Ao assistir este vídeo – divertidíssimo, por sinal – ocorreram-me tantos insights que eu teria que vê-lo novamente anotando todos.
Ken Robinson fala sobre educação e como a ela age no potencial de nossos cérebros como a nossa economia extrativista e predatória.
Fala da diferença entre receitar remédios para uma aluna agitada ou descobrir que ela não é doente: mas uma bailarina.
Sabe a garota com dificuldade de aprendizado e que se tornou bailarina e, mais tarde, uma famosa coreógrafa? Sorte dela que Transtorno de Déficit de Atenção, na década de 30, não era uma doença comercializável ainda. Ela poderia ter tomado remédios e se tornado uma aluna normal. É o que todos esperamos de nossas crianças, não é?
Via Fabiano Caruso.











