafa jogada no oceano do Cosmos. Engraçado que uma das definições de fé - da época em que eu fazia catequese - que me ficaram provavelmente por seu teor um tanto poético também - não sei se está correta ou se é suficientemente poética ou não ou se é piegas, enfim, ficou gravada - é que fé é, justamente, um salto no escuro. Talvez Sagan, um cético, tivesse lá as suas fés. A falta de evidências de vida inteligente no além-Terra não significa que as possibilidades estejam eliminadas. Se por um lado a falta de evidências nada diz sobre haver alguém além de nós no Universo, dizem ainda menos sobre não haver. Fé é o que nos faz dizer olá para as estrelas e sentir a vida que há nas rochas.&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Richard Dawkins é tão nocivo para um debate saudável do que um pastor evangélico do meio-oeste. Aquele não consegue compreender que espiritualidade nada tem a ver com fanatismo religioso; este não entende que a ciência não é inimiga da religião, exceto por Dawkins e um ou outro maluco.</p>
<p>Aliás, quem me conhece sabe que o período de maior efervescência religiosa da minha vida (o que não tem a ver com religião, porque não pratico fé alguma) se deu justamente por causa de um livro sobre&#8230; ciência.</p>
<p>abs</p>
<p><em>Resposta: Fé é uma palavra legal. Carl Sagan era um cético. Por exemplo, sempre considerou lorota essa história de extra-terrestres voando por aqui, abduções e quetais pelo simples motivo de que não há provas cientificamente aceitáveis. Não há evidências. No entanto, jamais deixou de acreditar na possibilidade de encontrar vida inteligente fora daqui, por remota que ela, a possibilidade, fosse. Foi ele que encabeçou, creio, os dois projetos Voyager, naves que &#8211; além de coletarem informações sobre o Sistema Solar &#8211; partiram para o espaço exterior, para o completo desconhecido. Dentro delas, mensagens gravadas. Se algo ou alguém as encontrará, com suas mensagens, provavelmente não estaremos vivos para saber. Essas mensagens que vão dentro das Voyagers estão mais para a poesia do que para o cientificamente e, principalmente, o estatisticamente aceitável. São um salto no escuro. Uma improvável mensagem em uma garrafa jogada no oceano do Cosmos. Engraçado que uma das definições de fé &#8211; da época em que eu fazia catequese &#8211; que me ficaram provavelmente por seu teor um tanto poético também &#8211; não sei se está correta ou se é suficientemente poética ou não ou se é piegas, enfim, ficou gravada &#8211; é que fé é, justamente, um salto no escuro. Talvez Sagan, um cético, tivesse lá as suas fés. A falta de evidências de vida inteligente no além-Terra não significa que as possibilidades estejam eliminadas. Se por um lado a falta de evidências nada diz sobre haver alguém além de nós no Universo, dizem ainda menos sobre não haver. Fé é o que nos faz dizer olá para as estrelas e sentir a vida que há nas rochas.</em></p>
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