Às vezes penso que esse blog não é sobre livros, leituras, leitores e escritores, mas sobre o prazer que se deve ter ao desempenhar qualquer atividade.
Se você não está tendo prazer em fazer algo, é quase certo que não deveria fazer.
Isso é o que mais me agradou nas dicas do André Gazola, no Lendo.Org.
Em todas elas existe um fundo em que essa idéia aparece.
Quantos leitores se perderam por ansiedade de pais que tentaram empurrar – às vezes de forma ríspida – a seus filhos livros para os quais eles ainda não estavam prontos.
Talvez para sempre esses entenderão a leitura como uma atividade da qual não se pode extrair o mínimo prazer.
A minha receita
- Compre um bom livro, adequado à idade e aos interesses de seu filho
- Leia-o em silêncio próximo a ele
- Ria nas partes engraçadas, faça comentários para você mesmo em voz alta
- Se ele perguntar do que se trata, não diga. Ou fale que não pode dizer
- Ao fechar o livro, diga que ele não pode lê-lo. É proibido
- Guarde em algum lugar bem visível e ao alcance de seu filho e saia da sala
- Permita que a curiosidade faça o resto do trabalho
Tremenda arapuca.








